SALETE MARIA DA SILVA (saletemaria@oi.com.br)
cidade: SALVADOR
estado: BA
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
categoria: POESIAS
titulo: A HISTÓRIA DE ZÉ LEITOR
texto: Zé recebeu um convite
Que nunca foi feito antes
Pois era coisa de elite
Ou de jovens estudantes
Foi chamado a estudar
Escrever, ler e contar
Quanta coisa interessante!
Ficou meio pensativo
E disse para a mulher:
"Inté hoje eu sobrevivo
Sem sabê lê um papé
Agora nessa idade
Num tenho capacidade
Vou andar de marcha à ré?"
"Já não tenho condição
De aprendê o bê-a-bá
Tenho preocupação
Vivo só pra trabaiá
Agora esta invenção
Estudá, fazer lição
Para mim isto não dá"
A mulher disse: "José
Tu tá com medo de quê?
Sempre foi home de fé
Vai agora esmorecê?
Ta rejeitando a escola?
É direito e não esmola
Conforme ouvi dizê"
"Além do mais hoje em dia
Ninguém mais fica de lado
Aqui pela cercania
Tá todo mundo letrado
Home, muié e minino
Só tu não tá assitindo
O Brasil Alfabetizado"
"O povo qué estudá
Vai atrás e se concentra
Não dá pra desanimá
Na vida tudo se enfrenta
O passado já passou
O presente começou
O futuro a gente inventa"
"É mermo, tu tem razão
-disse José, de repente-
Num vou pagá um tostão
Isto me deixa contente
Vou apanhá um caderno
O mais bonito e moderno
E vou me dá de presente"
"Vou estudá, tá na hora
Vou tentá aprendê lê
Se eu nunca fui à escola
Não foi falta de querê
Desde cedo trabaiando
Meu velho pai ajudando
Levei a vida a sofrê"
"Assim como eu, milhares
Por este Brasil afora
Basta olhá nos olhares
Ninguém mais nos ignora
Eu vou sim, tô na peleja
Nada nos vem de bandeja
É chegada a minha hora"
"Vou tirá o atrasado
Nunca é tarde pra aprendê
Criança fui pro roçado
Hoje não sei escrevê
Mas sei que posso tentá
É tempo de avançá
Chega de teretetê"
A mulher disse: "Você
Já tá falando bonito
Mesmo não sabendo lê
Nada do que tá escrito
Já mostra que tem futuro
Vejo que está seguro
E em você acredito"
"Sei que é um dereito seu
Ter acesso aos estudo
Do tanto que tu viveu
O mundo mudou em tudo
Vá, José, vá estudá
Você só tem a ganhá
Já é um homem sortudo"
"Eu mermo sei lê um tico
Sei fazê um bilhetinho
As vezes até medito
E sonho mais um pouquinho
Se eu voltá a estudá
De tudo vou me alembrá
E progrido ligeirinho"
Zé ouvindo aquilo tudo
De pressa se decidiu
Deixou o olhar sisudo
O coração consentiu:
"Não custa nada tentá
E é tão bom estudá"
Pegou as coisas e saiu
Então foi ele à escola
Cheio de ansiedade
Levava numa sacola
Sonho e realidade
Chegou na sala e entrou
A professora falou:
"Nossa, que felicidade!"
"Seja bem vindo, amigo
Aproveite este momento
Esta escola é um abrigo
Tome logo seu assento
Aqui todo mundo ensina
Cada um é uma mina
Carregada de talento"
Cada um sabe um pouco
Da vida que tá lá fora
Antônio hoje está rouco
De gritar que vende amora
Maria, que é cozinheira
Hoje viu João na feira
Pertinho de onde ela mora"
"Maria Lúcia é avó
Joaquina se aposentou
Eduarda é o xodó
Porque nunca se casou
Socorro é rezadeira
Luís vai à gafieira
E Joana luta judô"
"São todos gente madura
Autoridades no lar
Ninguém aqui tem frescura
Todos querem estudar
Falamos do dia-a-dia
Um pouco da carestia
E de tudo quanto há"
José logo foi gostando
Daquele novo ambiente
Foi logo se enturmando
Achando o povo decente
Olhou em volta e sorriu
À vontade se sentiu
Pois "gente gosta é de gente"
Pegou papel e caneta
Ouviu a explicação
Lembrou da velha marreta
E do surrado macacão
As letras se embaralhavam
Parece até que mangavam
De sua concentração
Espremendo bem a vista
Ouviu tudo direitinho
No quadro tinha uma lista
De nomes bem bonitinho
A professora feliz
Usava um taco de giz
E falava bem mansinho
Tinha um "a" de avião
Um "e" de escadaria
Um "i" de informação
Um "o" de ovo, havia
Um "u" de uva, também
E ele, como ninguém
Naquilo se envolvia
Todo dia ele estudava
Depois de ter trabalhado
A professora falava
E ele compenetrado
Tinha muita explicação
Depois vinha uma lição
Do que fora ensinado
Via os colegas dizerem
Que queriam se formar
Pra uma festa fazerem
E muita gente chamar
Ele até pensava nisso:
"Imagine o rebuliço
Que neste vai dá"
Chegava em casa cansado
Ligava a televisão
Porém ficava espantado
Com tanta complicação
Via que pouco entendia
Pois como ainda não lia
Tudo era confusão
Viu a novela, o jornal
Ouviu notícias do mundo
Mas ao trocar de canal
Adormeceu num segundo
Sonhou com uma caneta
Comandando este planeta
E um papel branco de fundo
"Vixe que coisa medonha
Uma caneta falante
Com uma cara risonha
E em tamanho gigante"
E a caneta dizia:
"Olá, José!" e sorria
E lhe dava um diamante
Sobressaltado acordou
Achando aquilo estranho
De um desenho lembrou
Da forma, cor e tamanho
Olhou para seu netinho
Beijou-o devagarinho
Saiu e foi tomar banho
Achou que aquele sonho
Tinha algo a lhe dizer
Mas era muito medonho
No jeito de aparecer
Pra que caneta e papel
Comandando uma babel
Como podia entender?
Foi trabalhar matutando
E à noite foi estudar
A professora falando
E ele só a pensar
Na caneta e no papel
Sobrevoando o céu
Querendo lhe seqüestrar
Nesta noite nada viu
Que pudesse entreter
Quando da sala saiu
Sem nada ali entender
A professora sentiu
Que ele nada ouviu
E foi sondar pra saber:
"O que há com o senhor
Que nada quis comentar
Parece que não gostou
Da aula, do ensinar"
Ele disse: "não senhora
Eu tava meio por fora
Nada tenho a me queixar"
Ela insistiu: "o senhor
Tava absorto, perdido
Eu lhe peço, por favor
Não se sinta preterido
Se estiver desgostoso
Ou quem sabe ansioso
Pode se abrir comigo"
"Não, senhora, Ave Maria
A aula é muito boa
Me desculpe eu não queria
Ofender sua pessoa
É que eu às vezes penso
Este mundão é imenso
E a vida da gente voa"
"Eu tô aqui nesta idade
Tentando aprendê lê
Pois na minha mocidade
Isto não podia sê
Vivia para o roçado
Ganhando pouco, empregado
Vivendo ao léu, a mercê"
"Por isso mesmo o senhor
Deve dar valor a vida
Se viveu, se batalhou
Se sofreu sua ferida
Deve lembrar o poeta
Que constrói a sua meta
Na palavra proferida"
Diga que "valeu a pena"
Pois tudo vale na vida
"Se a alma não é pequena"
Nela tudo tem guarida
Viva o daqui pra frente
Vale viver o presente
Desta vida comovida
Ele disse: "a senhora
Tá coberta de razão
O que disse só melhora
O meu velho coração
Vou, sim, aprendê a lê
E um dia hei de escrever
Um verso cheio de emoção"
"Com muito afinco e prazer
Meteu a fazer lição
Queria logo aprender
E abrir sua visão
Dizia a sua mulher
Agora eu boto fé
Que serei um cidadão"
No trabalho ele falava
Do mundo que descobria
O servente o olhava
E muito pouco entendia
Mexendo massa e cimento
Só via o mundo cinzento
Por que tanta euforia?
No caderno escrevia
O próprio nome: J-O-S-É
Em voz alta ele lia:
"Jota, ó, ésse e é"
Falava de sua história
Do que tinha na memória
Da vida como ela é
Assim fazia progresso
Mas as vezes se zangava
Quando pegava um impresso
E pouca coisa encontrava
Do mundo em que ele vivia
Pois toda coisa que lia
De outro mundo falava
Ficava desiludido
Com tanta dificuldade
Sentava meio abatido
Contava sua idade
"Já tenho sessenta anos
Eu nem posso fazê planos
De ir para faculdade"
Mas a mulher companheira
Que um pouco sabia ler
Dizia à sua maneira:
"Zé, não se deixe abatê
Tu lendo a tua vida
Melhorando tua lida
Já é bastante o crescê"
Zé ouvia aquilo tudo
E matutava, baixinho:
"Nunca vou tê um canudo
Sempre serei Zé Povinho
Esse negócio de lê
Contá, falá, escrevê
Não é bem o meu caminho"
Mas ao mesmo tempo via
Que muita coisa mudava
Quando ia a padaria
O troco ele contava
Fazia atenta sondagem
Lia toda embalagem
Daquilo que ali comprava
Ao tomar a condução
Ia no transporte certo
Ao receber um cartão
Já entendia correto
Uma ficha preenchia
Um jornal ele já lia
O mundo tava mais perto
Mas algo ele queria
E desejava fazer
Seria naquele dia
Não podia mais conter
Iria ele, afinal
Ao cartório eleitoral
Seu nome subscrever
Queria votar, então
E decidir seu destino
Ao apertar o botão
Não se sentir tão cretino
Queria ver o seu nome
Assinar seu sobrenome
Na folha de papel fino
E assim tudo se deu
Ele se sentiu completo
Vendo ali o nome seu
E não mais "analfabeto"
Que prazer ele sentia
Ate chorou nesse dia
Olhando do piso ao teto
Mas outro desejo tinha
E queria realizar
Faria uma cartinha
Pra seu amor declarar
Diria para Helena
Sua esposa: "Pequena,
não me canso de te amá"
Queria deixar escrito
O que nunca registrou
Num texto muito bonito
Falando só de amor
Queria dizer a ela
Igual se diz na novela:
Você é a minha flor!
Mas tinha aquela vergonha
Podia parecer tolo
Tem coisa que a gente sonha
E a vida passa o rolo
Um homem da sua idade
Falar de amor e saudade
Só tendo cara de bolo
Procurou a professora
E falou do Ceará
Da seca devastadora
Que ele já viu por lá
Disse que tinha um parente
Que gostava de repente
E lhe ensinou a gostar
Disse que nas cantorias
Dos cantadô de viola
Sempre tinha uma magia
Igualzinha a da escola
As palavra vinham vindo
E os verso iam saindo
La do fundo da cachola
Falou que ouviu cordel
Ser declamado na feira
Um poeta, um menestrel
Desses sem eira nem beira
Ensinava o povo lê
Sem grande esforço fazê
Somente na gemedeira
Disse que na sua terra
Tem verso para quem qué
E que lá tem uma serra
Por nome de Assaré
Onde um poeta roceiro
O maió dos brasileiro
Mal rabiscava um papé
O poeta Patativa
Que Deus o tenha no céu
Foi uma ave nativa
Para o país um troféu
Home de pouca leitura
Mas de palavra segura
Partiu envolto num véu
A professora propôs:
Que tal você recitar
Hoje, amanhã ou depois
Do poeta popular
Um verso bem empolgado
Pra lembrar do seu passado
E também do seu lugar?
Que tal você nos trazer
Um cordel para leitura
Para a gente conhecer
Esta augusta criatura:
Patativa do Assaré
Que o mundo sabe quem é
Cheio de força e candura
Zé ficou maravilhado
E disse: Eu trago, sim
Já estou emocionado
É importante pra mim
Lê algo que me encanta
Que minha alma levanta
Obrigado, meu Padim!
E assim foi que se deu
No final daquele ano
Zé, logo que amanheceu,
Já tava fazendo plano
Mas suas pernas tremiam
Os lábios estremeciam
Era grande o desengano
No trabalho mal falou
E o companheiro sentiu
Um aperto o sufocou
Sua voz ninguém ouviu
Tava nervoso, coitado
Não se achava preparado
Pra tarefa que assumiu
Chegando em casa de volta
Da construção que fazia
A mulher viu a revolta
Pois seu olhar não mentia
E disse: Ô meu José
Onde anda a tua fé
Que é tua garantia?
Tá nervoso, acabrunhado
Porque vai se apresentá
Teu terno tá engomado
Eu já vou me arrumá
Quero vê tu recitando
Lendo um verso e comentando
Etecetera e coisa e tá
O medo se agigantava
E José não quis comer
Toda noite ele jantava
Conversava como o quê
Mas nesta noite, tadinho
Mal bebeu um bucadinho
Do chá que mandou fazê
E então todos partiram
Para a comemoração
Os colegas consentiram
Na tal apresentação
José faria a leitura
Dum cordel da criatura
Mais famosa do sertão
Na platéia a lhe sorrir
A mulher e um vizinho
Também estava ali
O servente "Seu Toninho"
Os colegas orgulhosos
Todos muito atenciosos
Para ouvir o tal versinho
Zé foi chamado e aplaudido
Mas só Deus via a aflição
Ela tava tão perdido
Quase golfa o coração
Mas mesmo assim começou
Primeiro ele explicou
Quem foi Patativa, então
Disse que foi O Poeta
Mais sagrado do nordeste
Que sempre foi sua meta
Falar do cabra da peste
E que ficou conhecido
Por ser cantado e lido
Do litoral ao agreste
Sendo assim vou recitá
Um poema conhecido
Vaca Estrela e Boi Fubá
Foi gravado e foi ouvido
Um cantô do Ceará
Em sua voz fez soá
Em tom de pranto e gemido:
I
" Seu dotô, me dê licença
Pra minha história eu contá
Se hoje eu tou na terra estranha
E é bem triste o meu pená,
Mas já fui muito feliz
Vivendo no meu lugá
Eu tinha cavalo bom,
Gostava de campeá
E todo dia aboiava
Na portêra do currá
È ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
II
Eu sou fio do Nordeste,
Não nego meu naturá
Mas uma seca medonha
Me tanjeu de lá pra cá
La eu tinha meu gadinho
Não é bom nem maginá
Minha bela Vaca Estrela
E o meu lindo Boi Fubá,
Quando era de tardezinha
Eu começava a aboiá
Ê ê ê ê Vaca Estrela,
Ô ô ô ô Boi Fubá
III
Aquela seca medonha
Fez tudo se trapaiá;
Não nasceu capim no campo
Para o gado sustentá,
O sertão esturricou
Fez os açude secá
Morreu minha Vaca Estrela
Se acabou meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto tinha
Nunca mais pude aboiá
Ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá
IV
E hoje, nas terras do Su
Longe no torrão natá
Quando vejo em minha frente
Uma boiada passá
As água corre dos óio
Começo logo a chorá
Me lembro da Vaca Estrela
Me lembro do Boi Fubá;
Com sodade do Nordeste
Da vontade de aboiá
Ê ê ê ê Vaca Estrela
Ô ô ô ô Boi Fubá"
Todos então aplaudiram
A leitura emocionada
Muitos ali nunca ouviram
O som de uma toada
Ficaram muito tocados
Alguns choraram calados
Naquela noite encantada
A professora Luzia
Disse: Que bela leitura
Pois antes eu não sabia
Da sua desenvoltura
É bom a gente entender
E ver um leitor nascer
Ensinando outra cultura
Vejo que muito de vós
Se desencantam ao ler
Mas cabe sempre a nós
Procurar lhes conhecer
Pois é preciso criar
Formas de estimular
E o neoleitor envolver
Com um poema matuto
Zé mostrou que sabe ler
Ler a vida, ler o mundo
Ler um texto e escrever
Se reconhecer sujeito
Ler e ficar satisfeito
Por tudo ali entender
Escolhendo a leitura
Pelo autor e pelo tema
Mostrou de forma segura
Que aprecia um poema
Que fala do que lhe toca
E emoção lhe provoca
E faz a vida amena
Eis uma boa lição
Que Zé nos deu neste dia
Sua apresentação
Causa gosto e alegria
Estimula a prosseguir
A sonhar e evoluir
Com muita fé e magia
Zé, então, agradeceu
A condição de aprendiz
E tirou do bolso seu
Um pedacinho de giz
E disse: Quero escrevê
Para meus colega lê
O que meu coração diz
Do quadro se aproximou
E rabiscou devagar
A professora notou
Que ele estava a chorar
Uma frase desenhou
Dizendo: "Eu nada sou
Sem Helena a me amar"
Uma colega foi lendo
O que José escrevia
Helena se comovendo
Falar já não conseguia
Toninho, o companheiro
Decidiu-se bem ligeiro
Que também aprenderia
Falou para os presentes:
Eu farei como José
Estamos todos contentes
Vejo agora que da pé
Vou também aprender ler
Contar, falar, escrever
E amar minha mulher
Foi muito contagiante
O momento da leitura
A partir daquele instante
Surgia nova postura
Ficando ali declarado
Brasil Alfabetizado?
Pra todos literatura!
E assim se deu então
A história de Zé Leitor
Não foi contada em vão
Aqui fala o narrador
O nosso objetivo
É dizer que sem ter livro
Não vale o que se plantou
E livro de toda cor
Livro que fale de tudo
Não só livro de doutor
Nem só livro de estudo
Livro para relaxar
Para rir, para chorar
Para cego e para mudo
Que venha livro a mão-cheia
Que venha livro de esquema
Livros fartos para a ceia
Livro de reza e poema
Livro de gente modesta
De guerra, luto e festa
De romance e de cinema
Livro para estimular
A quem aprendeu a ler
Livro para conquistar
Quem não sabia escrever
Livro para abrir a mente
Que deixe a gente contente
E que se faça entender
Que ninguém deixe de ler
Porque não pode comprar
Que o povo possa viver
Literalmente a amar
A nossa literatura
Que representa a cultura
De todo canto que há
Assim então nós teremos
Um Brasil maravilhado
Pois todos nos já sabemos
Como se deu no passado
Poucos nesta terra liam
E quanto menos sabiam
Mas fácil eram enganados
Hoje com a educação
Para jovem e adulto
Não basta terem na mão
Um livro de grande vulto
É preciso estimular
O prazer de estudar
A partir do seu reduto
Aos poucos se vai sabendo
Que somos um universo
Quando se vai conhecendo
O valor que tem um verso
Pois na terra de José
Só se bota no papé
Aquilo em que tá imerso
Literatura em geral
Deve se patrocinar
Desde a cultura oral
Á mais moderna que há
Um blog de poesia
Pra se ler com alegria
Quando já se chegou lá
Por fim, que o Zé Leitor
Possa servir de esperança
E que cada professor
Equilibre na balança
Um pouco de seu saber
E do que pode aprender
Com velho, moço e criança
Que a escola do mundo
Mostre o seu conteúdo
Pois o saber mais profundo
Não se extrai só dum canudo
Que a leitura da vida
Possa ser a preferida
Tal qual num cinema mudo
Zé Leitor é ficção
Mas há na realidade
Abrindo o coração
Se vê José de verdade
Querendo ler um cordel
Ou rabiscando um papel
No campo ou na cidade
É só abrir a janela
E ver a realidade
Nem toda historia é novela
Nem todo choro é saudade
Nem todo texto se vende
Nem toda obra se entende
Nem todo velho é de idade
Nem todo Leitor é Zé
Nem toda obra é de arte
Nem todo pé tem chulé
Nem toda pausa é enfarte
Nem sempre o tempo é perdido
Nem todo escritor é lido
Nem tudo que trinca, parte
Nem sempre a educação
Corrigiu desigualdade
Nem toda proposição
Contempla a diversidade
Nem todo alfabetizado
Lê um texto emocionado
Com amor e sinceridade
Aqui fica o meu recado
Eu que adoro cordel
Se ficou interessado
Por este simples papel
Me manda uma carta, entao
Pois ninguém escreve em vão
Quando o limite é o céu!
sábado, 21 de agosto de 2010
O que o nosso corpo silencia - Daniela Martins Lima
Daniela Martins Lima (danimartlima@yahoo.com.br)
cidade: Patrocínio
estado: MG
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
categoria: OUTRAS
texto: O que o nosso corpo silencia?
Na busca incessante de um crescimento político-econômico e solução para os diversos conflitos que marcam o individuo e a sociedade, o nosso corpo é que tem pago um alto preço.
Diante da velocidade com que as mudanças ocorrem, muitas vezes nos passam desapercebidas as verdades colocadas como universalmente válidas e as adotamos como hábitos, costumes, como se elas não tivessem origem ou memória.
Somos públicos de uma indústria cultural que torna tudo atraente e digerível. As nossas necessidades são iguais, bem como incitam o nosso comportamento em sociedade. E, para isso, simplificam os temas, esvaziam o significado e disfarçam os conflitos sociais. E o nosso corpo é comparado como objeto de produção e consumo, posse, por uma dominação que quase não se vê.
Acredito que a vigilância para estarmos dentro dos padrões de beleza, comportamento, disciplina, consumismo, agride o ser humano sobretudo porque esse tipo de agressão gera sentimentos de culpa, sofrimento e dor e interferem na subjetividade.
Afinal de contas, que corpo é esse que a sociedade procura moldar às suas necessidades e qual é o corpo que revela a verdadeira autonomia do indivíduo?
A ditadura da beleza estimula que o indivíduo fique nú, mas que seja magro, bonito e bronzeado. Seja insistente, obstinado para alcançar formas perfeitas. Que consuma em demasia, se acomode, não questione. Que a liberação da sexualidade e do corpo seja a verdadeira autonomia do indivíduo.
Mais que imposições, um olhar mais profundo, nos faz ver que o ser humano, corpo social, não tem sido considerado em sua dignidade e essência. Tem-se sacrificado princípios, evidenciando que, pessoas tem sido subestimadas e modelos suplantado o ser humano. Valores tem sido invertidos. A vida banalizada. Corpo e mente colocados em campos opostos. E ao mesmo tempo em que somos livres, somos também ameaça quando nos falta a crítica, a reflexão de como temos conduzido o nosso corpo para um viver bem, dotado de consciência do nosso papel social e agente transformador do meio em que vivemos.
Padrões não vão deixar de existir. Mas reflitamos o que é que o nosso corpo silencia. E que nessa voz que cala possa haver um gemido de dor, de fome, de exclusão, um grito de socorro para que tenha sua autonomia.
Lamentavelmente existe uma distância considerável entre o coerente e a realidade prática, no entanto, não deixe que silenciem o seu padrão mais precioso: a sua consciência.
Daniela Martins Lima. Educadora Física. Patrocínio/MG.
cidade: Patrocínio
estado: MG
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
categoria: OUTRAS
texto: O que o nosso corpo silencia?
Na busca incessante de um crescimento político-econômico e solução para os diversos conflitos que marcam o individuo e a sociedade, o nosso corpo é que tem pago um alto preço.
Diante da velocidade com que as mudanças ocorrem, muitas vezes nos passam desapercebidas as verdades colocadas como universalmente válidas e as adotamos como hábitos, costumes, como se elas não tivessem origem ou memória.
Somos públicos de uma indústria cultural que torna tudo atraente e digerível. As nossas necessidades são iguais, bem como incitam o nosso comportamento em sociedade. E, para isso, simplificam os temas, esvaziam o significado e disfarçam os conflitos sociais. E o nosso corpo é comparado como objeto de produção e consumo, posse, por uma dominação que quase não se vê.
Acredito que a vigilância para estarmos dentro dos padrões de beleza, comportamento, disciplina, consumismo, agride o ser humano sobretudo porque esse tipo de agressão gera sentimentos de culpa, sofrimento e dor e interferem na subjetividade.
Afinal de contas, que corpo é esse que a sociedade procura moldar às suas necessidades e qual é o corpo que revela a verdadeira autonomia do indivíduo?
A ditadura da beleza estimula que o indivíduo fique nú, mas que seja magro, bonito e bronzeado. Seja insistente, obstinado para alcançar formas perfeitas. Que consuma em demasia, se acomode, não questione. Que a liberação da sexualidade e do corpo seja a verdadeira autonomia do indivíduo.
Mais que imposições, um olhar mais profundo, nos faz ver que o ser humano, corpo social, não tem sido considerado em sua dignidade e essência. Tem-se sacrificado princípios, evidenciando que, pessoas tem sido subestimadas e modelos suplantado o ser humano. Valores tem sido invertidos. A vida banalizada. Corpo e mente colocados em campos opostos. E ao mesmo tempo em que somos livres, somos também ameaça quando nos falta a crítica, a reflexão de como temos conduzido o nosso corpo para um viver bem, dotado de consciência do nosso papel social e agente transformador do meio em que vivemos.
Padrões não vão deixar de existir. Mas reflitamos o que é que o nosso corpo silencia. E que nessa voz que cala possa haver um gemido de dor, de fome, de exclusão, um grito de socorro para que tenha sua autonomia.
Lamentavelmente existe uma distância considerável entre o coerente e a realidade prática, no entanto, não deixe que silenciem o seu padrão mais precioso: a sua consciência.
Daniela Martins Lima. Educadora Física. Patrocínio/MG.
Duas importantes figuras: meu "vô" e meu "vô" - *Eneida Souza Cintra
Eneida Souza Cintra (eneidasouza@uol.com.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
categoria: ESTÓRIAS
titulo: Duas importantes figuras: meu "vô" e meu "vô"
texto:
DUAS IMPORTANTES FIGURAS:
MEU VÔ E MEU VÔ
Sinto-me uma privilegiada: neta de duas pessoas especiais e ao mesmo tempo diametralmente opostas - ambos da mesma cidade do interior paulista.
Enquanto um deles esbanjava inteligência e distribuía conhecimento, o outro era todo carinho e dengo.
Enquanto um registrava suas idéias no jornal da cidade, o outro se atinha ao sabor da leitura.
Enquanto um, com sua sagacidade coloria seu pensamento com ironia e irreverência, o outro era cúmplice de sua própria vida com sincera intimidade.
Enquanto um deles "pulava" de cidade em cidade com mulher e filhos, o outro aprofundava raízes na terra onde nascera. O "pulador", irrequieto buscava experimentar sensações novas; o "assentado" necessitava de uma platéia para demonstrar seus dotes intelectuais conquistada no curso dos anos. Um satisfazia-se com as emoções vividas que surgiam pela exploração do desconhecido (troca de emprego, aventuras amorosas); o outro agarrava-se à rotina.
Enquanto a sisudez e seriedade acompanhava o semblante de um, o outro me ensinava a sorrir, a brincar, a amar. Eu tinha de um lado a frieza racional acompanhando um modelo de inteligência impecável, cultura exacerbada advinda de uma atitude autodidata e de outro lado, o calor extremado pois assim se colocava no mundo - bastava-lhe alimentar-se de afeto e doar ternura.
Revendo o quadro numa distância de 50 anos, sinto o quão forte foram estas referências para mim; permitiram que vivenciasse simbolicamente o binômio razão/emoção: pensar e sentir. Estas comparações levaram-me a crer ainda mais no dito da psicologia - o homem é muito mais emoção do que razão pois, enquanto meu vô materno era transparente permitindo-se ser natural e espontâneo, desejando e sendo desejável, o vô paterno com seu pseudo distanciamento, lidando aparentemente só com a razão como única fonte de vida, era movido pela vaidade que pertence ao campo emocional.
Sou privilegiada por terem sido fortes modelos durante o decorrer da minha vida cada qual a seu modo. Como somos em parte, fruto do ambiente externo, penso no quanto colaboraram para a minha formação. Causa-me tristeza ao saber o quão pouco a sociedade atual valoriza a velhice, o pouco espaço que têm dentro da própria família. O falecer, através do olhar médico muitas vezes significa soro, sangue, UTI, alimentação artificial, o prolongar de algumas horas e/ou dias. Até que ponto é benéfico? Não sei ... apenas reflito ... Meus vôs foram respeitados: morreram nas próprias camas, em suas casas; o mais racional, de acordo com a vida que escolheu para si, faleceu só; os ouvintes que o sustentavam não faziam parte de sua intimidade. O outro foi-se, rodeado das sementes que plantou: filhos e netos. Ambos puderam escolher.
Eneida Souza Cintra - Psicóloga
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
categoria: ESTÓRIAS
titulo: Duas importantes figuras: meu "vô" e meu "vô"
texto:
DUAS IMPORTANTES FIGURAS:
MEU VÔ E MEU VÔ
Sinto-me uma privilegiada: neta de duas pessoas especiais e ao mesmo tempo diametralmente opostas - ambos da mesma cidade do interior paulista.
Enquanto um deles esbanjava inteligência e distribuía conhecimento, o outro era todo carinho e dengo.
Enquanto um registrava suas idéias no jornal da cidade, o outro se atinha ao sabor da leitura.
Enquanto um, com sua sagacidade coloria seu pensamento com ironia e irreverência, o outro era cúmplice de sua própria vida com sincera intimidade.
Enquanto um deles "pulava" de cidade em cidade com mulher e filhos, o outro aprofundava raízes na terra onde nascera. O "pulador", irrequieto buscava experimentar sensações novas; o "assentado" necessitava de uma platéia para demonstrar seus dotes intelectuais conquistada no curso dos anos. Um satisfazia-se com as emoções vividas que surgiam pela exploração do desconhecido (troca de emprego, aventuras amorosas); o outro agarrava-se à rotina.
Enquanto a sisudez e seriedade acompanhava o semblante de um, o outro me ensinava a sorrir, a brincar, a amar. Eu tinha de um lado a frieza racional acompanhando um modelo de inteligência impecável, cultura exacerbada advinda de uma atitude autodidata e de outro lado, o calor extremado pois assim se colocava no mundo - bastava-lhe alimentar-se de afeto e doar ternura.
Revendo o quadro numa distância de 50 anos, sinto o quão forte foram estas referências para mim; permitiram que vivenciasse simbolicamente o binômio razão/emoção: pensar e sentir. Estas comparações levaram-me a crer ainda mais no dito da psicologia - o homem é muito mais emoção do que razão pois, enquanto meu vô materno era transparente permitindo-se ser natural e espontâneo, desejando e sendo desejável, o vô paterno com seu pseudo distanciamento, lidando aparentemente só com a razão como única fonte de vida, era movido pela vaidade que pertence ao campo emocional.
Sou privilegiada por terem sido fortes modelos durante o decorrer da minha vida cada qual a seu modo. Como somos em parte, fruto do ambiente externo, penso no quanto colaboraram para a minha formação. Causa-me tristeza ao saber o quão pouco a sociedade atual valoriza a velhice, o pouco espaço que têm dentro da própria família. O falecer, através do olhar médico muitas vezes significa soro, sangue, UTI, alimentação artificial, o prolongar de algumas horas e/ou dias. Até que ponto é benéfico? Não sei ... apenas reflito ... Meus vôs foram respeitados: morreram nas próprias camas, em suas casas; o mais racional, de acordo com a vida que escolheu para si, faleceu só; os ouvintes que o sustentavam não faziam parte de sua intimidade. O outro foi-se, rodeado das sementes que plantou: filhos e netos. Ambos puderam escolher.
Eneida Souza Cintra - Psicóloga
O "velho" como contador de histórias - * Eneida Souza Cintra
Eneida Souza Cintra (eneidasouza@uol.com.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
titulo: O "velho" como contador de histórias
O "VELHO" COMO CONTADOR DE HISTÓRIA: UM BENEFÍCIO PARA TODOS.
* Eneida Souza Cintra
Embora querendo me dirigir à terceira idade, começo fazendo uma retrospectiva e um paralelo entre os atuais "sessentões" e o "trintões".
Existem verdades irrefutáveis:
- aos mais velhos: todos fomos bonitinhos, mocinhos, "durinhos", magrinhos.
- aos mais jovens: todos chegarão às rugas, à calvície ou ao cabelo branco.
Durante este processo, todos passamos do riso infantil à contestação da adolescência, enfrentando o famoso conflito de gerações. Ao atingirmos a fase adulta definimos com um pouco mais de clareza nossos valores buscando dirigir a vida com maior independência.
Ultrapassada estas fases, há o preparo para a vida prática. Nesta época, é comum já estarmos em companhia de alguém que, tendo feito um trajeto semelhante conseguiu seqüestrar sentimentos afetivos, surgindo o desejo do compartilhar, inerente ao ser humano tanto biologica como psicologicamente.
No entanto, embora todos tenhamos passado por estas etapas e outros ainda o farão, noto uma grande diferença entre estas duas gerações enquanto esforço para ultrapassar estas fases que devem ser sempre muito lembradas, até exaltadas pelos mais velhos: - as universidades em menor número exigiam do candidato dedicação plena: não havia férias, feriados e fins de semana - nem todos conseguiam atingir o patamar desejado; assim, a luta pela sobrevivência começava mais cedo: antes dos dezoito anos já se trabalhava como estafeta, vendedor, optava-se pelo funcionalismo público para ser " escriturário", pequeno comerciante, etc. Absolutamente não quero dizer que tenham desaparecido estas funções; quero dizer apenas que as opções da época estavam mais voltadas a este perfil quando viam inviabilidade de uma formação acadêmmica. Não havia a possibilidade de " esticar" a adolescência.
Com todo este preâmbulo, o que quero dizer é que a responsabilidade sobre a própria vida, a busca para sair do ovo materno, a luta pela independência me parece ser mais pertinente à geração mais velha do que a atual pois não se tinha possibilidade de escolha: ou ingressava-se rapidinho no terceiro nível ou ia-se trabalhar para ajudar tanto a família como a si próprio constituindo novo núcleo.
Sobressaio isto porque não é incomum a tendência do mais velho olhar para trás e pensar naquilo que poderia ter feito e não naquilo que de fato produziu, fez, lutou. O fato de estar, algumas vezes aposentado, leva-o a viver e sentir apenas o presente ajuizando-se sem utilidade, rejeitando-se e sendo rejeitado por não mais produzir, constatação que oempurrando à um estado deprimido.
Não quero denegrir o jovem atual mas, gostaria de lembrar aos mais velhos o quanto se sobressaíram no decorrer da vida, o quanto se doaram para chegar ao sustento da família, o quanto valor existiu na luta, quantas passagens difíceis foram superadas, com que orgulho devem olhar para os descendentes sabendo-se colaboradores maiores desta juventude, mesmo estando os filhos entre aqueles que não tendo obtido o êxito esperado, mantém os pais como provedores.
Meu convite é para que todos pensem nas suas vitórias, nas suas origens, nas transformações que propiciaram na vida dos outros, na própria vida e a grande colaboração que fizeram junto à sociedade.
Colaborando com este quadro, a sociedade esquece que os benefícios que vivem no presente, deve-se ao passado construído por aqueles que estão com idade mais avançada. Ao invés de colherem informações, de exaltarem as construções feitas nos mais diversos setores e transformarem o " velho" numa escola de aprendizes, além de ignora-los,não é incomum imprimir-se um tom de menosprezo. A pouca valorização é injusta principalmente por ser regra da natureza a passagem por todas estas etapas.
Não querendo absolutamente denegrir o trabalho de historiadores (pelo contrário, exalto-os), é muito interessante ouvir as experiências vividas, é muito rico tomar conhecimento através de depoimentos de quem viveu a história com os detalhes que envolvia família, preocupações, atitudes tomadas, mudanças que precisaram acontecer mediante algum fato significativo (política, revoluções, o aparecimento da tecnologia, as transformações de hábitos sociais, etc). Poderíamos dizer que o que estudamos nos livros seriam completados com o relato oral ou com um registro " caseiro" que vem, com certeza carregado de emoção.
Treinar o ouvido atentando às informações que o idoso tem a ofertar é, não só benefício para ele que se sentirá sustentado e apoiado como também fonte riquíssima de aprendizagem podendo-se fazer paralelos entre o hoje e o ontem.
Se faz necessário enaltecer-se em relação aos anos que ultrapassaram, relembrar com satisfação do que fizeram, imprimir alegria nas conquistas, olhar o que passou carregado de satisfação.
Façamos do "velho" um grande contador de histórias! Todos teremos muito a ganhar!
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
titulo: O "velho" como contador de histórias
O "VELHO" COMO CONTADOR DE HISTÓRIA: UM BENEFÍCIO PARA TODOS.
* Eneida Souza Cintra
Embora querendo me dirigir à terceira idade, começo fazendo uma retrospectiva e um paralelo entre os atuais "sessentões" e o "trintões".
Existem verdades irrefutáveis:
- aos mais velhos: todos fomos bonitinhos, mocinhos, "durinhos", magrinhos.
- aos mais jovens: todos chegarão às rugas, à calvície ou ao cabelo branco.
Durante este processo, todos passamos do riso infantil à contestação da adolescência, enfrentando o famoso conflito de gerações. Ao atingirmos a fase adulta definimos com um pouco mais de clareza nossos valores buscando dirigir a vida com maior independência.
Ultrapassada estas fases, há o preparo para a vida prática. Nesta época, é comum já estarmos em companhia de alguém que, tendo feito um trajeto semelhante conseguiu seqüestrar sentimentos afetivos, surgindo o desejo do compartilhar, inerente ao ser humano tanto biologica como psicologicamente.
No entanto, embora todos tenhamos passado por estas etapas e outros ainda o farão, noto uma grande diferença entre estas duas gerações enquanto esforço para ultrapassar estas fases que devem ser sempre muito lembradas, até exaltadas pelos mais velhos: - as universidades em menor número exigiam do candidato dedicação plena: não havia férias, feriados e fins de semana - nem todos conseguiam atingir o patamar desejado; assim, a luta pela sobrevivência começava mais cedo: antes dos dezoito anos já se trabalhava como estafeta, vendedor, optava-se pelo funcionalismo público para ser " escriturário", pequeno comerciante, etc. Absolutamente não quero dizer que tenham desaparecido estas funções; quero dizer apenas que as opções da época estavam mais voltadas a este perfil quando viam inviabilidade de uma formação acadêmmica. Não havia a possibilidade de " esticar" a adolescência.
Com todo este preâmbulo, o que quero dizer é que a responsabilidade sobre a própria vida, a busca para sair do ovo materno, a luta pela independência me parece ser mais pertinente à geração mais velha do que a atual pois não se tinha possibilidade de escolha: ou ingressava-se rapidinho no terceiro nível ou ia-se trabalhar para ajudar tanto a família como a si próprio constituindo novo núcleo.
Sobressaio isto porque não é incomum a tendência do mais velho olhar para trás e pensar naquilo que poderia ter feito e não naquilo que de fato produziu, fez, lutou. O fato de estar, algumas vezes aposentado, leva-o a viver e sentir apenas o presente ajuizando-se sem utilidade, rejeitando-se e sendo rejeitado por não mais produzir, constatação que oempurrando à um estado deprimido.
Não quero denegrir o jovem atual mas, gostaria de lembrar aos mais velhos o quanto se sobressaíram no decorrer da vida, o quanto se doaram para chegar ao sustento da família, o quanto valor existiu na luta, quantas passagens difíceis foram superadas, com que orgulho devem olhar para os descendentes sabendo-se colaboradores maiores desta juventude, mesmo estando os filhos entre aqueles que não tendo obtido o êxito esperado, mantém os pais como provedores.
Meu convite é para que todos pensem nas suas vitórias, nas suas origens, nas transformações que propiciaram na vida dos outros, na própria vida e a grande colaboração que fizeram junto à sociedade.
Colaborando com este quadro, a sociedade esquece que os benefícios que vivem no presente, deve-se ao passado construído por aqueles que estão com idade mais avançada. Ao invés de colherem informações, de exaltarem as construções feitas nos mais diversos setores e transformarem o " velho" numa escola de aprendizes, além de ignora-los,não é incomum imprimir-se um tom de menosprezo. A pouca valorização é injusta principalmente por ser regra da natureza a passagem por todas estas etapas.
Não querendo absolutamente denegrir o trabalho de historiadores (pelo contrário, exalto-os), é muito interessante ouvir as experiências vividas, é muito rico tomar conhecimento através de depoimentos de quem viveu a história com os detalhes que envolvia família, preocupações, atitudes tomadas, mudanças que precisaram acontecer mediante algum fato significativo (política, revoluções, o aparecimento da tecnologia, as transformações de hábitos sociais, etc). Poderíamos dizer que o que estudamos nos livros seriam completados com o relato oral ou com um registro " caseiro" que vem, com certeza carregado de emoção.
Treinar o ouvido atentando às informações que o idoso tem a ofertar é, não só benefício para ele que se sentirá sustentado e apoiado como também fonte riquíssima de aprendizagem podendo-se fazer paralelos entre o hoje e o ontem.
Se faz necessário enaltecer-se em relação aos anos que ultrapassaram, relembrar com satisfação do que fizeram, imprimir alegria nas conquistas, olhar o que passou carregado de satisfação.
Façamos do "velho" um grande contador de histórias! Todos teremos muito a ganhar!
Ao idoso, minha deferência - Eneida Souza Cintra
Eneida Souza Cintra (eneidasouza@uol.com.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
categoria: OUTRAS
Ao idoso, minha deferência!!
* Eneida Souza Cintra
Deferência não só pelo que foi, pelo que constatou, como pelo que é.
Deferência pela construção histórica que lhe faz personagem.
Deferência pelas vidas que semeou, pelas marcas que deixou, pela cultura absorvida e devolvida para aqueles que com eles conviveram.
Deferência pela privilégio que apenas alguns têm de conviver com um idoso.
Temos: verdadeiros arquivos vivos precisando ser resgatados e.......desprezamos.
Temos: relatos vivos de episódios históricos vividos e ...........desconsideramos.
Temos: uma sabedoria de vida querendo ser passada e .........desvalorizamos.
Constato que o desprezo pela experiência, que o desprezo pela história de cada um, esquecendo-se de vê-los como fragmento extremamente importante para a construção da cultura, está sendo imprimido nos nossos valores morais.
Valoriza-se:
- a ansiedade que, antes de levar ao stress, desperta um comportamento competitivo, extremamente ágil - aprovado pelo atual modus vivendi
- o descartável porque vai rapidamente desocupar o lugar para outra conquista gerando alta rotatividade - aprovado pela política de consumo.
- o poder do mais forte, daquele que tem mais, daquele que ganha - aprovado pela sociedade capitalista.
Isto posto enquanto crença pessoal, trabalho sobre a possibilidade deste indivíduo se colocar novamente na sociedade como forte colaborador. Opto por esta postura tendo em vista enxergá-la como mais saudável no lugar da tentativa inocente de fazer os mais jovens modificarem suas crenças. Primeiro há que se fazer presente; a valorização virá como conseqüência.
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
categoria: OUTRAS
Ao idoso, minha deferência!!
* Eneida Souza Cintra
Deferência não só pelo que foi, pelo que constatou, como pelo que é.
Deferência pela construção histórica que lhe faz personagem.
Deferência pelas vidas que semeou, pelas marcas que deixou, pela cultura absorvida e devolvida para aqueles que com eles conviveram.
Deferência pela privilégio que apenas alguns têm de conviver com um idoso.
Temos: verdadeiros arquivos vivos precisando ser resgatados e.......desprezamos.
Temos: relatos vivos de episódios históricos vividos e ...........desconsideramos.
Temos: uma sabedoria de vida querendo ser passada e .........desvalorizamos.
Constato que o desprezo pela experiência, que o desprezo pela história de cada um, esquecendo-se de vê-los como fragmento extremamente importante para a construção da cultura, está sendo imprimido nos nossos valores morais.
Valoriza-se:
- a ansiedade que, antes de levar ao stress, desperta um comportamento competitivo, extremamente ágil - aprovado pelo atual modus vivendi
- o descartável porque vai rapidamente desocupar o lugar para outra conquista gerando alta rotatividade - aprovado pela política de consumo.
- o poder do mais forte, daquele que tem mais, daquele que ganha - aprovado pela sociedade capitalista.
Isto posto enquanto crença pessoal, trabalho sobre a possibilidade deste indivíduo se colocar novamente na sociedade como forte colaborador. Opto por esta postura tendo em vista enxergá-la como mais saudável no lugar da tentativa inocente de fazer os mais jovens modificarem suas crenças. Primeiro há que se fazer presente; a valorização virá como conseqüência.
Pássaro ferido - Daniela Martins Lima
Daniela Martins Lima (danimartlima@yahoo.com.br)
cidade: Patrocínio
estado: MG
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
Pássaro ferido
texto: Da gaiola contemplava o céu
As flores no jardim
Os frutos frescos nas árvores
E a água que corria solta
Cantava ao som da regente natureza
No coral dos pássaros presos
No tenor dos assombrantes medos
No baixo da escaldante solidão
No contralto das sequentes quedas
No soprano dos vazios assovios
Cantava ao som dos aplausos da multidão
No palco das dores grades
No cenário de sol
No figurino de praxe
No monólogo das dores graves
Da gaiola contemplava e era livre
Via o céu
As flores no jardim
Os frutos frescos nas árvores
E a água que corria solta
Um dia tive calor e vi o céu
Tive fome e vi os frutos
Tive sede e vi a água
E de tanto me esforçar
Tornei-me um pássaro ferido
E do canto restou um gemido
Dos aplausos um silêncio aviso
De que na multidão não havia amigo
Estava preso, com medo, na solidão, depois das sequentes quedas e assovios vazios
O coral se desfez e no monólogo das dores
O palco se encheu de cores
E num cenário de luz
Me abriu a porta Jesus
Mudou meu figurino
Passei de pássaro ferido
A ser livre sem perigo
No coração de Deus.
cidade: Patrocínio
estado: MG
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
Pássaro ferido
texto: Da gaiola contemplava o céu
As flores no jardim
Os frutos frescos nas árvores
E a água que corria solta
Cantava ao som da regente natureza
No coral dos pássaros presos
No tenor dos assombrantes medos
No baixo da escaldante solidão
No contralto das sequentes quedas
No soprano dos vazios assovios
Cantava ao som dos aplausos da multidão
No palco das dores grades
No cenário de sol
No figurino de praxe
No monólogo das dores graves
Da gaiola contemplava e era livre
Via o céu
As flores no jardim
Os frutos frescos nas árvores
E a água que corria solta
Um dia tive calor e vi o céu
Tive fome e vi os frutos
Tive sede e vi a água
E de tanto me esforçar
Tornei-me um pássaro ferido
E do canto restou um gemido
Dos aplausos um silêncio aviso
De que na multidão não havia amigo
Estava preso, com medo, na solidão, depois das sequentes quedas e assovios vazios
O coral se desfez e no monólogo das dores
O palco se encheu de cores
E num cenário de luz
Me abriu a porta Jesus
Mudou meu figurino
Passei de pássaro ferido
A ser livre sem perigo
No coração de Deus.
Amado meu - Daniela Martins Lima
Daniela Martins Lima (danimartlima@yahoo.com.br)
cidade: Patrocínio
estado: MG
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
categoria: POESIAS
titulo: Amado meu
Tudo o que eu queria era te amar
Você surgiu e não pude me conter
Parecia uma criança entre risos e lágrimas
O doce mais doce que o mel
Puro e cristalino
Sabia que um dia ia chegar prá me visitar
Mas não consegui que ficasse tão perto de mim
Não te conhecia direito
mas gostei da sua mansa companhia
Assim quando voltou tudo passou a ser mais alegre
E já não sabia o que era sonho ou realidade
Não entendia mas já te amava
Tinha saudades na lida do dia
Mas logo cantava o amor
que dentro de mim por ti gritava
Passou a ser o único e melhor de todos os amores
O mais fiel a quem mais dedicava
Não é que contigo não chorei nem sofri
Por ti de muitas coisas até desisti
Mas sabe por que?
Só por te amar
O teu amor é incomparável
Me fez a mais amada
A mais respeitada
E a mais protegida
Nunca ninguém fez tanto por mim
Chegou sem pedir nada
Não me apontou, não julgou, me esperou
E se entregou por mim
Como criança não viu em mim o que sou
Me amou, exaltou, glorificou
E por me amar se entregou
Pagou o preço, se sacrificou
Ele vive fazendo de tudo prá me agradar
E eu, eu só sei te amar
Eu vivo prá te amar
Tu és o meu caminho, a minha verdade e a minha vida
Te amo JESUS.
cidade: Patrocínio
estado: MG
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
categoria: POESIAS
titulo: Amado meu
Tudo o que eu queria era te amar
Você surgiu e não pude me conter
Parecia uma criança entre risos e lágrimas
O doce mais doce que o mel
Puro e cristalino
Sabia que um dia ia chegar prá me visitar
Mas não consegui que ficasse tão perto de mim
Não te conhecia direito
mas gostei da sua mansa companhia
Assim quando voltou tudo passou a ser mais alegre
E já não sabia o que era sonho ou realidade
Não entendia mas já te amava
Tinha saudades na lida do dia
Mas logo cantava o amor
que dentro de mim por ti gritava
Passou a ser o único e melhor de todos os amores
O mais fiel a quem mais dedicava
Não é que contigo não chorei nem sofri
Por ti de muitas coisas até desisti
Mas sabe por que?
Só por te amar
O teu amor é incomparável
Me fez a mais amada
A mais respeitada
E a mais protegida
Nunca ninguém fez tanto por mim
Chegou sem pedir nada
Não me apontou, não julgou, me esperou
E se entregou por mim
Como criança não viu em mim o que sou
Me amou, exaltou, glorificou
E por me amar se entregou
Pagou o preço, se sacrificou
Ele vive fazendo de tudo prá me agradar
E eu, eu só sei te amar
Eu vivo prá te amar
Tu és o meu caminho, a minha verdade e a minha vida
Te amo JESUS.
Eis-me aqui - Daniela Martins Lima
Daniela Martins Lima (danimartlima@yahoo.com.br)
cidade: Patrocínio
estado: MG
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
categoria: POESIAS
titulo: Eis-me aqui
texto: Sei que estás aqui ó Altíssimo
Não saberia como explicar
A razão de tanto procurar
A não ser no teu olhar
Rasguei minhas vestes
Serrei meus lábios
E pude contemplar
A mais perfeita forma de amar
Lembrei-me de TI
E só pude me entregar
Porque não há outra razão prá sonhar
Senão o de Te amar
Eis-me aqui
Amado meu
Resplandescência da manhã
Luz do mundo
Pão da vida
Alimento meu
Sacia-me até encher-me
Sara-me, renova-me
Me leva em teus braços
Sonho meu
Gesto de amor
Me abraça e me sustenta
Em tuas forte mãos
Eis-me aqui JESUS.
Daniela Martins Lima. Educadora Física/Gerontologia. Patrocínio/MG
cidade: Patrocínio
estado: MG
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
categoria: POESIAS
titulo: Eis-me aqui
texto: Sei que estás aqui ó Altíssimo
Não saberia como explicar
A razão de tanto procurar
A não ser no teu olhar
Rasguei minhas vestes
Serrei meus lábios
E pude contemplar
A mais perfeita forma de amar
Lembrei-me de TI
E só pude me entregar
Porque não há outra razão prá sonhar
Senão o de Te amar
Eis-me aqui
Amado meu
Resplandescência da manhã
Luz do mundo
Pão da vida
Alimento meu
Sacia-me até encher-me
Sara-me, renova-me
Me leva em teus braços
Sonho meu
Gesto de amor
Me abraça e me sustenta
Em tuas forte mãos
Eis-me aqui JESUS.
Daniela Martins Lima. Educadora Física/Gerontologia. Patrocínio/MG
Amar - EleonoraE.H.M.Mascolo
EleonoraE.H.M.Mascolo (lelemascolo@ig.com.br)
cidade: Canoas
estado: RS
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
categoria: MENSAGENS
titulo: Amar
texto: Amar significa amar o que édifícil de ser amado,do contrário não será virtude alguma;perdoarsignifica perdoar o inperdoável,do contrário não será virtude alguma;fé significa
crer no inacreditável,do contrário não
será virtude.E esperar significa esperar quando já não ha esperança,do contrário não será virtude alguma.
Gilbert K.C
cidade: Canoas
estado: RS
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
categoria: MENSAGENS
titulo: Amar
texto: Amar significa amar o que édifícil de ser amado,do contrário não será virtude alguma;perdoarsignifica perdoar o inperdoável,do contrário não será virtude alguma;fé significa
crer no inacreditável,do contrário não
será virtude.E esperar significa esperar quando já não ha esperança,do contrário não será virtude alguma.
Gilbert K.C
Meu dia começa assim.. - Gloria Maria Moyses Orlando
Gloria Maria Moyses Orlando (gmary_57@yahoo.com.br)
cidade: Rio de Janeiro
estado: RJ
idade: De 51 a 60 anos
sexo: feminino
categoria: POESIAS
titulo: Meu dia começa assim..
texto: Meus pensamentos são tristes, nesse momento em que a vida se tornou sem sentido.
Gostaria de não estar assim, mas, não consigo andar e sorrir mais.
O tempo passou tão rápido, meus filhos cresceram, a casa parece tão vazia.
Meus pensamentos até onde vão?As vezes me pergunto porque fiquei assim?
Olho em volta a solidão me trás uma pontinha de depressão.
Preciso me levantar, olhar o sol, olhar as pessoas...Simplesmente viver.
Me olhar no espelho, e, descobrir, porque ,estou assim..
Parei no tempo, no espaço, as, vezes, nem sei que dia é o de ontem , nem o de hoje.
A falta de vontade me corroe, e, nessas frases tristes, não me consolo.
Quero continuar ,tem vida aqui dentro de mim.
Não quero desistir, ainda sou nova, mesmo que não enxergue, com meus olhos..
Alguem me falou que eu estou ótima, eu não acreditei.
Meus olhos , não sabem fingir, tento até disfarçar, mas, não adianta.
Me visto lindamente ,mas, parece que não dá para me ver linda.
Os dias vão passando, e meus dias , começam assim .
O frio invade minha alma triste, tento não sentir nada, nem tristeza nem alegria.
A música se faz presente em minha existência, me alegro danço, mas, quando tudo acaba, volto a me olhar mais uma vez....
Meu dia começa hoje assim...Amanhã..
Amanhã um outro dia nascerá...
Talvez esse poema se torne apenas esse momento, vivido,e o brilho das estrelas no céu de noitinha, me façam , sonhar outra vez.
cidade: Rio de Janeiro
estado: RJ
idade: De 51 a 60 anos
sexo: feminino
categoria: POESIAS
titulo: Meu dia começa assim..
texto: Meus pensamentos são tristes, nesse momento em que a vida se tornou sem sentido.
Gostaria de não estar assim, mas, não consigo andar e sorrir mais.
O tempo passou tão rápido, meus filhos cresceram, a casa parece tão vazia.
Meus pensamentos até onde vão?As vezes me pergunto porque fiquei assim?
Olho em volta a solidão me trás uma pontinha de depressão.
Preciso me levantar, olhar o sol, olhar as pessoas...Simplesmente viver.
Me olhar no espelho, e, descobrir, porque ,estou assim..
Parei no tempo, no espaço, as, vezes, nem sei que dia é o de ontem , nem o de hoje.
A falta de vontade me corroe, e, nessas frases tristes, não me consolo.
Quero continuar ,tem vida aqui dentro de mim.
Não quero desistir, ainda sou nova, mesmo que não enxergue, com meus olhos..
Alguem me falou que eu estou ótima, eu não acreditei.
Meus olhos , não sabem fingir, tento até disfarçar, mas, não adianta.
Me visto lindamente ,mas, parece que não dá para me ver linda.
Os dias vão passando, e meus dias , começam assim .
O frio invade minha alma triste, tento não sentir nada, nem tristeza nem alegria.
A música se faz presente em minha existência, me alegro danço, mas, quando tudo acaba, volto a me olhar mais uma vez....
Meu dia começa hoje assim...Amanhã..
Amanhã um outro dia nascerá...
Talvez esse poema se torne apenas esse momento, vivido,e o brilho das estrelas no céu de noitinha, me façam , sonhar outra vez.
Labuta infantil - Suely Aparecida Schraner
suely aparecida schraner (cgestorveerios@gmail.com)
cidade: são paulo
estado: SP
idade: De 51 a 60 anos
sexo: feminino
texto: Labuta infantil
Por: Suely Aparecida Schraner
Menininha na olaria
Seis aninhos na soalheira
Em cima do caminhão
Ajeitando a tijoleira
Adobe quente na mão
A vida uma trabalheira
Ajuda o pai e a mãe
Passa o dia veja só
Trabalho de gente grande
Tão cansada que faz dó
De noite depois da lida
A mão uma bolha só
Labuta tanto e então
O pai lhe fala bobeira
Diz que é bom pr′uma menina
Ser também a cozinheira
′Quero isso não, paizinho′
Prefiro mais ser oleira
Dorme e sonha que um dia
Virá a fada madrinha
Salva ela desta faina
Lhe traz uma bonequinha
Ri alto, brinca e acorda
Levanta e vai pra cozinha
De volta pra olaria
Vai pensando e vai contente
Sonha ser menina grande
Ser tratada como gente
Ver o dia de findar
As agruras do batente
12 Junho dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil
cidade: são paulo
estado: SP
idade: De 51 a 60 anos
sexo: feminino
texto: Labuta infantil
Por: Suely Aparecida Schraner
Menininha na olaria
Seis aninhos na soalheira
Em cima do caminhão
Ajeitando a tijoleira
Adobe quente na mão
A vida uma trabalheira
Ajuda o pai e a mãe
Passa o dia veja só
Trabalho de gente grande
Tão cansada que faz dó
De noite depois da lida
A mão uma bolha só
Labuta tanto e então
O pai lhe fala bobeira
Diz que é bom pr′uma menina
Ser também a cozinheira
′Quero isso não, paizinho′
Prefiro mais ser oleira
Dorme e sonha que um dia
Virá a fada madrinha
Salva ela desta faina
Lhe traz uma bonequinha
Ri alto, brinca e acorda
Levanta e vai pra cozinha
De volta pra olaria
Vai pensando e vai contente
Sonha ser menina grande
Ser tratada como gente
Ver o dia de findar
As agruras do batente
12 Junho dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil
FUGA DA DENGUE E, DOS PERNILONGOS! - Sebastião Antônio Baracho
Sebastião Antônio Baracho (conanbaracho@uol.com.br)
cidade: Coronel Fabriciano-MG.
estado: MG
idade: De 71 a 80 anos
titulo: FUGA DA DENGUE E, DOS PERNILONGOS!
texto: De certo período para cá, temos sido incomodados, maleficamente, por vários insetos e mosquitos diversificados, nos causando infecções viróticas! Resultantes em febres, dores e lesões constantes e, além disso, nos prejudicando o sossego noturno com os seus zumbidos seqüentes (pernilongos).
Os Governantes têm tentado nos proteger com "fumacês" sobre as nossas propriedades e quintais que, diga-se de passagem, tem um odor horrível.
Para nos livrar das picadas dos pernilongos, cujos ruídos intermitentes, incomodam tanto quanto às suas picadas potentes, temos que nos isolar com cortinados transparentes que nos tolhem os movimentos, mas, somente diminui os ruídos Deles.
Não tendo muita escolaridade didática, sempre procurei atuar com base na minha capacidade empírica, me estribando na observação e, análise de tudo ao meu derredor, por isso, fiquei livre dos mosquitos transmissores da Dengue e, dos pernilongos, da seguinte forma:
Tenho, em minha residência, um quintal na frente, cheio de árvores frutíferas e orquídeas, ao lado esquerdo do quintal tenho um pequeno bar, que só abre nas primeiras horas da noite. Do lado direito tem uma igreja evangélica, onde às luzes, normalmente, ficam acesas durante grande parte da noite.
No quintal, tem algumas lagartixas que se alimentam dos insetos das plantas e, até de pedaços de queijos dados por mim.
Tem, também, muitos Pardais que ficam sobre as árvores e, beija-flores.
Nas minhas observações empíricas, reparei que, mesmo durante o período noturno, os Pardais ficam bicando nas telhas de amianto do bar, à procura de insetos e água das calhas, notando, igualmente, que, no Bar, tem muitos pernilongos e mosquitos da dengue, porém, em menor número do que no quintal, na minha casa residencial e, terraço.
Há us meses, passei a picar pedacinhos de pães velhos, os colocando em várias partes do meu quintal e, junto ao muro divisório com a igreja, com isso, os Pardais, atendo a assobios meus, proliferam no quintal sem nem se incomodarem com a minha presença. Dou a Eles dois pães pela manhã e, dois ao meio do dia.
Hoje, não tem um pernilongo e/ou, mosquito causador da dengue, em meu quintal e, na minha moradia, com Eles indo, apenas, ao barzinho aonde os Pardais e lagartixas não vão.
Aposentei o meu cortinado e, até os ventiladores que usava para mandar embora os mosquitos referidos.
A seguir, uma poesia de minha autoria, relativa ao texto acima:
DESEJO
EU QUERIA...
O campo verde,
A água abundante,
A mata imponente,
A mina na jusante.
Flor desabrochando
À beira do caminho,
A humanidade andando
Ao deleite do carinho!
EU QUERO...
A campina verdejante
Repleta de ninhos,
O bosque florindo,
E os passarinhos,
Flores flutuando
Na correnteza,
O homem estático
Com tanta beleza!
EU ESPERO...
A relva macia
Ao sabor do vento,
A floresta altiva
Sobre riacho lento.
Flores... Florindo!
No vergel passiva.
A humanidade sorrindo
Com bondade afetiva.
cidade: Coronel Fabriciano-MG.
estado: MG
idade: De 71 a 80 anos
titulo: FUGA DA DENGUE E, DOS PERNILONGOS!
texto: De certo período para cá, temos sido incomodados, maleficamente, por vários insetos e mosquitos diversificados, nos causando infecções viróticas! Resultantes em febres, dores e lesões constantes e, além disso, nos prejudicando o sossego noturno com os seus zumbidos seqüentes (pernilongos).
Os Governantes têm tentado nos proteger com "fumacês" sobre as nossas propriedades e quintais que, diga-se de passagem, tem um odor horrível.
Para nos livrar das picadas dos pernilongos, cujos ruídos intermitentes, incomodam tanto quanto às suas picadas potentes, temos que nos isolar com cortinados transparentes que nos tolhem os movimentos, mas, somente diminui os ruídos Deles.
Não tendo muita escolaridade didática, sempre procurei atuar com base na minha capacidade empírica, me estribando na observação e, análise de tudo ao meu derredor, por isso, fiquei livre dos mosquitos transmissores da Dengue e, dos pernilongos, da seguinte forma:
Tenho, em minha residência, um quintal na frente, cheio de árvores frutíferas e orquídeas, ao lado esquerdo do quintal tenho um pequeno bar, que só abre nas primeiras horas da noite. Do lado direito tem uma igreja evangélica, onde às luzes, normalmente, ficam acesas durante grande parte da noite.
No quintal, tem algumas lagartixas que se alimentam dos insetos das plantas e, até de pedaços de queijos dados por mim.
Tem, também, muitos Pardais que ficam sobre as árvores e, beija-flores.
Nas minhas observações empíricas, reparei que, mesmo durante o período noturno, os Pardais ficam bicando nas telhas de amianto do bar, à procura de insetos e água das calhas, notando, igualmente, que, no Bar, tem muitos pernilongos e mosquitos da dengue, porém, em menor número do que no quintal, na minha casa residencial e, terraço.
Há us meses, passei a picar pedacinhos de pães velhos, os colocando em várias partes do meu quintal e, junto ao muro divisório com a igreja, com isso, os Pardais, atendo a assobios meus, proliferam no quintal sem nem se incomodarem com a minha presença. Dou a Eles dois pães pela manhã e, dois ao meio do dia.
Hoje, não tem um pernilongo e/ou, mosquito causador da dengue, em meu quintal e, na minha moradia, com Eles indo, apenas, ao barzinho aonde os Pardais e lagartixas não vão.
Aposentei o meu cortinado e, até os ventiladores que usava para mandar embora os mosquitos referidos.
A seguir, uma poesia de minha autoria, relativa ao texto acima:
DESEJO
EU QUERIA...
O campo verde,
A água abundante,
A mata imponente,
A mina na jusante.
Flor desabrochando
À beira do caminho,
A humanidade andando
Ao deleite do carinho!
EU QUERO...
A campina verdejante
Repleta de ninhos,
O bosque florindo,
E os passarinhos,
Flores flutuando
Na correnteza,
O homem estático
Com tanta beleza!
EU ESPERO...
A relva macia
Ao sabor do vento,
A floresta altiva
Sobre riacho lento.
Flores... Florindo!
No vergel passiva.
A humanidade sorrindo
Com bondade afetiva.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
COMUNIDADE PARADÍGMA! - Sebastião Antônio Baracho
Sebastião Antônio Baracho(conanbaracho@uol.com.br)
cidade: Coronel Fabriciano
estado: MG
titulo: COMUNIDADE PARADÍGMA!
texto: Se me fosse permitido criar uma Comunidade, com um número variável de Seres de ambos os sexos e idades diferenciadas um dos outros, com comportamento social aceitável como moderados e, com todos tendo o mesmo saber didático, estribado no Meu modesto entendimento empírico, todavia, com análise própria do meu entendimento, faria o seguinte:
> Escolheria uma área vasta, mesclada de planície, montanhas e, ribeiros com riachos intercalados, sendo afluente um dos outros.
> Construiria Moradias redondas para evitar as arestas e quinas, assim, todas as construções seriam arredondadas, inclusive, às dos animais domésticos.
> Todas as avenidas e ruas seriam de mãos únicas, com um só sentido direcional para a parte central e, vice-versa.
> Não haveria moradias de aluguel, portanto, cada residência só abrigaria uma família e, seus dependentes, na sua parte reservada para tal ocupação.
> Os Bares, Restaurantes e, análogos, só poderiam funcionar anexo à residência de moradia do proprietário, em uma subdivisão seccional da moradia.
> As Escolas e/ou, estabelecimentos didáticos. Igualmente teriam que funcionar na residência de moradia do diretor ou, na área da Prefeitura da comunidade.
> O Quartel da PM, Delegacia Policial civil, Cadeia e, Fórum, teria que se localizar na Residência do mais graduado governante (Oficial, Delegado, Juiz etc.) com, cada repartição, interligada em separado com a residência do chefe.
> Idem quanto a Bancos, Farmácias, Hospitais etc.
Nota: Na impossibilidade, às repartições públicas ficariam na área da Prefeitura da comunidade.
* O Responsável maior da Comunidade (Assemelhado a Prefeito) deveria ser eleito pela comunidade, todavia, sem eleição de Vereadores, pois, a atribuição Deles ficaria à cargo de todos os moradores, tendo o responsável à última palavra decisória.
Observação: O Responsável pela comunidade e, seus auxiliares administrativos, seriam pagos pela comunidade para efetuarem serviços necessários na região.
* Cada Proprietário seria responsável pela limpeza, calçamento etc. na frente da sua residência de moradia.
RESUMINDO: Nos moldes da explanação acima referenciada, o local de Habitação, Moradia e, Trabalho, seria um verdadeiro paraíso, pelos seguintes motivos:
- A Área é de fácil acesso com partes plana e montanhosas, riachos e ribeiros para cada um se regalar à vontade.
- As casas redondas evitam a queda imprevista do imóvel e, as colisões nas arestas.
- As artérias (Avenidas e ruas) de mão única evitariam muitos acidentes automobilísticos.
- Todos teriam uma moradia para si e, os seus dependentes.
- As moradias seriam acrescidas para o comércio etc. evitando, assim, despesas para a administração.
- Todos os moradores cuidariam do serviço de limpeza etc. desonerando a administração da coletividade.
- O Responsável só cuidaria da parte externa e, da administração interna, portanto, a Comunidade viveria no paraíso, circundada por tantas desonestidades e, absurdos que ocorrem, diuturnamente, ao seu derredor.
A Seguir, uma poesia de minha autoria (inédita);
DESEJO
EU QUERIA...
O campo verde,
A água abundante,
A mata imponente,
A mina na jusante.
Flor desabrochando
À beira do caminho,
A humanidade andando
Ao deleite do carinho!
EU QUERO...
A campina verdejante
Repleta de ninhos,
O bosque florindo,
E os passarinhos,
Flores flutuando
Na correnteza,
O homem estático
Com tanta beleza!
EU ESPERO...
A relva macia
Ao sabor do vento,
A floresta altiva
Sobre riacho lento.
Flores... Florindo!
No vergel passiva.
A humanidade sorrindo
Com bondade afetiva.
cidade: Coronel Fabriciano
estado: MG
titulo: COMUNIDADE PARADÍGMA!
texto: Se me fosse permitido criar uma Comunidade, com um número variável de Seres de ambos os sexos e idades diferenciadas um dos outros, com comportamento social aceitável como moderados e, com todos tendo o mesmo saber didático, estribado no Meu modesto entendimento empírico, todavia, com análise própria do meu entendimento, faria o seguinte:
> Escolheria uma área vasta, mesclada de planície, montanhas e, ribeiros com riachos intercalados, sendo afluente um dos outros.
> Construiria Moradias redondas para evitar as arestas e quinas, assim, todas as construções seriam arredondadas, inclusive, às dos animais domésticos.
> Todas as avenidas e ruas seriam de mãos únicas, com um só sentido direcional para a parte central e, vice-versa.
> Não haveria moradias de aluguel, portanto, cada residência só abrigaria uma família e, seus dependentes, na sua parte reservada para tal ocupação.
> Os Bares, Restaurantes e, análogos, só poderiam funcionar anexo à residência de moradia do proprietário, em uma subdivisão seccional da moradia.
> As Escolas e/ou, estabelecimentos didáticos. Igualmente teriam que funcionar na residência de moradia do diretor ou, na área da Prefeitura da comunidade.
> O Quartel da PM, Delegacia Policial civil, Cadeia e, Fórum, teria que se localizar na Residência do mais graduado governante (Oficial, Delegado, Juiz etc.) com, cada repartição, interligada em separado com a residência do chefe.
> Idem quanto a Bancos, Farmácias, Hospitais etc.
Nota: Na impossibilidade, às repartições públicas ficariam na área da Prefeitura da comunidade.
* O Responsável maior da Comunidade (Assemelhado a Prefeito) deveria ser eleito pela comunidade, todavia, sem eleição de Vereadores, pois, a atribuição Deles ficaria à cargo de todos os moradores, tendo o responsável à última palavra decisória.
Observação: O Responsável pela comunidade e, seus auxiliares administrativos, seriam pagos pela comunidade para efetuarem serviços necessários na região.
* Cada Proprietário seria responsável pela limpeza, calçamento etc. na frente da sua residência de moradia.
RESUMINDO: Nos moldes da explanação acima referenciada, o local de Habitação, Moradia e, Trabalho, seria um verdadeiro paraíso, pelos seguintes motivos:
- A Área é de fácil acesso com partes plana e montanhosas, riachos e ribeiros para cada um se regalar à vontade.
- As casas redondas evitam a queda imprevista do imóvel e, as colisões nas arestas.
- As artérias (Avenidas e ruas) de mão única evitariam muitos acidentes automobilísticos.
- Todos teriam uma moradia para si e, os seus dependentes.
- As moradias seriam acrescidas para o comércio etc. evitando, assim, despesas para a administração.
- Todos os moradores cuidariam do serviço de limpeza etc. desonerando a administração da coletividade.
- O Responsável só cuidaria da parte externa e, da administração interna, portanto, a Comunidade viveria no paraíso, circundada por tantas desonestidades e, absurdos que ocorrem, diuturnamente, ao seu derredor.
A Seguir, uma poesia de minha autoria (inédita);
DESEJO
EU QUERIA...
O campo verde,
A água abundante,
A mata imponente,
A mina na jusante.
Flor desabrochando
À beira do caminho,
A humanidade andando
Ao deleite do carinho!
EU QUERO...
A campina verdejante
Repleta de ninhos,
O bosque florindo,
E os passarinhos,
Flores flutuando
Na correnteza,
O homem estático
Com tanta beleza!
EU ESPERO...
A relva macia
Ao sabor do vento,
A floresta altiva
Sobre riacho lento.
Flores... Florindo!
No vergel passiva.
A humanidade sorrindo
Com bondade afetiva.
domingo, 27 de junho de 2010
LEMBRANÇAS DO MEU PAI - Julieta Campos
Julieta Campos (mjuju.l-h@hotmail.com)
cidade: Natal
estado: RN
idade: Selecione sua Faixa Etária
sexo: feminino
LEMBRANÇAS DO MEU PAI
Na memória, lances repletos de intensa vida. Por tudo que recordo no momento: caminho com os olhos fixos no infinito das lembranças. A visão me chega pelos olhares mais freqüentes com os quais convivi. È impossível não nos lembrarmos dos olhares paternos. Olhar de aprovação, de reprovação, olhar de ternura, olhar de admiração. Emoções tornadas visíveis. "Os olhos são o espelho da alma" expressa o dito popular. Sim, muito mais do que as palavras, os olhos nos falam.
Dentre tantas lembranças, gosto do mundo da alegria, das festas familiares, da fantasia, pelos abraços apertados e me lembro de cada um no meu coração. Dançar (aprendi com você), cantar, brincar e o barulho das conversas. Muito próxima a meu pai, ficava sempre pronta para atender aos seus pedidos. Seu lema: Viver sem ambição e sem maldade, seguir em frente, de cabeça erguida, sem meta, sem medo, vivendo sempre o Presente, me dizendo: porque você é e será capaz.
Não importavam os obstáculos, os dias nublados, porque lá estava você pensativo,direcionando os seus objetivos, planos e sonhos, sempre para um lugar de vitórias.
Energia era sua palavra mágica, sabedoria e humildade também. E que nunca deixou de pensar na coisa mais importante da sua vida, NÓS, SUA FAMÍLIA!
Lembro-me de você cheio de vigor, alegre, elegante, convencido, cabelos impecáveis e perfumado. Da sua confiança a minha confiança. Lembro-me também de seus olhos verdes tristes, acabrunhados, pelos problemas dos quais eu não tinha conhecimento. Da sua tristeza fez-se a minha também.
Pai, "pai herói", na infância parecia-me perfeito. Com seu carinho sentia-me amada. Com seu olhar orgulhoso, sentia-me única. Sob seus olhos criei minha auto-estima. Contudo, na adolescência pareceu-me enfraquecido e não o reconheci como meu herói. Dei-me conta dos seus erros. Me revoltei, mas perdoei! No transcorrer do tempo, as perdas de emprego, da juventude, de quase tudo... De perda em perda o vi transformando-se. A dignidade, humanidade, humor e amor intactos, mas cabelos brancos, o corpo curvado, doentio e o olhar embaçado. O meu orgulho pelo pai herói transformou-se em orgulho pelo homem e em imensa gratidão e ternura. Foste levado para um lugar lindo, como tu, deixando saudade do meu amigo, conselheiro e admirável pai, que em horas de lembranças me faz chorar.
Como marca trago para a vida um olhar atento para este mundo tão transformado, cada vez mais violento e desumano, mundo do qual meu pai não fazia parte. Por vezes, busco no meu íntimo sua referência e extraio dela uma nova visão. Uma visão que me permite ter sempre esperança. Esperança de olhares ternos, solidários e mais justos. Amar a vida, ajudar e respeitar as pessoas sem discriminação, tendo sempre um sorriso nos lábios e uma palavra de otimismo. Ensinou-me que na tristeza sempre haverá uma esperança... Desistir de lutar pelo que deseja ou por um sonho, jamais!
Hoje, me permito relembrar momentos felizes. Misturo o real ao imaginário. Mas, os principais registros dos nossos olhares, do amor pai e filha, dos lindos momentos são aqueles que ficarão para sempre em minha vida!
Pai te amarei infinitamente!
Te agradeço pelo que me ensinaste e pelo que sou! Obrigada pela Vida!
Da tua princesa (era assim que me chamavas), tua sempre filha,
cidade: Natal
estado: RN
idade: Selecione sua Faixa Etária
sexo: feminino
LEMBRANÇAS DO MEU PAI
Na memória, lances repletos de intensa vida. Por tudo que recordo no momento: caminho com os olhos fixos no infinito das lembranças. A visão me chega pelos olhares mais freqüentes com os quais convivi. È impossível não nos lembrarmos dos olhares paternos. Olhar de aprovação, de reprovação, olhar de ternura, olhar de admiração. Emoções tornadas visíveis. "Os olhos são o espelho da alma" expressa o dito popular. Sim, muito mais do que as palavras, os olhos nos falam.
Dentre tantas lembranças, gosto do mundo da alegria, das festas familiares, da fantasia, pelos abraços apertados e me lembro de cada um no meu coração. Dançar (aprendi com você), cantar, brincar e o barulho das conversas. Muito próxima a meu pai, ficava sempre pronta para atender aos seus pedidos. Seu lema: Viver sem ambição e sem maldade, seguir em frente, de cabeça erguida, sem meta, sem medo, vivendo sempre o Presente, me dizendo: porque você é e será capaz.
Não importavam os obstáculos, os dias nublados, porque lá estava você pensativo,direcionando os seus objetivos, planos e sonhos, sempre para um lugar de vitórias.
Energia era sua palavra mágica, sabedoria e humildade também. E que nunca deixou de pensar na coisa mais importante da sua vida, NÓS, SUA FAMÍLIA!
Lembro-me de você cheio de vigor, alegre, elegante, convencido, cabelos impecáveis e perfumado. Da sua confiança a minha confiança. Lembro-me também de seus olhos verdes tristes, acabrunhados, pelos problemas dos quais eu não tinha conhecimento. Da sua tristeza fez-se a minha também.
Pai, "pai herói", na infância parecia-me perfeito. Com seu carinho sentia-me amada. Com seu olhar orgulhoso, sentia-me única. Sob seus olhos criei minha auto-estima. Contudo, na adolescência pareceu-me enfraquecido e não o reconheci como meu herói. Dei-me conta dos seus erros. Me revoltei, mas perdoei! No transcorrer do tempo, as perdas de emprego, da juventude, de quase tudo... De perda em perda o vi transformando-se. A dignidade, humanidade, humor e amor intactos, mas cabelos brancos, o corpo curvado, doentio e o olhar embaçado. O meu orgulho pelo pai herói transformou-se em orgulho pelo homem e em imensa gratidão e ternura. Foste levado para um lugar lindo, como tu, deixando saudade do meu amigo, conselheiro e admirável pai, que em horas de lembranças me faz chorar.
Como marca trago para a vida um olhar atento para este mundo tão transformado, cada vez mais violento e desumano, mundo do qual meu pai não fazia parte. Por vezes, busco no meu íntimo sua referência e extraio dela uma nova visão. Uma visão que me permite ter sempre esperança. Esperança de olhares ternos, solidários e mais justos. Amar a vida, ajudar e respeitar as pessoas sem discriminação, tendo sempre um sorriso nos lábios e uma palavra de otimismo. Ensinou-me que na tristeza sempre haverá uma esperança... Desistir de lutar pelo que deseja ou por um sonho, jamais!
Hoje, me permito relembrar momentos felizes. Misturo o real ao imaginário. Mas, os principais registros dos nossos olhares, do amor pai e filha, dos lindos momentos são aqueles que ficarão para sempre em minha vida!
Pai te amarei infinitamente!
Te agradeço pelo que me ensinaste e pelo que sou! Obrigada pela Vida!
Da tua princesa (era assim que me chamavas), tua sempre filha,
OS ESCRAVOS DAS LEIS! - Sebastião Antônio Baracho
Sebastião Antônio Baracho (conanbaracho@uol.com.br)
cidade: Coronel Fabriciano-MG.
estado: MG
idade: De 71 a 80 anos
sexo: masculino
OS ESCRAVOS DAS LEIS!
As Leis são umas relações continuada entre Causas e Efeitos! Por isso, têm que ter em, suas origens, algo que conste o motivo Delas e, às suas conseqüências resultantes sobre os que estiverem a Elas sujeitos e submetidos diuturnamente.
A maioria das nossas Leis tem nos escravizados com os seus ditames inconseqüentes e, muita das vezes, discriminatórios, nos tornando Servos, ao em vez, de Iguais aos demais, por Elas beneficiados em nosso desfavor.
As Leis deveriam ser elaboradas com a justeza da sua execução, todavia, em igualdade de Justiças para Todos, sem benesse alguma.
Se as Leis tiveram, em seu Conteúdo, ressalvas apadrinhadoras a quem que seja! Elas já fenecem no seu nascedouro, pois, não é admissível Justiças sem os valores morais à ela agregados.
Baseando-se nas Leis proibitivas de quaisquer atos irregulares, Nelas previstos como crimes e/ou, contravenções, não há por que absolver ou ignorar, os seus infratores conscientes no ato irregular praticado.
Os seres que vivem na sociedade, sob Leis comuns, não podem ter nenhuma regalia uns sobre os outros, quando desobedecem às Leis vigentes e, proibitivas dos maus atos praticados, pois, assim procedendo, as Leis deixam de serem comuns para servirem aos infratores Delas!
A Humanidade só será valorizada se, todos os seus membros, tiverem a consciência plena de cumprirem, integralmente, às suas Leis! As proibições, Nelas inseridas, tem que serem respeitadas na íntegra por Todos, o que igualariam os Homens como um Todo respeitador e, cumpridor dos seus deveres!
Lamentavelmente, há Leis e, mais Leis aprovadas, todavia, a maioria não cumprida, por falhas, nelas inseridas pelos seus planejadores e sancionadores, falhas essas, na maioria das vezes, a favor dos potentados e dirigentes, atuando em causa própria, porém, surtindo efeito devassador em desfavor de outrem, menos gabaritado e, sem nenhuma força intelectual e/ou, financeira!
Vou citar alguns eventos em que as nossas Leis tem nos escravizados, nos tornando servos em relação aos nossos irmãos de vivência na face da terra, a saber:
> Leis que nos proíbe fumar em local fechado, porém, considerando casas comerciais, com portas e janelas, como local fechado! E, pior! Permitindo a venda e propaganda de pacotes e maços de cigarros, onde constam o mal causado pelo fumo, porém, liberado para a venda!
> Leis de "Fichas limpas" para candidatos a cargos diversos, inclusive Presidentes, senadores etc. é uma redundância, pois, se é os eleitores que os elegem, cabe a Eles procurarem se informar sobre a moral e, conduta ilibada, de cada um dos que escolherem!
> Leis que permitem o deslocamento urbano em pé nos coletivos, todavia, pagando à mesma importância paga pelos de ocupam as poltronas!
> Leis de precedência para os Idosos, ante os guichês, pois, sendo mais velho e, normalmente, aposentado, pode escolher o momento de pouco afluxo de pessoas para efetuarem os seus afazeres!
Vou parar por aqui mesmo com receio de estar ferindo melindres.
Resumindo: Para uma Lei não nos escravizar e, não ter discriminações nenhuma, seria conveniente que Ela fosse, antes de ser aprovada, analisada, em seus prós e contras, com a participação popular (a mesma que coloca no apogeu um seu representante para aprovar para uso comum para todos nós!).
A seguir, um poema de minha autoria (inédito):
SOMOS...NADA!
É patente o nosso avesso
No desdobrar do nada
Nas prateleiras da vida
De nosso âmago corrupto.
É visível às nossas falhas
Na solução dos problemas
Do mister da existência
Do nosso saber tacanho.
É ilusória a nossa pressa
Acumulando riquezas
Em piso de barro terreno
Da nossa ânsia desmedida.
É bisonho nosso esforço
Na procura do perfeito
Na miscelânea humana
Que cerceia o direito!
É vã a nossa luta
Lapidando o giz
De nossas falhas,
Procurando o cerne...
A nossa honra é como giz
Ao qual queiramos afiar,
A cada corte lhe feito...
Espalhamos o pó pelo ar!
cidade: Coronel Fabriciano-MG.
estado: MG
idade: De 71 a 80 anos
sexo: masculino
OS ESCRAVOS DAS LEIS!
As Leis são umas relações continuada entre Causas e Efeitos! Por isso, têm que ter em, suas origens, algo que conste o motivo Delas e, às suas conseqüências resultantes sobre os que estiverem a Elas sujeitos e submetidos diuturnamente.
A maioria das nossas Leis tem nos escravizados com os seus ditames inconseqüentes e, muita das vezes, discriminatórios, nos tornando Servos, ao em vez, de Iguais aos demais, por Elas beneficiados em nosso desfavor.
As Leis deveriam ser elaboradas com a justeza da sua execução, todavia, em igualdade de Justiças para Todos, sem benesse alguma.
Se as Leis tiveram, em seu Conteúdo, ressalvas apadrinhadoras a quem que seja! Elas já fenecem no seu nascedouro, pois, não é admissível Justiças sem os valores morais à ela agregados.
Baseando-se nas Leis proibitivas de quaisquer atos irregulares, Nelas previstos como crimes e/ou, contravenções, não há por que absolver ou ignorar, os seus infratores conscientes no ato irregular praticado.
Os seres que vivem na sociedade, sob Leis comuns, não podem ter nenhuma regalia uns sobre os outros, quando desobedecem às Leis vigentes e, proibitivas dos maus atos praticados, pois, assim procedendo, as Leis deixam de serem comuns para servirem aos infratores Delas!
A Humanidade só será valorizada se, todos os seus membros, tiverem a consciência plena de cumprirem, integralmente, às suas Leis! As proibições, Nelas inseridas, tem que serem respeitadas na íntegra por Todos, o que igualariam os Homens como um Todo respeitador e, cumpridor dos seus deveres!
Lamentavelmente, há Leis e, mais Leis aprovadas, todavia, a maioria não cumprida, por falhas, nelas inseridas pelos seus planejadores e sancionadores, falhas essas, na maioria das vezes, a favor dos potentados e dirigentes, atuando em causa própria, porém, surtindo efeito devassador em desfavor de outrem, menos gabaritado e, sem nenhuma força intelectual e/ou, financeira!
Vou citar alguns eventos em que as nossas Leis tem nos escravizados, nos tornando servos em relação aos nossos irmãos de vivência na face da terra, a saber:
> Leis que nos proíbe fumar em local fechado, porém, considerando casas comerciais, com portas e janelas, como local fechado! E, pior! Permitindo a venda e propaganda de pacotes e maços de cigarros, onde constam o mal causado pelo fumo, porém, liberado para a venda!
> Leis de "Fichas limpas" para candidatos a cargos diversos, inclusive Presidentes, senadores etc. é uma redundância, pois, se é os eleitores que os elegem, cabe a Eles procurarem se informar sobre a moral e, conduta ilibada, de cada um dos que escolherem!
> Leis que permitem o deslocamento urbano em pé nos coletivos, todavia, pagando à mesma importância paga pelos de ocupam as poltronas!
> Leis de precedência para os Idosos, ante os guichês, pois, sendo mais velho e, normalmente, aposentado, pode escolher o momento de pouco afluxo de pessoas para efetuarem os seus afazeres!
Vou parar por aqui mesmo com receio de estar ferindo melindres.
Resumindo: Para uma Lei não nos escravizar e, não ter discriminações nenhuma, seria conveniente que Ela fosse, antes de ser aprovada, analisada, em seus prós e contras, com a participação popular (a mesma que coloca no apogeu um seu representante para aprovar para uso comum para todos nós!).
A seguir, um poema de minha autoria (inédito):
SOMOS...NADA!
É patente o nosso avesso
No desdobrar do nada
Nas prateleiras da vida
De nosso âmago corrupto.
É visível às nossas falhas
Na solução dos problemas
Do mister da existência
Do nosso saber tacanho.
É ilusória a nossa pressa
Acumulando riquezas
Em piso de barro terreno
Da nossa ânsia desmedida.
É bisonho nosso esforço
Na procura do perfeito
Na miscelânea humana
Que cerceia o direito!
É vã a nossa luta
Lapidando o giz
De nossas falhas,
Procurando o cerne...
A nossa honra é como giz
Ao qual queiramos afiar,
A cada corte lhe feito...
Espalhamos o pó pelo ar!
Instrução e treinamentos para o Tenis de Campo - Pedro Luiz Hernandes
Pedro Luiz Hernandes (plhernan@terra.com.br)
cidade: São Bernardo do Campo
estado: SP
idade: De 51 a 60 anos
sexo: masculino
Instrução e treinamentos para o Tenis de Campo.
Olá,tenho 60 anos e pratico tenis de campo 40 anos,faço o instrutor e treinamentos de jovens e adultos com este esporte maravilhoso não só para o bem físico bem como para uma saúde mental perfeita.
Assim sendo,me coloco a disposição daqueles que praticam o tenis na terceira idade ou desejam aprender e ser muito feliz praticando este salutar esporte.
Grato.
cidade: São Bernardo do Campo
estado: SP
idade: De 51 a 60 anos
sexo: masculino
Instrução e treinamentos para o Tenis de Campo.
Olá,tenho 60 anos e pratico tenis de campo 40 anos,faço o instrutor e treinamentos de jovens e adultos com este esporte maravilhoso não só para o bem físico bem como para uma saúde mental perfeita.
Assim sendo,me coloco a disposição daqueles que praticam o tenis na terceira idade ou desejam aprender e ser muito feliz praticando este salutar esporte.
Grato.
Mobilização - Julio da Costa Curila Filho
Julio da Costa Curila Filho (julio@agroceres.com.br)
cidade: Rio Calro
estado: SP
idade: Até 50 anos
sexo: masculino
Mobilização
Porque os grupos da Terceira Idade não se mobilizam para conseguir
á aprovação de aumento real aos aponsentados, vocês trabalharam uma vida inteira e muitos não tem condições de sobreviver, vivem na miseria e contando com ajuda de outros.
Porque vocês não promovem excursões para brasilia para reivindicar este aumento de salario junto ao congresso e camara dos deputados, até quando vocês vão aceitar está miseria e verem piliticos se aposentarem com salarios integral, sem se quer terem trabalhados 30 ou 35 anos de serviço.
cidade: Rio Calro
estado: SP
idade: Até 50 anos
sexo: masculino
Mobilização
Porque os grupos da Terceira Idade não se mobilizam para conseguir
á aprovação de aumento real aos aponsentados, vocês trabalharam uma vida inteira e muitos não tem condições de sobreviver, vivem na miseria e contando com ajuda de outros.
Porque vocês não promovem excursões para brasilia para reivindicar este aumento de salario junto ao congresso e camara dos deputados, até quando vocês vão aceitar está miseria e verem piliticos se aposentarem com salarios integral, sem se quer terem trabalhados 30 ou 35 anos de serviço.
Passarei por este mundo - Ana Lia de Carvalho
Ana Lia de Carvalho (sereiasaochico@hotmail.com)
cidade: Natal
estado: RN
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
Passarei por este mundo
uma só vez
Assim,todas as boas ações que possa
praticar, e todas as gentilezas que
possa dispensar a qualquer ser humano
não devem ser adiadas,devo aproveitar
este momento.
Pois nunca voltarei a passar por este
mundo.
cidade: Natal
estado: RN
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
Passarei por este mundo
uma só vez
Assim,todas as boas ações que possa
praticar, e todas as gentilezas que
possa dispensar a qualquer ser humano
não devem ser adiadas,devo aproveitar
este momento.
Pois nunca voltarei a passar por este
mundo.
VIVENDO E AMANDO NA MATURIDADE COM ALTRUÍSMO, MAS NEM TANTO! -SEBASTIÃO VIEIRA TEIXEIRA
SEBASTIÃO VIEIRA TEIXEIRA (sv-teixeira@hotmail.com)
cidade: Rio de Janeiro
estado: RJ
idade: Selecione sua Faixa Etária
sexo: masculino
VIVENDO E AMANDO NA MATURIDADE COM ALTRUÍSMO, MAS NEM TANTO!
Chega um tempo da existência do homem ou mulher,ao envelhecer,e visualizar os filhos adultos e netos vivendo a vida, em que sente que é preciso carregar o sofrimento e necessidades de todos. Julga então, que é uma benção abrir mão de tudo o que tem no mundo aos entes queridos. Este procedimento é muito comum, e tem início a partir do momento em que se começa a viver a vida dos filhos e netos escolhendo suas profissões e carreiras, participando da angústia dos vestibulares, concursos e dificuldades de toda ordem, não raro pessoais, sentimentais e financeiras. Isto é extremamente prejudicial para todas as partes, pois, não é mais o filho ou neto que vive, mas o idoso que vive nele.
Observe-se que a realidade da vida não apresenta como usual a chegada do casal à velhice.Normalmente um dos dois precede o outro na morte e o que fica,vê-se na contigência de residir com com filhos, netos, noras e genros...Esta é uma triste situação.Achando-se um estranho no ninho, mesmo no seio da família, avó ou avô sentem a necessidade de continuar a serem respeitados e amados como antes, quando os filhos eram pequenos e reinavam tranquilos no lar de então.No afã de colaborar, participar da vida e problemas familiares, sentir-se necessário, o idoso procura ajudar em tudo o ue pode e não pode, desde o cuidar dos netos pequenos, levar à escola e paparicar, até ceder às pressões por ajuda financeira.Esta é uma relação de mão única, nunca no sentido do idoso. Assim acontecem os frequentes empréstimos consignados para comprar o carro da neta ir à faculdade, reformar a casa do filho ou pagar às dívidas do condomínio, até á preocuração para um parente receber os proventos no Banco,
Tal altruísmo leva milhões de idosos a um completo endividamento, com os salário da aposentadoria comprometidos para sempre!
(Extraído do livro VIVENDO E AMANDO NA MATURIDADE,de autoria do Prof SV Teixeira0
cidade: Rio de Janeiro
estado: RJ
idade: Selecione sua Faixa Etária
sexo: masculino
VIVENDO E AMANDO NA MATURIDADE COM ALTRUÍSMO, MAS NEM TANTO!
Chega um tempo da existência do homem ou mulher,ao envelhecer,e visualizar os filhos adultos e netos vivendo a vida, em que sente que é preciso carregar o sofrimento e necessidades de todos. Julga então, que é uma benção abrir mão de tudo o que tem no mundo aos entes queridos. Este procedimento é muito comum, e tem início a partir do momento em que se começa a viver a vida dos filhos e netos escolhendo suas profissões e carreiras, participando da angústia dos vestibulares, concursos e dificuldades de toda ordem, não raro pessoais, sentimentais e financeiras. Isto é extremamente prejudicial para todas as partes, pois, não é mais o filho ou neto que vive, mas o idoso que vive nele.
Observe-se que a realidade da vida não apresenta como usual a chegada do casal à velhice.Normalmente um dos dois precede o outro na morte e o que fica,vê-se na contigência de residir com com filhos, netos, noras e genros...Esta é uma triste situação.Achando-se um estranho no ninho, mesmo no seio da família, avó ou avô sentem a necessidade de continuar a serem respeitados e amados como antes, quando os filhos eram pequenos e reinavam tranquilos no lar de então.No afã de colaborar, participar da vida e problemas familiares, sentir-se necessário, o idoso procura ajudar em tudo o ue pode e não pode, desde o cuidar dos netos pequenos, levar à escola e paparicar, até ceder às pressões por ajuda financeira.Esta é uma relação de mão única, nunca no sentido do idoso. Assim acontecem os frequentes empréstimos consignados para comprar o carro da neta ir à faculdade, reformar a casa do filho ou pagar às dívidas do condomínio, até á preocuração para um parente receber os proventos no Banco,
Tal altruísmo leva milhões de idosos a um completo endividamento, com os salário da aposentadoria comprometidos para sempre!
(Extraído do livro VIVENDO E AMANDO NA MATURIDADE,de autoria do Prof SV Teixeira0
O TIMONEIRO... MENTAL! - Sebastião Antônio Baracho
Sebastião Antônio Baracho (conanbaracho@uol.com.br)
cidade: Coronel Fabriciano
estado: MG
idade: De 71 a 80 anos
sexo: masculino
O TIMONEIRO... MENTAL!
A constituição, englobada do nosso organismo humano, se divide e, subdivide, em vários órgãos, cada um Deles com funções e, atribuições específicas à sua atividade diuturna, praticamente alheia à nossa vontade e desejo, pois, se pudéssemos dirigi-los a nosso bel-prazer, nenhum mal nos atingiria, a menos que fossemos um suicida em potencial.
Cada órgão tem a sua plenitude delimitada pela ação inexorável do tempo e, pelas resultantes do nosso procedimento errôneo em relação a Eles, no tocante à sua proteção e, eficácia natural do seu funcionamento, homiziado em Nós.
De todas as Doenças que nos assediam a caminho do final da nossa vida terrena, a maioria Delas é ocasionada por nós mesmos, com massacres constantes contra os nossos órgãos, inseridos no nosso organismo, ou seja:
Não conhecendo a função de cada um deles, vamos os dilapidando, com a ruína das suas atribuições específicas, apenas, em nome do nosso interesse de momento.
Sendo um empírico consciente, me baseio, tão somente, na observação analítica de Tudo o que vem ao meu conhecimento!
Embora seja desprovido da didática de nível superior, me recuso a aceitar e, portanto, a acatar as deduções e, definições de outrem, sem, antes, a dissecar totalmente com alusão às suas funções.
Em razão disso, vou, a partir de agora. Analisar o meu Organismo, dando prioridade ao meu CÉREBRO, que é o principal órgão do meu sistema nervoso e, que se localiza em uma porção anterior ao encéfalo!
Sem ser um pensador filósofo, passo a refletir mostrando a sua prioridade sobre os demais órgãos, a saber:
> O Cérebro é uma máquina maravilhosa que recebe os nossos PENSAMENTOS, Dele extraindo a prudência e, o sentido direcional para, em seguida, refletir às resultantes em direção dos demais órgãos!
> Se o PENSAMENTO for idôneo e honesto, o Cérebro o distribui para o Bem, porém, se for ignóbil, Ele, também, o distribui aos demais órgãos! Com isso e, por isso, o Ser Humano só será honrado e justo, se, se alimentar somente de Bons Pensamentos, que é a mola-mestre para a sua vitória à caminho do Bem e da felicidade plena, para si e, para os demais companheiros de jornada pela vida.
O Pensamento, refletido profundamente, eliminando a fantasia desmedida, nos dá o tino da prudência para vencermos as vicissitudes da existência, além de nos nutrir o organismo de forças benéficas e, salutares! O nosso Cérebro é o nosso distribuidor emérito das resultantes para a nossa felicidade e, a dos outros!
Sem entrar em maiores detalhe, para não ser maçante, vai citar algumas curas que consegui, apenas, usando o Pensamento em direção do meu Cérebro:
Fotofobia / Hipertensão arterial / Câncer benigno na Próstata / Cura do meu olho direito / Glicose elevadíssima / Obesidade excessiva / Mal de Hansaimer (memória) / Asia estomacal e, outras doenças.
Resumindo: Se, Tudo o que existe tem que ter algo e/ou, alguém a COMANDAR! Os nossos Órgãos só podem ter o Cérebro como Timoneiro, todavia, Alimentado pelo nosso Pensamento!
cidade: Coronel Fabriciano
estado: MG
idade: De 71 a 80 anos
sexo: masculino
O TIMONEIRO... MENTAL!
A constituição, englobada do nosso organismo humano, se divide e, subdivide, em vários órgãos, cada um Deles com funções e, atribuições específicas à sua atividade diuturna, praticamente alheia à nossa vontade e desejo, pois, se pudéssemos dirigi-los a nosso bel-prazer, nenhum mal nos atingiria, a menos que fossemos um suicida em potencial.
Cada órgão tem a sua plenitude delimitada pela ação inexorável do tempo e, pelas resultantes do nosso procedimento errôneo em relação a Eles, no tocante à sua proteção e, eficácia natural do seu funcionamento, homiziado em Nós.
De todas as Doenças que nos assediam a caminho do final da nossa vida terrena, a maioria Delas é ocasionada por nós mesmos, com massacres constantes contra os nossos órgãos, inseridos no nosso organismo, ou seja:
Não conhecendo a função de cada um deles, vamos os dilapidando, com a ruína das suas atribuições específicas, apenas, em nome do nosso interesse de momento.
Sendo um empírico consciente, me baseio, tão somente, na observação analítica de Tudo o que vem ao meu conhecimento!
Embora seja desprovido da didática de nível superior, me recuso a aceitar e, portanto, a acatar as deduções e, definições de outrem, sem, antes, a dissecar totalmente com alusão às suas funções.
Em razão disso, vou, a partir de agora. Analisar o meu Organismo, dando prioridade ao meu CÉREBRO, que é o principal órgão do meu sistema nervoso e, que se localiza em uma porção anterior ao encéfalo!
Sem ser um pensador filósofo, passo a refletir mostrando a sua prioridade sobre os demais órgãos, a saber:
> O Cérebro é uma máquina maravilhosa que recebe os nossos PENSAMENTOS, Dele extraindo a prudência e, o sentido direcional para, em seguida, refletir às resultantes em direção dos demais órgãos!
> Se o PENSAMENTO for idôneo e honesto, o Cérebro o distribui para o Bem, porém, se for ignóbil, Ele, também, o distribui aos demais órgãos! Com isso e, por isso, o Ser Humano só será honrado e justo, se, se alimentar somente de Bons Pensamentos, que é a mola-mestre para a sua vitória à caminho do Bem e da felicidade plena, para si e, para os demais companheiros de jornada pela vida.
O Pensamento, refletido profundamente, eliminando a fantasia desmedida, nos dá o tino da prudência para vencermos as vicissitudes da existência, além de nos nutrir o organismo de forças benéficas e, salutares! O nosso Cérebro é o nosso distribuidor emérito das resultantes para a nossa felicidade e, a dos outros!
Sem entrar em maiores detalhe, para não ser maçante, vai citar algumas curas que consegui, apenas, usando o Pensamento em direção do meu Cérebro:
Fotofobia / Hipertensão arterial / Câncer benigno na Próstata / Cura do meu olho direito / Glicose elevadíssima / Obesidade excessiva / Mal de Hansaimer (memória) / Asia estomacal e, outras doenças.
Resumindo: Se, Tudo o que existe tem que ter algo e/ou, alguém a COMANDAR! Os nossos Órgãos só podem ter o Cérebro como Timoneiro, todavia, Alimentado pelo nosso Pensamento!
O imediatismo de nossas ações - Daniela Martins Lima
Daniela Martins Lima (danimartlima@yahoo.com.br)
cidade: Patrocínio
estado: MG
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
O imediatismo de nossas ações
Se por um instante retornarmos à era primitiva, poderíamos por exemplo, imaginar todo o processo artesanal do homem ao lapidar as arestas de uma madeira e dela fazer surgir a roda. Esta, em seu sentido original para nós atualmente, pode parecer sem muito significado diante de tantas criações no mundo moderno, tanto dinamismo, rapidez, eficiência, formas e movimentos incontáveis.
A roda foi e ainda é útil no movimento da vida. No entanto, alguns indivíduos tem se tornado verdadeiros sedentários da paciência diante da mecânica das transformações cotidianas.
Roda e paciência poderiam ser sinônimos. Ambos jamais realizam o seu ciclo pulando etapas. Os movimentos são constantes, contínuos e qualquer secção rompe sua trajetória. Mas não é o que acontece com o ser humano. Sair do vício do imediatismo parece ser um esforço sobrenatural. Vemos isso no imediatismo desejado diante do telefone que leva apenas alguns segundos para completar a ligação, diante da famosa tecla Enter, que deveria solucionar todos os nossos problemas e de preferência num passe de mágicas. Ainda diante de um elevador, é possível vermos o indivíduo acionando infinitas vezes o botão para a porta se abrir, filas de ônibus e bancos, para alguns jamais deveriam existir, de preferência sem idosos, gestantes e deficientes.
A mecânica das nossas ações também pode ser regulada com exercícios rotineiros que nos privem desse imediatismo, ansiedade. Uma boa alternativa à nossa rotina dinâmica seria tentar resgatar o conhecimento de nossos limites. Respirar profundamente mais vezes oxigenando o nosso cérebro, buscar descanso em locais mais silenciosos, ter mais contato com a natureza, de vez em quando trocar o elevador pela escada, andar a´pé ou bicicleta, buscar a Deus, aumentar nossas conversas e diálogos pessoais, observar o outro são atitudes muito comumente esquecidas e que exigem certa paciência, como na construção artesanal da roda.
Afinal de contas, reflitamos que o homem como ser superior às suas invenções e facilidades modernas não deve se equiparar à elas, visto que apresentam falhas e são inanimadas, dependendo de recursos energéticos, entre outros, para sua existência. Já o homem é um ser único, consciente, o autor da roda, logo,completamente capaz de exercitar a paciência e encontrar um equilíbrio, o domínio de si mesmo, questão de bom senso.E você, como está conduzindo a roda da sua vida?
Daniela Martins Lima. Educadora Física com formação em Gerontologia. Patrocínio/MG.
cidade: Patrocínio
estado: MG
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
O imediatismo de nossas ações
Se por um instante retornarmos à era primitiva, poderíamos por exemplo, imaginar todo o processo artesanal do homem ao lapidar as arestas de uma madeira e dela fazer surgir a roda. Esta, em seu sentido original para nós atualmente, pode parecer sem muito significado diante de tantas criações no mundo moderno, tanto dinamismo, rapidez, eficiência, formas e movimentos incontáveis.
A roda foi e ainda é útil no movimento da vida. No entanto, alguns indivíduos tem se tornado verdadeiros sedentários da paciência diante da mecânica das transformações cotidianas.
Roda e paciência poderiam ser sinônimos. Ambos jamais realizam o seu ciclo pulando etapas. Os movimentos são constantes, contínuos e qualquer secção rompe sua trajetória. Mas não é o que acontece com o ser humano. Sair do vício do imediatismo parece ser um esforço sobrenatural. Vemos isso no imediatismo desejado diante do telefone que leva apenas alguns segundos para completar a ligação, diante da famosa tecla Enter, que deveria solucionar todos os nossos problemas e de preferência num passe de mágicas. Ainda diante de um elevador, é possível vermos o indivíduo acionando infinitas vezes o botão para a porta se abrir, filas de ônibus e bancos, para alguns jamais deveriam existir, de preferência sem idosos, gestantes e deficientes.
A mecânica das nossas ações também pode ser regulada com exercícios rotineiros que nos privem desse imediatismo, ansiedade. Uma boa alternativa à nossa rotina dinâmica seria tentar resgatar o conhecimento de nossos limites. Respirar profundamente mais vezes oxigenando o nosso cérebro, buscar descanso em locais mais silenciosos, ter mais contato com a natureza, de vez em quando trocar o elevador pela escada, andar a´pé ou bicicleta, buscar a Deus, aumentar nossas conversas e diálogos pessoais, observar o outro são atitudes muito comumente esquecidas e que exigem certa paciência, como na construção artesanal da roda.
Afinal de contas, reflitamos que o homem como ser superior às suas invenções e facilidades modernas não deve se equiparar à elas, visto que apresentam falhas e são inanimadas, dependendo de recursos energéticos, entre outros, para sua existência. Já o homem é um ser único, consciente, o autor da roda, logo,completamente capaz de exercitar a paciência e encontrar um equilíbrio, o domínio de si mesmo, questão de bom senso.E você, como está conduzindo a roda da sua vida?
Daniela Martins Lima. Educadora Física com formação em Gerontologia. Patrocínio/MG.
Lágrimas de mãe. - Lourdes Alves Batista
Lourdes Alves Batista (lb.evangelista@bol.com.br)
cidade: Foz do Iguaçu
estado: PR
idade: De 51 a 60 anos
sexo: feminino
Lágrimas de mãe.
Deus o levou tão pequeno.
deixando, grandes saudades,
juro meu filho,te encontro,
no reino da eternidade.
Sei que não eras do mundo,
pois, eras anjo de deus,
meu sofrimento é profundo,
não o ter nos braços meus.
Que sentimento profundo,
que sofrimento cruel,
saber-te de mim tão longe,
que amarga taça de fel.
O fim do teu sofrimento,
é a sequência do meu,
porem é assim o mundo,
é a vontade de Deus.
cidade: Foz do Iguaçu
estado: PR
idade: De 51 a 60 anos
sexo: feminino
Lágrimas de mãe.
Deus o levou tão pequeno.
deixando, grandes saudades,
juro meu filho,te encontro,
no reino da eternidade.
Sei que não eras do mundo,
pois, eras anjo de deus,
meu sofrimento é profundo,
não o ter nos braços meus.
Que sentimento profundo,
que sofrimento cruel,
saber-te de mim tão longe,
que amarga taça de fel.
O fim do teu sofrimento,
é a sequência do meu,
porem é assim o mundo,
é a vontade de Deus.
Vamos à luta - Lourdes Alves Batista
Lourdes Alves Batista (lb.evangelista@bol.com.br)
IP: 200.96.22.168
Data: Domingo, 23 de maio de 2010 às 14:05:23
-----------------------------------------------------------------
cidade: Foz do Iguaçu
estado: PR
idade: De 51 a 60 anos
sexo: feminino
categoria: OUTRAS
Vamos à luta
Estou escrevendo a todos Deputados Federais,e Senadores, para que em nome dos Aposentados do Brasil, quebrem ,o Veto preisdencial, contra o decreto, que dá fim ao fator previdênciario, e aumento na aposentadoria.
Façam o mesmo, mande seus familiares e amigos se manifestarem,eles precisam saber da nossa força.
Tudo tem que ser antes das eleições. porque depois, nós conhecemos. como tudo se acaba,em pizza,apenas para eles.
O Lula tem dinheiro, para perdoar dívidas internacioanis, para oferecer aposentadoria antecipada ,aos jogadores, ainda jovens, que ganham milhões por mes, não dá mais para aceitar, a desculpa de não poder pagar como deve aos aposentados.
A hora é agora, mostremos,uma corrente de força, e poder,e, o parlamentar que, não empunhar nossa bandeira, deve ser listado, e que nenhum aposentado, familia. ou amigo volte, a votar neles.Tenho certeza que seremos vencedores. A Constituição Federal, dá ao Congresso Nacional,esse poder,não tem desculpas, para não fazê-lo.
O Lula já desisti, me arrependo dos anos, em que, em sindicatos de todo o Brasil,fizemos um trabalho de base, semeamos, aa ideia, de que seria um presidente do povo. Esqueceu suas raízes, e Deus que lhe perdoe por isso, pois tera, esse peso,na consciência,a ingratidão dada, a quem fez dele. o que é hoje. Que Deus se apiede de sua alma, por tantos aposentados desvalidos, mesmo tendo contribuido, legalmente para ter uma velhice,mais tranquila.
IP: 200.96.22.168
Data: Domingo, 23 de maio de 2010 às 14:05:23
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cidade: Foz do Iguaçu
estado: PR
idade: De 51 a 60 anos
sexo: feminino
categoria: OUTRAS
Vamos à luta
Estou escrevendo a todos Deputados Federais,e Senadores, para que em nome dos Aposentados do Brasil, quebrem ,o Veto preisdencial, contra o decreto, que dá fim ao fator previdênciario, e aumento na aposentadoria.
Façam o mesmo, mande seus familiares e amigos se manifestarem,eles precisam saber da nossa força.
Tudo tem que ser antes das eleições. porque depois, nós conhecemos. como tudo se acaba,em pizza,apenas para eles.
O Lula tem dinheiro, para perdoar dívidas internacioanis, para oferecer aposentadoria antecipada ,aos jogadores, ainda jovens, que ganham milhões por mes, não dá mais para aceitar, a desculpa de não poder pagar como deve aos aposentados.
A hora é agora, mostremos,uma corrente de força, e poder,e, o parlamentar que, não empunhar nossa bandeira, deve ser listado, e que nenhum aposentado, familia. ou amigo volte, a votar neles.Tenho certeza que seremos vencedores. A Constituição Federal, dá ao Congresso Nacional,esse poder,não tem desculpas, para não fazê-lo.
O Lula já desisti, me arrependo dos anos, em que, em sindicatos de todo o Brasil,fizemos um trabalho de base, semeamos, aa ideia, de que seria um presidente do povo. Esqueceu suas raízes, e Deus que lhe perdoe por isso, pois tera, esse peso,na consciência,a ingratidão dada, a quem fez dele. o que é hoje. Que Deus se apiede de sua alma, por tantos aposentados desvalidos, mesmo tendo contribuido, legalmente para ter uma velhice,mais tranquila.
Dança a Alma - Maria L. Cavalcante
Maria de Lourdes Cavalcante (marialc111@hotmail.com)
cidade: Salvador
estado: BA
idade: De 71 a 80 anos
sexo: feminino
Dança a Alma
O cérebro manda que o braço se eleve
Ele obedece
Os pés mudam passos porque Ele ordena
Você quer abraçar
Ele dá a ordem.
Toda ação tem um comando.
O Comandante não se vê
Não se pega nem se sente
Mas Ele existe e é tudo
É espada, é escudo
Que impulsiona, defende.
É Alma, esse Ser pensante
O corpo deve ser conservado
Para tanto faz bem se movimentar.
Não é só caminhar, correr,
Mas gritar, cantar, dançar.
Quando se vai caminhando
Os problemas vão amainando
Por isso busque fazer
Algo que possa ser hilário.
Vá bailar, sorrir, brincar
Pular, nadar, amar.
Que o corpo vai ser grato
E a Alma se regozijar
cidade: Salvador
estado: BA
idade: De 71 a 80 anos
sexo: feminino
Dança a Alma
O cérebro manda que o braço se eleve
Ele obedece
Os pés mudam passos porque Ele ordena
Você quer abraçar
Ele dá a ordem.
Toda ação tem um comando.
O Comandante não se vê
Não se pega nem se sente
Mas Ele existe e é tudo
É espada, é escudo
Que impulsiona, defende.
É Alma, esse Ser pensante
O corpo deve ser conservado
Para tanto faz bem se movimentar.
Não é só caminhar, correr,
Mas gritar, cantar, dançar.
Quando se vai caminhando
Os problemas vão amainando
Por isso busque fazer
Algo que possa ser hilário.
Vá bailar, sorrir, brincar
Pular, nadar, amar.
Que o corpo vai ser grato
E a Alma se regozijar
Atividade Física - Maria de Lourdes Cavalcante
Maria de Lourdes Cavalcante (marialc111@hotmail.com)
cidade: Salvador
estado: BA
idade: De 71 a 80 anos
sexo: feminino
Atividade Física
Proposta de trabalho Corporal
Idade Maior (Terceira Idade)
Destina-se a pessoas em Condomínios onde se isolam. Quando muito, fazem caminhadas por recomendação médica, sem nenhum prazer, motivação.
Reunir-se em seu próprio espaço de moradia, sem precisar se expor a abordagens desagradáveis, pondo em risco sua integridade física a que está sujeito ao sair em manhãzinha ou em fim de tarde - uma opção.
Objetiva a condução de interessados na proposta, a beneficiarem-se com movimentos corporais, observância de respiração, consciência de seu corpo como um todo que necessita estímulos, monitorados por profissionais embasados em conhecimentos acadêmicos.
cidade: Salvador
estado: BA
idade: De 71 a 80 anos
sexo: feminino
Atividade Física
Proposta de trabalho Corporal
Idade Maior (Terceira Idade)
Destina-se a pessoas em Condomínios onde se isolam. Quando muito, fazem caminhadas por recomendação médica, sem nenhum prazer, motivação.
Reunir-se em seu próprio espaço de moradia, sem precisar se expor a abordagens desagradáveis, pondo em risco sua integridade física a que está sujeito ao sair em manhãzinha ou em fim de tarde - uma opção.
Objetiva a condução de interessados na proposta, a beneficiarem-se com movimentos corporais, observância de respiração, consciência de seu corpo como um todo que necessita estímulos, monitorados por profissionais embasados em conhecimentos acadêmicos.
A MIOPIA DA SOBRA! - Sebastião Antônio Baracho
Sebastião Antônio Baracho (conanbaracho@uol.com.br)
cidade: Coronel Fabriciano
estado: MG
idade: De 71 a 80 anos
sexo: masculino
A MIOPIA DA SOBRA!
O maior inimigo do Homem é o seu próprio semelhante que, muito embora seja (ou, análogo), abarca, só para Ele, todas as vantagens diversas que poderia dividir com os outros!
A divisão de algo de valia, monetária e/ou, não, nunca é feita em partes iguais, com o encarregado da partição sempre ficando com o maior quinhão! Às benesses, sempre, são consideradas como propriedade exclusiva do portador Delas, em desfavor do próximo.
O desgosto, mesclado de tristeza e mágoa, têm suplantado os momentos felizes da aspiração e, meta de quem, almejando vencer as dificuldades de momento para usufruto futuro, se vê desiludido pelos entreveros, lhes jogados em cima pelo seu companheiro de jornada, infame e... Ambicioso!
As dificuldades diversas, pelas quais, todos nós passamos, só variando de intensidade e seqüência, poderiam ser minimizadas e, mesmo, extinguidas! Se, cooperássemos uns com os outros de forma corriqueira, mas, desinteressada de benesses pelo auxílio prestado ao outro!
Todo o nosso desiderato é, sempre, ofuscado pela desilusão ocasionada pela maioria dos nossos semelhantes, em querer nos deslumbrarem, ofuscando, como Deles, às nossas intenções de vitória!
A continuar, como vem transcorrendo com a Humanidade, acabaremos, todos nós (Ricos e pobres, Patrões e empregados, Feios e lindos etc.) continuando como dependentes um dos outros, todavia, sem termos nada para dividir, pois, a nossa vida terrestre é de curta duração e, tudo que adquirirmos usurpando, ficará para usufruto de outros, inclusive, da vítima de tal apropriação indevida.
A relação de tais injustiças, vou apresentar, tão somente, algumas situações análogas, a saber:
> Dirigentes esportivos, Juízes etc., comprados a peso de ouro, para resultados de disputas, com isso e, por isso, afastam os pagantes, diminuição dos rivais a serem enfrentados etc.
> Clérigos, Pastores e, semelhantes, pregando a doutrina religiosa, porém, praticando pecados e crimes hediondos, resultando na diminuição dos fiéis e, assim, das rendas e dízimos.
> Policiais e semelhantes, cometendo crimes devassos, sem serem contidos e, punidos pelos seus superiores, resultando: Descrédito e, somatória de crimes por todos os lados.
> Leis inconseqüentes e tacanhas, sem atuação sobre todos que lhe desobedecerem, resultando em desonra pela parcialidade e, não cumprimento real Delas.
> Mendigos e Pedintes, com a fome os aniquilando a cada dia, transitando por longas distâncias com a barriga vazia, porém, nas casas pelas quais passam, muitas das vezes, a comida que sobra é jogada nas lixeiras, resultando em aumento dos famintos e, desperdício da sobra! Todos nós deveríamos saciar a fome dos pedintes sem nem ao menos procurar saber se estão, ou não, famintos, ou seja: Dar sem olhar a quem!
Vou parar por aqui, com receio de estar ferindo melindres, informando que, só ainda estamos vivendo regularmente, em razão da regra da exceção presente na coletividade, porém, a cada dia, Ela está se mesclando com os desinteressados em dividirem o que lhe sobra com os seus semelhantes.
A seguir, uma poesia de minha autoria:
A JORNADA
Perdido na noite impura
Sem itinerário definido,
Vagueia a rota criatura
Paria da vida... Desiludo!
Têm calçadas por passarela,
Latões de lixo como baliza.
Portais/camarotes, seqüela!
Pôr aplausos, apenas à brisa!
A cada esquina vencida
Arqueiam os seus ombros,
Os pés vacilam na subida
Ao fugir dos escombros.
Para ante o néon.... Absorto!
Igual uma mariposa vencida.
Nas casas, o máximo conforto,
Nele... Um arremedo de vida!
Encosta-se na parede quente,
Nádegas no piso úmido/gelado:
Sauna funesta e inclemente
A dizimar o âmago do coitado.
Somos de deus o retrato
Com reflexo... Positivo!
O homem, em voragem,
Faz do mísero... Negativo!
Sofre a carne do abandonado
Dilacerada na escada da vida,
Chegando ao patamar arrasado
Pêlos percalços da vã subida!
Porém, esgotada a natureza,
Da vil matéria lhe doada,
O espírito reluz com realeza
Liberto da casca da jornada.
O afortunado da matéria
Terá dívida... Acumulada,
Por dizimar a miséria
Sobre irmão de jornada!
cidade: Coronel Fabriciano
estado: MG
idade: De 71 a 80 anos
sexo: masculino
A MIOPIA DA SOBRA!
O maior inimigo do Homem é o seu próprio semelhante que, muito embora seja (ou, análogo), abarca, só para Ele, todas as vantagens diversas que poderia dividir com os outros!
A divisão de algo de valia, monetária e/ou, não, nunca é feita em partes iguais, com o encarregado da partição sempre ficando com o maior quinhão! Às benesses, sempre, são consideradas como propriedade exclusiva do portador Delas, em desfavor do próximo.
O desgosto, mesclado de tristeza e mágoa, têm suplantado os momentos felizes da aspiração e, meta de quem, almejando vencer as dificuldades de momento para usufruto futuro, se vê desiludido pelos entreveros, lhes jogados em cima pelo seu companheiro de jornada, infame e... Ambicioso!
As dificuldades diversas, pelas quais, todos nós passamos, só variando de intensidade e seqüência, poderiam ser minimizadas e, mesmo, extinguidas! Se, cooperássemos uns com os outros de forma corriqueira, mas, desinteressada de benesses pelo auxílio prestado ao outro!
Todo o nosso desiderato é, sempre, ofuscado pela desilusão ocasionada pela maioria dos nossos semelhantes, em querer nos deslumbrarem, ofuscando, como Deles, às nossas intenções de vitória!
A continuar, como vem transcorrendo com a Humanidade, acabaremos, todos nós (Ricos e pobres, Patrões e empregados, Feios e lindos etc.) continuando como dependentes um dos outros, todavia, sem termos nada para dividir, pois, a nossa vida terrestre é de curta duração e, tudo que adquirirmos usurpando, ficará para usufruto de outros, inclusive, da vítima de tal apropriação indevida.
A relação de tais injustiças, vou apresentar, tão somente, algumas situações análogas, a saber:
> Dirigentes esportivos, Juízes etc., comprados a peso de ouro, para resultados de disputas, com isso e, por isso, afastam os pagantes, diminuição dos rivais a serem enfrentados etc.
> Clérigos, Pastores e, semelhantes, pregando a doutrina religiosa, porém, praticando pecados e crimes hediondos, resultando na diminuição dos fiéis e, assim, das rendas e dízimos.
> Policiais e semelhantes, cometendo crimes devassos, sem serem contidos e, punidos pelos seus superiores, resultando: Descrédito e, somatória de crimes por todos os lados.
> Leis inconseqüentes e tacanhas, sem atuação sobre todos que lhe desobedecerem, resultando em desonra pela parcialidade e, não cumprimento real Delas.
> Mendigos e Pedintes, com a fome os aniquilando a cada dia, transitando por longas distâncias com a barriga vazia, porém, nas casas pelas quais passam, muitas das vezes, a comida que sobra é jogada nas lixeiras, resultando em aumento dos famintos e, desperdício da sobra! Todos nós deveríamos saciar a fome dos pedintes sem nem ao menos procurar saber se estão, ou não, famintos, ou seja: Dar sem olhar a quem!
Vou parar por aqui, com receio de estar ferindo melindres, informando que, só ainda estamos vivendo regularmente, em razão da regra da exceção presente na coletividade, porém, a cada dia, Ela está se mesclando com os desinteressados em dividirem o que lhe sobra com os seus semelhantes.
A seguir, uma poesia de minha autoria:
A JORNADA
Perdido na noite impura
Sem itinerário definido,
Vagueia a rota criatura
Paria da vida... Desiludo!
Têm calçadas por passarela,
Latões de lixo como baliza.
Portais/camarotes, seqüela!
Pôr aplausos, apenas à brisa!
A cada esquina vencida
Arqueiam os seus ombros,
Os pés vacilam na subida
Ao fugir dos escombros.
Para ante o néon.... Absorto!
Igual uma mariposa vencida.
Nas casas, o máximo conforto,
Nele... Um arremedo de vida!
Encosta-se na parede quente,
Nádegas no piso úmido/gelado:
Sauna funesta e inclemente
A dizimar o âmago do coitado.
Somos de deus o retrato
Com reflexo... Positivo!
O homem, em voragem,
Faz do mísero... Negativo!
Sofre a carne do abandonado
Dilacerada na escada da vida,
Chegando ao patamar arrasado
Pêlos percalços da vã subida!
Porém, esgotada a natureza,
Da vil matéria lhe doada,
O espírito reluz com realeza
Liberto da casca da jornada.
O afortunado da matéria
Terá dívida... Acumulada,
Por dizimar a miséria
Sobre irmão de jornada!
OBRA.. POÉTICA! - Sebastião Antônio Baracho
Sebastião Antônio Baracho (conanbaracho@uol.com.br)
cidade: Coronel Fabriciano
estado: MG
idade: De 71 a 80 anos
sexo: masculino
OBRA.. POÉTICA!
A Obra, ora retirada do meu livro de Poesia, foge às regras da percepção seqüencial das Rimas, abrangendo ao núcleo literário do sentido da sua formação inspirada. Retrata, em forma de ação artística, Um Texto diversificado, sem a obrigatoriedade da consonância de seus versos.
Estando a Poesia em toda a parte do universo evolutivo, em constante movimentação, APRESENTO, a seguir, um Texto (Obra) Dela extraído:
01 - AMOR:
A FADA! O espelho das águas reflete o teu olhar, os musgos das margens, acalenta o teu pisar. O sereno da madrugada ameniza o teu desfilar, abrindo as cortinas, para te deixar entrar!
O cenário do riachinho recebe da manhã à luz! Enquanto tu, de mansinho: Ao riacho doma e seduz! Os seixos no fundo d'água Colidem com insistência, querendo fazer pirâmides pra verem a tua inocência.
As gavinhas dos cipós desenrolam-se pelo chão, querendo ornar o teu pé com adornos de afeição. a água flui mansamente, tilintando na margem, retardando o prosseguir, domada por tua imagem! Saltitando na ramagem, pássaros fazem gorjeios, disputando bons lugares, sem terem de ti receios. nas arestas do alcantil, o sol aparece radiante, trazendo maiores luzes, àquela cena inebriante!
O restinho da madrugada sai do cenário pesaroso, recua pra noite findante, deixando-te... Lamentosa! Curvada sobre as águas, fazes vênia à natureza e, essa... Embevecida! Vai refletir a tua BELEZA!
O BEIJO! Como é ameno o desejo, no trespasso do enleio, da doçura de um beijo na curvatura do seio. O beijo não tem cor, nem sabor definido, varia conforme o amor ditado pelo sentido. A duração dum beijo, não tem marcação, depende do ensejo e, amor no coração. Beijar e abraçar são atos de amor, beijar é néctar, abraço é... Calor!
Um beijo com castidade na fronte de um filho é pureza / serenidade, amor / paz e estribilho! O ósculo paterno é doce redenção, seu par é materno, seu Éden: o coração!
Um beijo conjugal é um lacre de amor, eliminando todo o mal, num coração sofredor.
A M O R! Sinto o perfume da flor, no sorriso do inocente, espelhando pureza e amor, no fundo da alma da gente. Um afago de criança, em alegria sem freio, é o mel da bonança, no côncavo do seio. Gorjeio de beija-flor na fofura da grama, complacência do amor na alma de quem ama. Peregrino é o amor no âmago do vivente, quando puro é ardor, sendo falso, é ausente!
Uma estrela a brilhar piscando na imensidão, é como o lacrimejar da saudade no coração. O verdadeiro amor só é visto no infante que, não cobra favor, do adulto farsante. Amar é multiplicar parcelas de afeição, diminuindo o penar na soma da ilusão!
02) - LAMÚRIA:
O LEGADO! Perdão... Queridos filhos! Por colocá-los, num mundo, fecundado de empecilhos e, de egoísmo profundo! Perdão... Filhos queridos! Pela herança distribuída de valores esquecidos pelos caminhos da vida. Escusas, peço... Meus filhos! Por querê-los com paixão e, só dá-los sabugos de milho, nos banquetes da ilusão.
A natureza é aprazível pureza. O bem, a nata da felicidade... Vem o homem, com sua rudeza: Transformando tudo em crueldade.
Meus filhos adorados! O erro dos ancestrais deu-lhes como legados um montão de cristais! Diamante, prata e o ouro, foram por eles destruídos, toda a beleza e tesouro esfacelaram-se... Diluindo!
OBAJULADOR!Honra!Quem és tu... miserável!Vegetas somente no impalpável, premias apenas ao interesseiro. Aos honrados sonegas valores, fazendo dotes aos aduladores: Sempre, sempre... Alvissareiros!
A honra virou mera dobradiça nos portais da raça mestiça, sustentáculo de hipocrisia!Faz vênia ao favorecimento, desconhece o merecimento e, da injúria... Faz freguesia!
MAS... O Azimute da decadência senil, no horizonte do físico viril faz a verdade coar... Fluente! Na balança fiel do julgamento, ao bajulador caberá o tormento de ser capacho... Eternamente!
NÃO MATARÁS... CRIANÇAS! Não macule o teu ventre, santuário de doce harmonia! Deixe que em teu âmago entre a pura alma... Da cor do dia! Não lacres à vida a porta de um ente que não conheces o futuro só a Deus importa, Tu, só ganhas o que padeces! Não sepultes na latrina o fruto da tua concepção, seja antes uma maestrina em regência de devoção!
Não abortes a vida futura sob tua tutela ingente, deixe viver a criatura... Pedaço de ti inerente! O mundo está poluído com tanta maldade insana: A cada feto destruído a escolha é menos soberana! Não és tu quem vai gerir a vida em teu ventre a nascer, a ti, cabe apenas... Parir! A Deus: fazê-los... Crescer!
Se não podias dispor da vida quando no seio da tua genitora,
Por que, agora... Irrefletida! Quer da morte ser tutora! A maldade no mundo atual não vem de crianças vadias e, sim, do adulto irracional: Mestre de vícios e orgias!
O número de filhos num lar onera a subsistência falida, mas, fazer do útero um lagar, é a morte de tua alma e vida!
LAGRIMAS! Mamãe, não chore por mim! Não lamente nem fique triste, a morte da vida não é o fim, pra mim, ela, eterna... Existe! Sou mais feliz do que vocês em minha atual existência, por aí, só vivi por uma vez, aqui... Existo em consistência!
A cada lágrima derramada, dos seus olhos maternais, minha alma... Enciumada! Fica penando pelos portais. Portais agora nos separando da matéria que você conduz, quando dela for se livrando, viveremos juntos... Na luz!
Para mim, foi feito o possível, o impossível só Deus poderia, perdi você, minha mãe incrível! Mas... Ganhei por mãe: Maria!
03) - RELIGIOSO:
SALMO DO... ESSE! Sensação sensata senil, sanando sem sancionar, sentinelas simuladas seviciando salários. Sardenha sanha sarcástica, salgando saliente saliva. Salteadores sacando sócios: Solapando sinceridade!
Sistemas só sensíveis se salvaguardar saldos. Sapiência sedentária se, só saindo saturada. Sabujo sentido servil, seguimento sem sensatez. Satã servindo sacrílego, satélite sem servidão! Sósia semblante selvagem, soberba silhueta similar, sorvendo suplicante seiva... Segregando sem seleção!
Sabatina sem sabedoria sabotando sacro saber, secreção seminarista sem salmo salvítico. Sequiosa sentença sensual, sem séqüito sindicante, seduz severa sedição: Servindo sazonada sociedade!
Salutar sedativo secular, sabido sabor salvador, só se sente serenamente seguindo, sempre... Salmos!
A CRUZ! Oh! Lenho de cerne rijo, madeiro da mais pura! Ainda ontem... Pequenino, medravas entre os torrões! Crescestes mui a prumo, enfrentando as intempéries, só vergando-te aos vendavais por não possuíres gavinhas. Sugavas o alimento da terra, com voraz sofreguidão, fronte altiva olhando o sol, fortes raízes no chão. O teu porte inebriava os viandantes sedentos, acolhendo-os à tua sombra sem cobrar emolumentos.
Sobrevivestes às queimadas com pouquíssimas lesões, vencestes muitas geadas de inúmeras estações. Mas... Não vencestes o machado, manejado com maestria!Caístes a frio compridos.
Numa tarde nebulosa e fria! Serraram tuas extremidades transformando-te em tora, longarinas das necessidades, lucro do homem que te explora. Oh madeiro de mui qualidade!
Agora, transformado em cruz. para vergonha da humanidade: Foste o holocausto de... Jesus!
ACORDA ISRAEL! Lamentai Israel! Chore o teu sangue Gota a gota... Pingente! Em árida face. Murchai a tua vida, secai as entranhas, lento... Lentamente! Em teu âmago bélico! Lamentai Israel! Vendai os teus olhos, míopes: vazados... Em órbitas lacradas!
Murchai o teu orgulho emudecendo-te a voz, gaga e rouca... No silêncio da tumba! Lamentai Israel! O abandono de Deus passo a passo... Caindo no vácuo! Chorai... Órfã! Às migalhas, farelo a farelo... Do festim do Céu. Lamentai Israel! A chacina vil, petardos, metralhas... Sobre meninos!
Chorai desgraçados o parir das bombas, impactos, hecatombes... Contra os idosos! Lamentai Israel! O fio da espada, gélido, penetrante... No ventre de mulheres! Chorai infelizes! Bíblico povo de Deus, trêmulos, hesitantes, agora... Ímpios ateus!
Lamentos e lágrimas purificando a alma: Devagar... Seguidamente! Pára o puro lapidar! Recolhei às tuas armas, abriga-te no templo, orando, rezando, redimindo... Dando bom exemplo! Saneai os teus irmãos! expurgando os maus, um a um... Todos!Purificando os justos!
Assim, oh Israel! Nação de Deus bendita!Voltarás... Para sempre! Ao seio de Emanuel. Às tuas fronteiras alastrar-se-ão à frente... Circundante! absorvendo a todos! Troque armas e munições por alimentos e flores, abraços, apertos de mãos, e a palavra do Redentor! De um povo confinado transfigurarás em bonança: Parábolas/ salmos/ louvores! Frutos da... ETERNA ALIANÇA!
RESUMINDO: Não se deve fechar às portas aos Poemas! A abrangência Deles não o permitiria em razão do seu "status" de majestade soberana!
cidade: Coronel Fabriciano
estado: MG
idade: De 71 a 80 anos
sexo: masculino
OBRA.. POÉTICA!
A Obra, ora retirada do meu livro de Poesia, foge às regras da percepção seqüencial das Rimas, abrangendo ao núcleo literário do sentido da sua formação inspirada. Retrata, em forma de ação artística, Um Texto diversificado, sem a obrigatoriedade da consonância de seus versos.
Estando a Poesia em toda a parte do universo evolutivo, em constante movimentação, APRESENTO, a seguir, um Texto (Obra) Dela extraído:
01 - AMOR:
A FADA! O espelho das águas reflete o teu olhar, os musgos das margens, acalenta o teu pisar. O sereno da madrugada ameniza o teu desfilar, abrindo as cortinas, para te deixar entrar!
O cenário do riachinho recebe da manhã à luz! Enquanto tu, de mansinho: Ao riacho doma e seduz! Os seixos no fundo d'água Colidem com insistência, querendo fazer pirâmides pra verem a tua inocência.
As gavinhas dos cipós desenrolam-se pelo chão, querendo ornar o teu pé com adornos de afeição. a água flui mansamente, tilintando na margem, retardando o prosseguir, domada por tua imagem! Saltitando na ramagem, pássaros fazem gorjeios, disputando bons lugares, sem terem de ti receios. nas arestas do alcantil, o sol aparece radiante, trazendo maiores luzes, àquela cena inebriante!
O restinho da madrugada sai do cenário pesaroso, recua pra noite findante, deixando-te... Lamentosa! Curvada sobre as águas, fazes vênia à natureza e, essa... Embevecida! Vai refletir a tua BELEZA!
O BEIJO! Como é ameno o desejo, no trespasso do enleio, da doçura de um beijo na curvatura do seio. O beijo não tem cor, nem sabor definido, varia conforme o amor ditado pelo sentido. A duração dum beijo, não tem marcação, depende do ensejo e, amor no coração. Beijar e abraçar são atos de amor, beijar é néctar, abraço é... Calor!
Um beijo com castidade na fronte de um filho é pureza / serenidade, amor / paz e estribilho! O ósculo paterno é doce redenção, seu par é materno, seu Éden: o coração!
Um beijo conjugal é um lacre de amor, eliminando todo o mal, num coração sofredor.
A M O R! Sinto o perfume da flor, no sorriso do inocente, espelhando pureza e amor, no fundo da alma da gente. Um afago de criança, em alegria sem freio, é o mel da bonança, no côncavo do seio. Gorjeio de beija-flor na fofura da grama, complacência do amor na alma de quem ama. Peregrino é o amor no âmago do vivente, quando puro é ardor, sendo falso, é ausente!
Uma estrela a brilhar piscando na imensidão, é como o lacrimejar da saudade no coração. O verdadeiro amor só é visto no infante que, não cobra favor, do adulto farsante. Amar é multiplicar parcelas de afeição, diminuindo o penar na soma da ilusão!
02) - LAMÚRIA:
O LEGADO! Perdão... Queridos filhos! Por colocá-los, num mundo, fecundado de empecilhos e, de egoísmo profundo! Perdão... Filhos queridos! Pela herança distribuída de valores esquecidos pelos caminhos da vida. Escusas, peço... Meus filhos! Por querê-los com paixão e, só dá-los sabugos de milho, nos banquetes da ilusão.
A natureza é aprazível pureza. O bem, a nata da felicidade... Vem o homem, com sua rudeza: Transformando tudo em crueldade.
Meus filhos adorados! O erro dos ancestrais deu-lhes como legados um montão de cristais! Diamante, prata e o ouro, foram por eles destruídos, toda a beleza e tesouro esfacelaram-se... Diluindo!
OBAJULADOR!Honra!Quem és tu... miserável!Vegetas somente no impalpável, premias apenas ao interesseiro. Aos honrados sonegas valores, fazendo dotes aos aduladores: Sempre, sempre... Alvissareiros!
A honra virou mera dobradiça nos portais da raça mestiça, sustentáculo de hipocrisia!Faz vênia ao favorecimento, desconhece o merecimento e, da injúria... Faz freguesia!
MAS... O Azimute da decadência senil, no horizonte do físico viril faz a verdade coar... Fluente! Na balança fiel do julgamento, ao bajulador caberá o tormento de ser capacho... Eternamente!
NÃO MATARÁS... CRIANÇAS! Não macule o teu ventre, santuário de doce harmonia! Deixe que em teu âmago entre a pura alma... Da cor do dia! Não lacres à vida a porta de um ente que não conheces o futuro só a Deus importa, Tu, só ganhas o que padeces! Não sepultes na latrina o fruto da tua concepção, seja antes uma maestrina em regência de devoção!
Não abortes a vida futura sob tua tutela ingente, deixe viver a criatura... Pedaço de ti inerente! O mundo está poluído com tanta maldade insana: A cada feto destruído a escolha é menos soberana! Não és tu quem vai gerir a vida em teu ventre a nascer, a ti, cabe apenas... Parir! A Deus: fazê-los... Crescer!
Se não podias dispor da vida quando no seio da tua genitora,
Por que, agora... Irrefletida! Quer da morte ser tutora! A maldade no mundo atual não vem de crianças vadias e, sim, do adulto irracional: Mestre de vícios e orgias!
O número de filhos num lar onera a subsistência falida, mas, fazer do útero um lagar, é a morte de tua alma e vida!
LAGRIMAS! Mamãe, não chore por mim! Não lamente nem fique triste, a morte da vida não é o fim, pra mim, ela, eterna... Existe! Sou mais feliz do que vocês em minha atual existência, por aí, só vivi por uma vez, aqui... Existo em consistência!
A cada lágrima derramada, dos seus olhos maternais, minha alma... Enciumada! Fica penando pelos portais. Portais agora nos separando da matéria que você conduz, quando dela for se livrando, viveremos juntos... Na luz!
Para mim, foi feito o possível, o impossível só Deus poderia, perdi você, minha mãe incrível! Mas... Ganhei por mãe: Maria!
03) - RELIGIOSO:
SALMO DO... ESSE! Sensação sensata senil, sanando sem sancionar, sentinelas simuladas seviciando salários. Sardenha sanha sarcástica, salgando saliente saliva. Salteadores sacando sócios: Solapando sinceridade!
Sistemas só sensíveis se salvaguardar saldos. Sapiência sedentária se, só saindo saturada. Sabujo sentido servil, seguimento sem sensatez. Satã servindo sacrílego, satélite sem servidão! Sósia semblante selvagem, soberba silhueta similar, sorvendo suplicante seiva... Segregando sem seleção!
Sabatina sem sabedoria sabotando sacro saber, secreção seminarista sem salmo salvítico. Sequiosa sentença sensual, sem séqüito sindicante, seduz severa sedição: Servindo sazonada sociedade!
Salutar sedativo secular, sabido sabor salvador, só se sente serenamente seguindo, sempre... Salmos!
A CRUZ! Oh! Lenho de cerne rijo, madeiro da mais pura! Ainda ontem... Pequenino, medravas entre os torrões! Crescestes mui a prumo, enfrentando as intempéries, só vergando-te aos vendavais por não possuíres gavinhas. Sugavas o alimento da terra, com voraz sofreguidão, fronte altiva olhando o sol, fortes raízes no chão. O teu porte inebriava os viandantes sedentos, acolhendo-os à tua sombra sem cobrar emolumentos.
Sobrevivestes às queimadas com pouquíssimas lesões, vencestes muitas geadas de inúmeras estações. Mas... Não vencestes o machado, manejado com maestria!Caístes a frio compridos.
Numa tarde nebulosa e fria! Serraram tuas extremidades transformando-te em tora, longarinas das necessidades, lucro do homem que te explora. Oh madeiro de mui qualidade!
Agora, transformado em cruz. para vergonha da humanidade: Foste o holocausto de... Jesus!
ACORDA ISRAEL! Lamentai Israel! Chore o teu sangue Gota a gota... Pingente! Em árida face. Murchai a tua vida, secai as entranhas, lento... Lentamente! Em teu âmago bélico! Lamentai Israel! Vendai os teus olhos, míopes: vazados... Em órbitas lacradas!
Murchai o teu orgulho emudecendo-te a voz, gaga e rouca... No silêncio da tumba! Lamentai Israel! O abandono de Deus passo a passo... Caindo no vácuo! Chorai... Órfã! Às migalhas, farelo a farelo... Do festim do Céu. Lamentai Israel! A chacina vil, petardos, metralhas... Sobre meninos!
Chorai desgraçados o parir das bombas, impactos, hecatombes... Contra os idosos! Lamentai Israel! O fio da espada, gélido, penetrante... No ventre de mulheres! Chorai infelizes! Bíblico povo de Deus, trêmulos, hesitantes, agora... Ímpios ateus!
Lamentos e lágrimas purificando a alma: Devagar... Seguidamente! Pára o puro lapidar! Recolhei às tuas armas, abriga-te no templo, orando, rezando, redimindo... Dando bom exemplo! Saneai os teus irmãos! expurgando os maus, um a um... Todos!Purificando os justos!
Assim, oh Israel! Nação de Deus bendita!Voltarás... Para sempre! Ao seio de Emanuel. Às tuas fronteiras alastrar-se-ão à frente... Circundante! absorvendo a todos! Troque armas e munições por alimentos e flores, abraços, apertos de mãos, e a palavra do Redentor! De um povo confinado transfigurarás em bonança: Parábolas/ salmos/ louvores! Frutos da... ETERNA ALIANÇA!
RESUMINDO: Não se deve fechar às portas aos Poemas! A abrangência Deles não o permitiria em razão do seu "status" de majestade soberana!
ETERNIDADE - Lúcia Chagas
Lúcia Chagas (luciafreitaschagas@hotmail.com)
cidade: Russas
estado: CE
idade: De 51 a 60 anos
sexo: feminino
ETERNIDADE
É muito fácil saber onde passaremos a eternidade, é só responder a pergunta: Que lugar Deus ocupa em nossa vida? Nascemos não para ter o melhor, mas para sermos os melhores.(Sd. Pe. Léu)
Refletindo essa mensagem, entendi que dando o melhor de si para Deus ficamos mais perto de Deus, assim quando nos reunimos em grupos ou em casa para rezar partilhar, estaremos dando o nosso melhor, assim também quando escutamos o próximos, quando fazemos algo por nosso semelhante, mais perto do céu chegaremos.
Por isso avançamos por aguas mais profundas, e procuremos levar esse Deus maravilhoso para aqueles que ainda não o conhecem. Abração Lúcia Chagas
cidade: Russas
estado: CE
idade: De 51 a 60 anos
sexo: feminino
ETERNIDADE
É muito fácil saber onde passaremos a eternidade, é só responder a pergunta: Que lugar Deus ocupa em nossa vida? Nascemos não para ter o melhor, mas para sermos os melhores.(Sd. Pe. Léu)
Refletindo essa mensagem, entendi que dando o melhor de si para Deus ficamos mais perto de Deus, assim quando nos reunimos em grupos ou em casa para rezar partilhar, estaremos dando o nosso melhor, assim também quando escutamos o próximos, quando fazemos algo por nosso semelhante, mais perto do céu chegaremos.
Por isso avançamos por aguas mais profundas, e procuremos levar esse Deus maravilhoso para aqueles que ainda não o conhecem. Abração Lúcia Chagas
3ª ESTAÇÃO - MALLUNA ARAUJO SILVA
MALLUNA ARAUJO SILVA (amluisa@terra.com.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
titulo: 3ª ESTAÇÃO
texto: ROTEIRO
FILMAGEM(DAYAN)
ESTAÇÃO DO METRO, CIDADE DE SPAULO.
APÓS 40 ANOS, DOIS VELHOS AMIGOS DE REENCONTRAM.
O DIÁLOGO, ACONTECE DENTRO DO VAGÃO DO METRO,ONDE PESSOAS DE VÁRIAS FAIXAS ETÁRIAS, DISCUTEM SOBRE O ASSENTO PREFERÊNCIAL.
PERSONAGENS:
IDOSO 1 - SR.EUCLIDES. 79 ANOS.VIÚVO, APOSENTADO,MORA NOS FUNDOS DA CASA DO ÚNICO FILHO.SENTE-SE MUITO SÓ.SEU PASSEIO DIÁRIOE ANDAR PELAS RUAS DA CIDADE.( GABRIEL)
IDOSO 2- SR.ARMANDO, 83 ANOS,TAMBÉM VIÚVO, MORA SOZINHO, OS FILHOS VIVEM FORA DO PAIS.FAZ TRABALHO VOLUNTÁRIO NUMA ONG.
POSSUI MUITOS AMIGOS E SEMPRE PARTICIPA DE EVENTOS SOCIAIS.(GABRIEL)
ADOLESCENTE 1- MEIRE (FERNANDA)
ADOLESCENTE 2 LIA( SALU)
MULHER MEIA IDADE (MALU)
HOMEM MEIA IDADE(DANIEL)
CRIANÇA(BRENA)
CASAL DE AMIGOS
ADULTO JOVEM 1(SÉRGIO)
ADULTO JOVEM 2(KAROL)
CENA 1 ENTRADA NO VAGÃO
AS ADOLESCENTES ENTRAM PRIMEIRO PASSANDO POR CIMA DE TODOS DESABERCEBIDAS, SENTAM-SE NO BANCO PREFERÊNCIAL. OS DEMAIS SENTAM-SE FRENTE AO BANCO. SR EUCLIDES MEIO SEM JEITO, FICA EM PÉ, QUANDO A DISCURSÃO COMEÇA:
CENA 2 A DISCURSÃO
MULHER - OH, VCS DUAS, NÃO ESTÃO VENDO QUE ESSE ASSENTO É PARA O ELE SENTAR? NÃO VIRAM O QUE ESTÁ ESCRITO,NÃO? ESSA JUVENTUDE NÃO ESTÉ NEM AI COM NINGUÉM!
ADOLESCENTE 1 - O TIA QUE STRESS LOGO CEDO NINGUÉM MERECE!
ADOLESCENTE 2- PARECE MINHA MÃE, CREDOOOOOOO!
ADULTO JOVEM1 - VCS SÃO FOLGADAS MESMO,A TIA TÁ CERTA.
HOMEM: TIA NÃO MOÇO, MAIS RESPEITO!
ADULTO JOVEM 2- AI BENHÉ DEIXA PRÁ NUM SI METE, TÁ TODO MUNDO FALANDO E NINGUÉM DÁ LUGAR PRO SENHOR!
ADOLECENTE 2- ISSO MESMO TÁ COM PENA ENTÃO DÁ O LUGAR DA SRA!
CRIANÇA: AI MANEE, NUM QUERO FICAR ME PÉ NÃO TÔ CANSADA.
CENA 3
A DISCURSÃO PÁRA. TODO MUNDO DISFARSA E O SR EUCLIDES ATÉ ENTÃO CALADO OBSERVANDO TODOS COMEÇA A FALAR:
- VCS TÃO PENSANDO QUE NUNCA VÃO ENVELHECER , NÃO É? QUANDO EU TINHA A IDADE DE VCS TAMBÉM PENSAVA ASSIM...
HOMEM - DISFARSA ABRE O JORNAL, AS ADOLECENTES, OUVEM MÚSICA. ACRINÇA FINJE DORMIR, O CASAL ATENDE O CELULAR.
PRÓXIMA ESTAÇÃO
CENA 4
ENTRA SR ARAMANDO ESBARRA SEM QUERER NO VELHO AMIGO...
IDOSO 2- NÃO PODE SER !!( ADMIRADO)EUCLIDÃO? É VC MESMO? EITAAAAA!EU TÔ RECONHECENDO ESSE BONÉZINHO...
IDOSO 1- VIXE NOSSA SRA DA QUEROPITAAA!! VC NUM MUDA NADA!
ARMANDOOO
QDO SR ARMANDO LEVA AS MÃOS ATÉ OS OMBROS DO AMIGO ELE SE RETRAI DE DOR...
- AI AI CUIDADO COM MINHA BORSITE TÁ ATACADA HOJE, EU TAVA INDO MESMO PRO MÉDICO...NUM TÕ AGUENTANDOO DE DOR!
IDOSO 2 INDIGNADO
- OH MEU AMIGO PRECISA SENTAR-SE...OLHOU OP ARA AS DUAS ADOLESCENTES:
- O MENINAS, POR FAVOR...DIANTE DESTE MOMENTO, ESSE ASSENTO É DESTINADO PARA ESSE, SR...OU VCS...
MULHER- EU FALEI NUM FALEI,Q VCS TAVAM ERRADAS...
HOMEM- ENTÃO FOI ISSO MESMO...ESSA JUVENTUDE!
TODO MUNDO FALA AO MESMO TEMPO S EDEFENDENDO.
SR EUCLIDES DESABAFA.
- ATÉ AGORA UM FALA PRO OUTRO MAS NINGUÉM CEDE OLUGAR QUE É MEU, AS PESSOAS NUM TEM CORAÇÃO...
SR ARMANDO- AS PESSOAS NÃO TÊM EDUCAÇÃO, ISSO SIM. ENTÃO AGENTE TEM ENSINAR DE UM JEITO OU DE OUTRO.
DAÍ TODO MUNDO RESOLVE CEDER O LUGAR, MAS SR EUCLIDES CHEGA AO SEU DESTINO.
AMBOS SAEM DO VAGÃO.
AS PESSOAS...SEGUEM.
CENA 5
PRÓXIMA ESTAÇÃO
SR EUCLIDES SAI EM COMPANHIA DO AMIGO.
MAS EUCLIDES PRECISA DESCANSAR UM POUCO ANTES DE CHEGAR AO MÉDICO.SENTE MUITAS DORES.
ARMANDO: VAMOS SENTAR UM POUCO AQUI.DEIXA EU TE AJUDAR.
EUCLIDES: QUE EU SAIBA...SOU MAIS VELHO...NOSSA O TEMPO FOI GENEROSO PRÁ VC...EU TÔ CANSANDO, MUITO DOENTE.DEPOIS QUE
QUE Á MULHER SI FOI... VC LEMBRA DELA?
ARMANDO FALA: CLARO QUE SIM, AQUELA BELEZURA, COM TODO RESPEITO...EU TAMBÉM TÔ VIÚVO, MAS O TEMPO NUM PODE PARAR, AMIGÃO, HEHEHE, ENTÃO EU CONHECI À CÉLIA NUM BAILE E SE SABE, NÉ...
EUCLIDES: BAILE? NUM SEI, EU NÃO VOU, NÃO. NUM TENHO VONTADE NUM TENHO COM QUEM IR..
ARMANDO: COMO ASSIM? OH MEU AMIGO, A GENTE NÃO PODE PARAR NÃO!TEM QUE CONTINUAR VIVENDO, MESMO QUE OS OUTROS NÃO QUEIRAM, MESMO QUE TODO MUNDO VÁ CONTRA A GENTE PRECISA TEM MUITO AMOR A VIDA, A NOSSA VIDA.
OH MEU AMIGO, O MUNDO DE HOJE TÁ MUITO MUDADO, SABE, EU SEI QUE TEM MUITA GENTE QUE ACHA QUE DEPOIS DE UMA CERTA IDADE DEVERÍAMOS IR PARA OS ASILOS, FICAR QUEITINHO ESPERANDO A MORTE CHEGAR! QUE NADA. A MORTE VAI VIR MESMO ENTÃO A GENTE NUM TEM O QUE SE PREOCUPAR.TEM QUE VIVER.
EU SEMPRE PENSEI ASSIM SEMPRE FUI PRÁ CIMA, ALTO ASTRAL.
SABE MEU VELHO, TIRANDO AQUELA DORZINHA ALI, ACOLÁ, É PORQUE NUM TEM JEITO O TEMPO VAI DESGASTANDO MESMO.POR ISSO QUE DEVEMOS CUIDAR DA SAÚDE, ANTE DE FICAR DOENTE.EU SEMPRE GOSTEI D ESPORTES, LEMBRA NÉ?
EUCLIDES: MAIS ANIMADO- SI LEMBRO...EU QUE NUNCA GOSTEI MUITO.
ACHO QUE FIZ MUITA BESTEIRA...NUNCA ME PREOCUPEI.MINHA MULHER, COITADA, MORREU DE TANTO DESGOSTO...
ARMANDO; DEIXA PRÁ ISSO, PRÁ QUE REMOER ISSO AGORA, QUE ADIANTA.
EUCLIDES:- É EU SEI.QUANDO A GENTE É JOVEM PENSA QUE É IMORTAL.DAI A IDADE VEM, PARECE QUE AGENTE NÃO TEM + LUGAR NESSE MUNDO...AS PESSOAS...OS FILHOS...CADA UM COM SUA VIDA.
EU...TÃO SOZINHO, VIVO EM MÉDICO, VIVO COM DORES...ESPERANDO UM DIA MELHOR...ESPERANDO.
ARMANDO: - PUXA, QUE SOLIDÃO QUE DESAFETO.VC NÃO PODE ESPERAR NADA DOS FILHOS E DE NINGUÉM.VC NÃO VIVEU A SUA VIDA DO JEITO QUE QUIS, AGORA É A VEZ DELES. EU SOU MUITO GRATO A VIDA.MINHA FAMÍLA É MARAVILHOSA. TUDO PRÁ BOM DEMAIS. TÔ VIVO.
EULIDES: É PRECISO APRENDER ENVELHECER...NESTE MUNDO
ARMANDO: POR ISSO QUE AGENTE TEM QUE ENSINAR OS JOVENS, CONSCIENTIZAR QUE UM DIA ELES PASSARÃO POR TUDO ISSO.PRECISO TER MAIS RESPEITO COM SEU CORPO.LÁ NA ONG ONDE EU FAÇO SERVIÇO VOLUNTÁRIO, A GENTE FALA DISSO TUDO.CUIDADO COM Á SAÚDE.LÁ ENSINAMOS AS PESSOAS A MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA,O RENDIMENTO FÍSICO E CEREBRAL, VC SABE NÉ O TAL DO STRESS ISSO TUDO PRA AGENTE NÃO TENHA UM ENVELHECIMENTO ACELERADO.
EUCLIDES:- ARMANDO, QUANTA COISA QUE APRENDI COM VC HOJE, SABE EU NUNCA PENSEI ASSIM...MAS VC AMIGO ENXERGA A VIDA POR UM LADO QUE EU NEM SONHAVA...ONDE FICA ESSE LUGAR, ESSA TLA DE ONG? SERÁ QUE EU POSSO IR UM DIA CONHECER? OLHA, EU NÃO QUERO ATRAPALHAR, NUM QUERO DAR TRABALHO, NÃO...
ARMANDO: CLARO QUE PODE, OLHA, EU TAVA INDO AGORA MESMO,PAREI AQUI POR CAUSA DE VC...AH! MAIS VC VAI AO MÉDICO?
EUCLIDES: É VOU. SE BEM QUE NUM TÁ ADIANTANDO NADA, É TANTO REMÉDIO QUE O CORPO...
ARMANDO; JÁ SEI...NEM RESPONDE MAIS AO TRATAMENTO.LÁ NA ONG TEM UM AMIGO MEU ESPECIALISTA EM GERIATRIA ORTOMOLECULAR.
VC QUER VIR COMIGO?
EUCLIDES: BEM MAIS ANIMADO. LEVANTE-SE. E DIZ: DEMORÓ, MEU! NÃO É ASSIM QUE OS JOVENS DIZEM?
ARMANDO. HAHAHA, BLZ, BORÁ VAMU DAR UM ROLÉ
CONCLUSÃO
(DANIEL)
SAÊM RINDO. ESSE REENCONTRO DEU UMA NOVA PERSPECTIVA NA VIDA DE EUCLIDES. UMA INJEÇÃO DE ÂNIMO.UMA NOVA POSSIBILIADADE DE CONTINUAR VIVENDO, NUMA SOCIEDADE QUE AINDA SEGREGA OS MAIS
VELHOS, APESAR DO ESFORÇO DE UMA NOVA POLÍTICA SOCIAL, DEVEMOS TODOS COMEÇAR A EDUCAR NOSSOS FILHOS E OS FILHOS SEUS FILHOS, SUCESSIVAMENTE.
PORQUE A VIDA PASSA PRA TODOS INCONDICIONALMENTE.
FIM.
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: Até 50 anos
sexo: feminino
titulo: 3ª ESTAÇÃO
texto: ROTEIRO
FILMAGEM(DAYAN)
ESTAÇÃO DO METRO, CIDADE DE SPAULO.
APÓS 40 ANOS, DOIS VELHOS AMIGOS DE REENCONTRAM.
O DIÁLOGO, ACONTECE DENTRO DO VAGÃO DO METRO,ONDE PESSOAS DE VÁRIAS FAIXAS ETÁRIAS, DISCUTEM SOBRE O ASSENTO PREFERÊNCIAL.
PERSONAGENS:
IDOSO 1 - SR.EUCLIDES. 79 ANOS.VIÚVO, APOSENTADO,MORA NOS FUNDOS DA CASA DO ÚNICO FILHO.SENTE-SE MUITO SÓ.SEU PASSEIO DIÁRIOE ANDAR PELAS RUAS DA CIDADE.( GABRIEL)
IDOSO 2- SR.ARMANDO, 83 ANOS,TAMBÉM VIÚVO, MORA SOZINHO, OS FILHOS VIVEM FORA DO PAIS.FAZ TRABALHO VOLUNTÁRIO NUMA ONG.
POSSUI MUITOS AMIGOS E SEMPRE PARTICIPA DE EVENTOS SOCIAIS.(GABRIEL)
ADOLESCENTE 1- MEIRE (FERNANDA)
ADOLESCENTE 2 LIA( SALU)
MULHER MEIA IDADE (MALU)
HOMEM MEIA IDADE(DANIEL)
CRIANÇA(BRENA)
CASAL DE AMIGOS
ADULTO JOVEM 1(SÉRGIO)
ADULTO JOVEM 2(KAROL)
CENA 1 ENTRADA NO VAGÃO
AS ADOLESCENTES ENTRAM PRIMEIRO PASSANDO POR CIMA DE TODOS DESABERCEBIDAS, SENTAM-SE NO BANCO PREFERÊNCIAL. OS DEMAIS SENTAM-SE FRENTE AO BANCO. SR EUCLIDES MEIO SEM JEITO, FICA EM PÉ, QUANDO A DISCURSÃO COMEÇA:
CENA 2 A DISCURSÃO
MULHER - OH, VCS DUAS, NÃO ESTÃO VENDO QUE ESSE ASSENTO É PARA O ELE SENTAR? NÃO VIRAM O QUE ESTÁ ESCRITO,NÃO? ESSA JUVENTUDE NÃO ESTÉ NEM AI COM NINGUÉM!
ADOLESCENTE 1 - O TIA QUE STRESS LOGO CEDO NINGUÉM MERECE!
ADOLESCENTE 2- PARECE MINHA MÃE, CREDOOOOOOO!
ADULTO JOVEM1 - VCS SÃO FOLGADAS MESMO,A TIA TÁ CERTA.
HOMEM: TIA NÃO MOÇO, MAIS RESPEITO!
ADULTO JOVEM 2- AI BENHÉ DEIXA PRÁ NUM SI METE, TÁ TODO MUNDO FALANDO E NINGUÉM DÁ LUGAR PRO SENHOR!
ADOLECENTE 2- ISSO MESMO TÁ COM PENA ENTÃO DÁ O LUGAR DA SRA!
CRIANÇA: AI MANEE, NUM QUERO FICAR ME PÉ NÃO TÔ CANSADA.
CENA 3
A DISCURSÃO PÁRA. TODO MUNDO DISFARSA E O SR EUCLIDES ATÉ ENTÃO CALADO OBSERVANDO TODOS COMEÇA A FALAR:
- VCS TÃO PENSANDO QUE NUNCA VÃO ENVELHECER , NÃO É? QUANDO EU TINHA A IDADE DE VCS TAMBÉM PENSAVA ASSIM...
HOMEM - DISFARSA ABRE O JORNAL, AS ADOLECENTES, OUVEM MÚSICA. ACRINÇA FINJE DORMIR, O CASAL ATENDE O CELULAR.
PRÓXIMA ESTAÇÃO
CENA 4
ENTRA SR ARAMANDO ESBARRA SEM QUERER NO VELHO AMIGO...
IDOSO 2- NÃO PODE SER !!( ADMIRADO)EUCLIDÃO? É VC MESMO? EITAAAAA!EU TÔ RECONHECENDO ESSE BONÉZINHO...
IDOSO 1- VIXE NOSSA SRA DA QUEROPITAAA!! VC NUM MUDA NADA!
ARMANDOOO
QDO SR ARMANDO LEVA AS MÃOS ATÉ OS OMBROS DO AMIGO ELE SE RETRAI DE DOR...
- AI AI CUIDADO COM MINHA BORSITE TÁ ATACADA HOJE, EU TAVA INDO MESMO PRO MÉDICO...NUM TÕ AGUENTANDOO DE DOR!
IDOSO 2 INDIGNADO
- OH MEU AMIGO PRECISA SENTAR-SE...OLHOU OP ARA AS DUAS ADOLESCENTES:
- O MENINAS, POR FAVOR...DIANTE DESTE MOMENTO, ESSE ASSENTO É DESTINADO PARA ESSE, SR...OU VCS...
MULHER- EU FALEI NUM FALEI,Q VCS TAVAM ERRADAS...
HOMEM- ENTÃO FOI ISSO MESMO...ESSA JUVENTUDE!
TODO MUNDO FALA AO MESMO TEMPO S EDEFENDENDO.
SR EUCLIDES DESABAFA.
- ATÉ AGORA UM FALA PRO OUTRO MAS NINGUÉM CEDE OLUGAR QUE É MEU, AS PESSOAS NUM TEM CORAÇÃO...
SR ARMANDO- AS PESSOAS NÃO TÊM EDUCAÇÃO, ISSO SIM. ENTÃO AGENTE TEM ENSINAR DE UM JEITO OU DE OUTRO.
DAÍ TODO MUNDO RESOLVE CEDER O LUGAR, MAS SR EUCLIDES CHEGA AO SEU DESTINO.
AMBOS SAEM DO VAGÃO.
AS PESSOAS...SEGUEM.
CENA 5
PRÓXIMA ESTAÇÃO
SR EUCLIDES SAI EM COMPANHIA DO AMIGO.
MAS EUCLIDES PRECISA DESCANSAR UM POUCO ANTES DE CHEGAR AO MÉDICO.SENTE MUITAS DORES.
ARMANDO: VAMOS SENTAR UM POUCO AQUI.DEIXA EU TE AJUDAR.
EUCLIDES: QUE EU SAIBA...SOU MAIS VELHO...NOSSA O TEMPO FOI GENEROSO PRÁ VC...EU TÔ CANSANDO, MUITO DOENTE.DEPOIS QUE
QUE Á MULHER SI FOI... VC LEMBRA DELA?
ARMANDO FALA: CLARO QUE SIM, AQUELA BELEZURA, COM TODO RESPEITO...EU TAMBÉM TÔ VIÚVO, MAS O TEMPO NUM PODE PARAR, AMIGÃO, HEHEHE, ENTÃO EU CONHECI À CÉLIA NUM BAILE E SE SABE, NÉ...
EUCLIDES: BAILE? NUM SEI, EU NÃO VOU, NÃO. NUM TENHO VONTADE NUM TENHO COM QUEM IR..
ARMANDO: COMO ASSIM? OH MEU AMIGO, A GENTE NÃO PODE PARAR NÃO!TEM QUE CONTINUAR VIVENDO, MESMO QUE OS OUTROS NÃO QUEIRAM, MESMO QUE TODO MUNDO VÁ CONTRA A GENTE PRECISA TEM MUITO AMOR A VIDA, A NOSSA VIDA.
OH MEU AMIGO, O MUNDO DE HOJE TÁ MUITO MUDADO, SABE, EU SEI QUE TEM MUITA GENTE QUE ACHA QUE DEPOIS DE UMA CERTA IDADE DEVERÍAMOS IR PARA OS ASILOS, FICAR QUEITINHO ESPERANDO A MORTE CHEGAR! QUE NADA. A MORTE VAI VIR MESMO ENTÃO A GENTE NUM TEM O QUE SE PREOCUPAR.TEM QUE VIVER.
EU SEMPRE PENSEI ASSIM SEMPRE FUI PRÁ CIMA, ALTO ASTRAL.
SABE MEU VELHO, TIRANDO AQUELA DORZINHA ALI, ACOLÁ, É PORQUE NUM TEM JEITO O TEMPO VAI DESGASTANDO MESMO.POR ISSO QUE DEVEMOS CUIDAR DA SAÚDE, ANTE DE FICAR DOENTE.EU SEMPRE GOSTEI D ESPORTES, LEMBRA NÉ?
EUCLIDES: MAIS ANIMADO- SI LEMBRO...EU QUE NUNCA GOSTEI MUITO.
ACHO QUE FIZ MUITA BESTEIRA...NUNCA ME PREOCUPEI.MINHA MULHER, COITADA, MORREU DE TANTO DESGOSTO...
ARMANDO; DEIXA PRÁ ISSO, PRÁ QUE REMOER ISSO AGORA, QUE ADIANTA.
EUCLIDES:- É EU SEI.QUANDO A GENTE É JOVEM PENSA QUE É IMORTAL.DAI A IDADE VEM, PARECE QUE AGENTE NÃO TEM + LUGAR NESSE MUNDO...AS PESSOAS...OS FILHOS...CADA UM COM SUA VIDA.
EU...TÃO SOZINHO, VIVO EM MÉDICO, VIVO COM DORES...ESPERANDO UM DIA MELHOR...ESPERANDO.
ARMANDO: - PUXA, QUE SOLIDÃO QUE DESAFETO.VC NÃO PODE ESPERAR NADA DOS FILHOS E DE NINGUÉM.VC NÃO VIVEU A SUA VIDA DO JEITO QUE QUIS, AGORA É A VEZ DELES. EU SOU MUITO GRATO A VIDA.MINHA FAMÍLA É MARAVILHOSA. TUDO PRÁ BOM DEMAIS. TÔ VIVO.
EULIDES: É PRECISO APRENDER ENVELHECER...NESTE MUNDO
ARMANDO: POR ISSO QUE AGENTE TEM QUE ENSINAR OS JOVENS, CONSCIENTIZAR QUE UM DIA ELES PASSARÃO POR TUDO ISSO.PRECISO TER MAIS RESPEITO COM SEU CORPO.LÁ NA ONG ONDE EU FAÇO SERVIÇO VOLUNTÁRIO, A GENTE FALA DISSO TUDO.CUIDADO COM Á SAÚDE.LÁ ENSINAMOS AS PESSOAS A MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA,O RENDIMENTO FÍSICO E CEREBRAL, VC SABE NÉ O TAL DO STRESS ISSO TUDO PRA AGENTE NÃO TENHA UM ENVELHECIMENTO ACELERADO.
EUCLIDES:- ARMANDO, QUANTA COISA QUE APRENDI COM VC HOJE, SABE EU NUNCA PENSEI ASSIM...MAS VC AMIGO ENXERGA A VIDA POR UM LADO QUE EU NEM SONHAVA...ONDE FICA ESSE LUGAR, ESSA TLA DE ONG? SERÁ QUE EU POSSO IR UM DIA CONHECER? OLHA, EU NÃO QUERO ATRAPALHAR, NUM QUERO DAR TRABALHO, NÃO...
ARMANDO: CLARO QUE PODE, OLHA, EU TAVA INDO AGORA MESMO,PAREI AQUI POR CAUSA DE VC...AH! MAIS VC VAI AO MÉDICO?
EUCLIDES: É VOU. SE BEM QUE NUM TÁ ADIANTANDO NADA, É TANTO REMÉDIO QUE O CORPO...
ARMANDO; JÁ SEI...NEM RESPONDE MAIS AO TRATAMENTO.LÁ NA ONG TEM UM AMIGO MEU ESPECIALISTA EM GERIATRIA ORTOMOLECULAR.
VC QUER VIR COMIGO?
EUCLIDES: BEM MAIS ANIMADO. LEVANTE-SE. E DIZ: DEMORÓ, MEU! NÃO É ASSIM QUE OS JOVENS DIZEM?
ARMANDO. HAHAHA, BLZ, BORÁ VAMU DAR UM ROLÉ
CONCLUSÃO
(DANIEL)
SAÊM RINDO. ESSE REENCONTRO DEU UMA NOVA PERSPECTIVA NA VIDA DE EUCLIDES. UMA INJEÇÃO DE ÂNIMO.UMA NOVA POSSIBILIADADE DE CONTINUAR VIVENDO, NUMA SOCIEDADE QUE AINDA SEGREGA OS MAIS
VELHOS, APESAR DO ESFORÇO DE UMA NOVA POLÍTICA SOCIAL, DEVEMOS TODOS COMEÇAR A EDUCAR NOSSOS FILHOS E OS FILHOS SEUS FILHOS, SUCESSIVAMENTE.
PORQUE A VIDA PASSA PRA TODOS INCONDICIONALMENTE.
FIM.
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