DONATO RAMOS (donatoramos20@gmail.com)
cidade: Florianópolis
estado: SC
idade: Selecione sua Faixa Etária
sexo: masculino
categoria: ESTÓRIAS
O BAR QUE MEU PAI BEBEU
A escritora Ivonita Di Concílio resolveu que quer, porque quer, escrever sobre o que fui, sou e pretendia ser na minha vida.
E, sabe, que foi tanta coisa que aconteceu em oitenta anos, que ela não vai conseguir catalogar cronologicamente, porque nem eu saberia colocar em ordem. Já tentei, por diversas vezes - até já contei aqui algumas passagens interessantes - mas me perco no meio de tantas folhinhas - como chamávamos o calendário antigamente - arrancadas.
Agora, dada a oportunidade de ter minha vida esmiuçada por uma tão competente escritora, vejo a possibilidade de deixar para netos e bisnetos - possivelmente tataranetos! - um registro contando coisas das metades de dois séculos que vivi e estou vivendo.
Eles poderão, quando contarem histórias referentes a esta época, explicar aos seus que existiu, um dia, uma pessoa tão sonhadora que percorreu três Estados da Federação como comunicador, analisando coisas que aconteciam por aí, buscando verdades de cada um que ia conhecendo em tantos caminhos caminhados nem sempre ao léu.
Nasci em 1936, portanto, com o eco de tantas bombas da Guerra, de tantos aviões, de tanta carestia, enfrentando - criança ainda, alguns anos depois de largar da mamadeira - enfrenando filhas para conseguir um livro de azeite vindo dos Estados Unidos, um pouco de sal e açúcar, um litro de leite.
Não sei o que Ivonita vai contar - se não desistir da façanha logo no início - sobre uma infância incrivelmente pobre que ela desconhecerá, por certo, o que é isso e, como nunca jogou futebol não vai saber o que seja uma bola de capotão, um patinete - protótipo do skate -, a bola de gude, o estilingue, a fome, os desejos de um guri que queria ser poeta e que, uma vez, teve uma bicicleta muito velha e preta.
Ela me fez algumas perguntas, dizendo ser necessária resposta à cada item, caso contrário não seria possível escrever sobre vida de pobre e, ainda por cima, com a pretensão de ser poeta um dia.
- Alguma coisa sobre as atividades do seu pai. Você disse um dia que foi ele quem te criou. Ele, sua irmã e sua avó vel hinha...
Meu pai era barbeiro e comprou um bar.
Antes de beber quase todo o estoque, vendeu fiado.
Nunca mais recebeu do turco que vendia "carne de onça" que ficou rico vendendo os seus sanduíches de carne moída com cebolinha verde.
Ali eu fazia jogo do bicho, sem saber que bicho era qual número. Ninguém ganhou comigo! Depois, meu pai melhorou de vida e comprou umas três casinhas pra alugar. Ninguém pagou o aluguel. Era tão bom de negócios, o meu pai, que perdeu tudo e voltamos a pagar pra morar num bairro chamado Barra Funda. Aí, o velho, no seu salão, passou a fazer permanente na mulherada. Era a moda. E como o velho gostava! Melhor que fazer barba nos marmanjões. Aquele velho não era velho e, muito menos, bobo!
Lembro-me: na vizinha, único lugar que tinha rádio, toda a vizinhança ia ouvir, em meio aos chiados, a novela da Rádio Nacional, O Direito de Nascer, com o Albertinho Limonta e toda a tropa!
- Sua infância?
Não sei se tive infân cia, como as pessoas entendem essa fase da vida. Sei que nos primeiros sete anos de vida, foi um vai prá lá na casa de um, vem prá na casa de outro. Parece-me que foi nessa idade que comecei a trabalhar como engraxate, vendedor de carambola de casa em casa, gabiroba que ia buscar no mato e vendia na cidade tendo como medida lata de óleo de cozinha.
Foi a época do Grupo Escolar. Não houve o tal Jardim de Infância que meus filhos conheceram. Muito difícil essa época porque o material escolar era muito difícil de se conseguir. Ganhava uns cadernos com folhas de cor amarelada, onde só um lado era liso.
Pra entender o que passei tem que ter muita imaginação.
PASSARINHO SINDICALISTA
Matei passarinho, sim senhor! Mas matei só um. Enforcado numa varinha que a gente entortava e prendia no chão, com milho espalhado. O passarinho vinha comer e já era. Quando vi o passarinho pendurado, me olhando, jurei que nunca mais ia caçar. Acho que aquele passarinho era o p residente do sindicato dos pássaros: pago até hoje a aventura sinistra.
O que mais? Pouca coisa. Parece que infância e juventude naquela época, entre 45 e 55 (já era 1900, por certo!), não tinham muitos atrativos.
O brinquedo era a gente que construía...
Os carrinhos de rolimã, também.
Ah! Tinha jogo de bolinha de gude.
Já falei sobre isso já pouco.
Pura sacanagem: fazíamos o buraco, interligado com um tunelzinho.
Convidava pra jogar.
O gajo "embibocava", ou seja, a bolinha caía no buraco e corria pelo túnel.
A gente dizia que, por azar era um formigueiro.
Enchia o buraco embaixo de bolinhas.
Zé Ramos era barbeiro.
Nas férias ele me levava pro sítio.
Pra trabalhar.
Na época não tinha o Estatuto da Criança e do adolescente.
Trabalhava apanhando algodão.
Outras vezes, para catar café ou gabiroba que a gente vendia em latas (aquelas de azeite) na cidade.
Olha só - já falei sobre isso, também.
Esse negócio de ir recordando dá nisso: a repetição.
Depois a Ivonita vai cortando.
Aí é que reside um grande problema: às vezes uma coisinha atoa para uns, desnecessárias para um relato sobre vida segundo terceiros, é muito importante para quem viveu o fato ou praticou o ato. Mas essa escritora é muito humana, muito competente e não irá cortar coisinhas que, pra mim, são importantes.
Apanhar algodão, por exemplo, era difícil: tinha que encher os sacos enormes e pesar.
Ganhava-se pelo peso que colhia.
Tinha um avô e uns tios e tias.
Moravam num Olaria (fábrica de tijolos).
Eram dois sítios, na verdade, longe alguns quilômetros um do outro.
Nesse mais distante eu também morei.
Não sei onde contei a história quando muito criança presenciei uma cena inenarrável de espíritos e suas manifestações.
No sítio, distante alguns quilômetros do Olaria (fábrica de tijolos), estávamos apenas minha tia, seu filhinho pequeno e eu, também criança.
De repente minha tia começou a ficar diferente e a quebrar tudo que via na frente.
As crianças apavoradas sem ninguém pra chamar.
Passado algum tempo aparecem todos que estava na Olaria numa sessão espírita.
Como é que eles descobriram que havia algo diferente na casinha do sítio?
Foi minha primeira experiência com o Espiritismo, com o qual convivo até hoje, sem muito envolvimento, mas muito respeito.
ERA DIVERTIDO PASSAR FOME
Ser criança... que bom! Passava fome, é verdade!
Mas que era divertido, era.
Ah! Se era!
Quase me esqueço de contar que não nasci em Paraguaçu.
Seria, na época, muita mordomia nascer em Paraguaçu, mas ali perto, numa cidade chamada Echaporã, onde nunca o prefeito me convidou a visitar depois que cresci e ficar um pouco famoso pelos livros editados.
A noiva que ficou por lá, em Paraguaçu Paulista, sei lá se esperando retorno, era Eunice.
(Seu irmão, Osvaldo Büchler, fabricou o meu primeiro microfone). Acho que eu ador ava mais sua mãe do que a ela. Eu tinha carência de mãe.
Voltando, trinta anos, ou mais, fui visitar a família.
Família fantástica! Seu Oswaldo, Dona Ema, os irmãos Alice, Oswaldo, Elenice, Eunice e Clarisse.
Interessante! Não me esqueci nunca dos nomes, nem das feições, dos sorrisos, dos abraços.
Mais de meio século depois redescubro alguns da família Büchler na Internet.
Não é a mesma coisa, porque - lógico! - Os laços de amizade ficaram muito frouxos com o tempo.
Acho que daqui pra frente as historinhas vão se embaralhar entre ser criança e ser jovem.
Fui sempre assim, um jovem criança, um adulto jovem, um velho criança, uma criança velha, um jovem sem saber o que era e o que seria.
Só sabia uma coisa - Queria, apenas, ser poeta!
O BAR DO PORTUGUÊS
Quando comecei a tomar cerveja íamos pro boteco do português.
Pô! Parece que só tinha português em Paraguaçu!
Pois bem.
O português comprava as garrafas vazias que nós lev ávamos, trocando por garrafas cheias.
Acontece que as garrafas vazias eram dele mesmo que a gente pegava no corredor.
Quem continuou com essa prática transformou-se em grande político!
TALVEZ...
...O que eu tenha feito até completar oitenta anos possa servir pra alguma coisa: no mínimo, meus netos e bisnetos possam ter uma ideia da minha época, das coisas, das gentes, dos feitos, dos costumes, da ética e da moral vigentes.
Saberão como vivíamos nas grandes e pequenas cidades, como eram as famílias e suas lutas pela sobrevivência, através dos meus escritos, notadamente das crônicas, críticas e comentários, dos recortes de Jornais, Revistas, Livros, Fotos.
Saberão - se quiserem saber - das tendências, da Política e seus altos e baixos, dos seus acertos, das vilanias, dos roubos e sequestros de poupança familiares, da pobreza ou da riqueza de um povo vivendo na mais linda terra que Deus criou e entregou para que o homem destruísse.
Nas cen tenas de comentários que fiz, notadamente na Televisão, notarão que a moral é oscilante, que as opiniões divergem - e devem sempre divergir - que os Partidos políticos sempre foram necessários com seus objetivos diversos, mas sempre apontando para a Democracia, até que um novo sistema melhor surja do nada. Descobrirão o mais importante: ninguém é feliz se não distribui felicidade; que a Família é centro de tudo; que a Justiça econômica pode ser melhor obtida através da livre iniciativa e, como completa o Credo Júnior (JCI) servir a humanidade é a melhor obra de uma vida, dentre outros conceitos da mesma importância. Serão diversos os fascículos pra contar tudo isso, mas em todos eles quem estiver lendo atentamente vai descobrir o essencial: a obrigação de cada um em distribuir amor, compreensão, luta pela paz, pela igualdade e, sobretudo, plantar e cuidar constantemente da amizade que a vida vai lhe oferecendo.
Notará que a amizade são marcas de pés na areia e que sobre elas devemos pisar dia a dia para reforçá-las, pra que o vento não as façam desaparecer.
Acho que a Ivonita Di Concílio, nesta sua difícil missão, deverá dividir a façanha - para maior compreensão - em alguns capítulos específicos:
Faz parte de uma série abrangente:
ESCRITOR/MÚSICO/JORNALISTA/CRONISTA/MÚSICO/RADIALISTA/ARTISTA PLÁSTICO/ACADÊMICO/PRODUTOR E COMENTARISTA DE TV
SINDICALISTA/PROFESSOR DE COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA
TAQUÍGRAFO/PUBLICITÁRIO
WEB DESIGNER/BLOGUEIRO/PAI, AVÔ E BISAVÔ/AMIGO!
Algumas passagens de vida que somam os oitenta anos
Comemorados no dia 25 de abril de 2016.
Que este trabalho seja útil para os netos, bisnetos, tataranetos talvez.
Sua leitura poderá servir para que se descubra o que muitos já sabiam: vive-se com os pés no chão, a cabeça nas nuvens, mas com o pensamento voltado para uma força maior que nos indica o caminho onde usaremos nosso livre arbítrio.
Constatarão que todos nós nascemos escrito res, quando recebemos, ao nascer, um livro em branco - aparentemente em branco -, onde escreveremos a história que desejamos deixar, como estas páginas que deixo pra vocês falando de uma vida, sofregamente vivida, sempre grato por tê-la.
Eu nunca desisti e espero que minha biógrafa também não desista, mas que corra um pouco pra quê tempo de eu também ler a obra final.
segunda-feira, 2 de maio de 2016
quarta-feira, 6 de abril de 2016
ÁGUA
MARIA AMÉLIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
ÁGUA
Água, vida que emana
Servindo à raça humana
A maior parte formando
O corpo estruturando!
Água, jorra da nascente
Que germina a semente
Mata sede; mo vimentando
turbinas, usinas, gerando!
O ser humano poluindo
A dádiva, fonte da vida
Sem a atenção devida!
Que haja conscientização
Que haja conservação
Para não haver destruição!
(Maria Amélia Leal)
Em 22 de março - Dia
Mundial da Água
ÁGUA
Água, vida que emana
Servindo à raça humana
A maior parte formando
O corpo estruturando!
Água, jorra da nascente
Que germina a semente
Mata sede; mo vimentando
turbinas, usinas, gerando!
O ser humano poluindo
A dádiva, fonte da vida
Sem a atenção devida!
Que haja conscientização
Que haja conservação
Para não haver destruição!
(Maria Amélia Leal)
Em 22 de março - Dia
Mundial da Água
sábado, 2 de abril de 2016
1º DE ABRIL!
MARIA AMELIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
1º DE ABRIL!
Não existem desempregados
Muito menos os revoltados
Com nossa atual situação
Há emprego e sem inflação!
Não há convulsão social
Nenhuma manifesta ção
Nosso povo em geral
Está feliz e com razão!
Caminha a nossa educação
Com amparo governamental
Com devida e toda atenção
Por ser objetivo primordial!
Segurança está protegendo
Saúde, doentes atendendo
Não existe corrupção
É fofoca da oposição!
Quem dera testemunhar
O que disse, materializar
Porém é mentira Brasil
Hoje é Primeiro de Abril
(Maria Amélia Leal)
Em 1º de abril de 2016
1º DE ABRIL!
Não existem desempregados
Muito menos os revoltados
Com nossa atual situação
Há emprego e sem inflação!
Não há convulsão social
Nenhuma manifesta ção
Nosso povo em geral
Está feliz e com razão!
Caminha a nossa educação
Com amparo governamental
Com devida e toda atenção
Por ser objetivo primordial!
Segurança está protegendo
Saúde, doentes atendendo
Não existe corrupção
É fofoca da oposição!
Quem dera testemunhar
O que disse, materializar
Porém é mentira Brasil
Hoje é Primeiro de Abril
(Maria Amélia Leal)
Em 1º de abril de 2016
sábado, 19 de março de 2016
DE VERDE E AMARELO
MARIA AMELIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
DE VERDE E AMARELO
Reunindo a massa humana
Retrata sem contestação
O que do povo emana
Revolta e insatisfação!
Pessoas estão desempregadas
Lojas, empresas s ão fechadas
Inflação está sempre subindo
Dinheiro desaparecendo,sumindo!
A cívica demonstração
Povo de verde e amarelo
Pacífico, sem confusão
Estabelecendo um elo!
De politica consciência
Que é preciso decência
De governo sem corrupção
Em nossa bela Nação!
Que venham melhores dias
De comemorações, alegrias
Que esta marca de vitória
Brasil, de merecida glória!
(Maria Amélia Leal)
Em 13.03.2013 -
Manifestação popular
em todo o Brasil contra
o governo Dilma Russef.
DE VERDE E AMARELO
Reunindo a massa humana
Retrata sem contestação
O que do povo emana
Revolta e insatisfação!
Pessoas estão desempregadas
Lojas, empresas s ão fechadas
Inflação está sempre subindo
Dinheiro desaparecendo,sumindo!
A cívica demonstração
Povo de verde e amarelo
Pacífico, sem confusão
Estabelecendo um elo!
De politica consciência
Que é preciso decência
De governo sem corrupção
Em nossa bela Nação!
Que venham melhores dias
De comemorações, alegrias
Que esta marca de vitória
Brasil, de merecida glória!
(Maria Amélia Leal)
Em 13.03.2013 -
Manifestação popular
em todo o Brasil contra
o governo Dilma Russef.
segunda-feira, 14 de março de 2016
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
MARIA AMÉLIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Dia internacional instituído
Para a mulher homenagear
Pelo ato de agressão sofrido
Por direito, mulher almejar!
Luta se pe rde no tempo
Porém vai se firmando
Na força como alento
Seu espaço conquistando!
Direito a voto, a trabalhar
Contra agressões, denunciar
De sexo frágil é chamada
Na família, é agigantada!
Na luta pela sobrevivência
Com perspicácia, paciência
Conquistando seu espaço
Nas profissões, o seu traço!
Mulher, mãe, voz, semente
Mulher, no mundo presente
Mulher, com luta, com ardor
Mulher, símbolo do amor!
(Maria Amélia Leal)
Pelo dia 08 de março
Dia Internacional da Mulher
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Dia internacional instituído
Para a mulher homenagear
Pelo ato de agressão sofrido
Por direito, mulher almejar!
Luta se pe rde no tempo
Porém vai se firmando
Na força como alento
Seu espaço conquistando!
Direito a voto, a trabalhar
Contra agressões, denunciar
De sexo frágil é chamada
Na família, é agigantada!
Na luta pela sobrevivência
Com perspicácia, paciência
Conquistando seu espaço
Nas profissões, o seu traço!
Mulher, mãe, voz, semente
Mulher, no mundo presente
Mulher, com luta, com ardor
Mulher, símbolo do amor!
(Maria Amélia Leal)
Pelo dia 08 de março
Dia Internacional da Mulher
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
BUMERANGUE
MARIA AMÉLIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
BUMERANGUE
O efeito bumerangue
Nem sempre acreditado
Somente é respeitado
Com resultado chegado!
O lixo que é jogado
O vaso não limpado
Plástico é atirado
Pneu abandonado!
A dengue devastando
Zika Vírus alastrando
O povo se queixando
E doença propagando!
Importante não ser
Agente transmissor
Permitindo viver
O mosquito invasor!
Não atire bumerangue
Para nunca se tornar
O alvo da epidemia
Que ajuda a espalhar!
Sobretudo colaborar
Também conscientizar
Com sua participação
Com vitória e união!
(Maria Amélia Leal)
Em 13.02.2016-
Dia Nacional do
Combate ao
"Aeds Egypt"
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
BUMERANGUE
O efeito bumerangue
Nem sempre acreditado
Somente é respeitado
Com resultado chegado!
O lixo que é jogado
O vaso não limpado
Plástico é atirado
Pneu abandonado!
A dengue devastando
Zika Vírus alastrando
O povo se queixando
E doença propagando!
Importante não ser
Agente transmissor
Permitindo viver
O mosquito invasor!
Não atire bumerangue
Para nunca se tornar
O alvo da epidemia
Que ajuda a espalhar!
Sobretudo colaborar
Também conscientizar
Com sua participação
Com vitória e união!
(Maria Amélia Leal)
Em 13.02.2016-
Dia Nacional do
Combate ao
"Aeds Egypt"
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
FEVEREIRO
MARIA AMÉLIA LEAL (anelia.leal@aasp.org.br)
São Paulo
SP
FEVEREIRO
O mês que anuncia
Grito de Carnaval, alegria
Por três dias transformação
De escravo em patrão!
De plebeu em nobre
De rico em pobre
De asas à imaginação
De sonhos em ilusão!
Importante não confundir
A forma de se divertir
Transformando diversão
Em sua vida, perdição!
Dançar, passear, pescar
Retiro espiritual, oração
São dias de diversão
Explosão e instrospecção!
(Maria Amélia Leal)
São Paulo
SP
FEVEREIRO
O mês que anuncia
Grito de Carnaval, alegria
Por três dias transformação
De escravo em patrão!
De plebeu em nobre
De rico em pobre
De asas à imaginação
De sonhos em ilusão!
Importante não confundir
A forma de se divertir
Transformando diversão
Em sua vida, perdição!
Dançar, passear, pescar
Retiro espiritual, oração
São dias de diversão
Explosão e instrospecção!
(Maria Amélia Leal)
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Aliás Nós
Flavio Modesto dos Santos
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 51 a 60 anos
sexo: masculino
Aliás Nós
Para desatar um mal entendido, há de se buscar o fio da meada do que o causou; é de bom tom agir com prudência e delicadeza, p ois, qualquer movimento brusco pode piorar a situação.
Sabendo-se onde se encontram começo, meios e fim, podemos de comum acordo ir afrouxando os meios para se chegar aos fins, ou seja, encontrar a meada para poder afrouxa-la e chegar aos fins - há de se chegar aos dedos para soltar as mãos e depois os membros, assim como, às pernas para separar os corpos - aliás nós não permitimos atitudes bruscas para que não se nos tornem cegos.
Meadas em mãos afrouxadas e separadas facilitam os meios de se alcançar os fins, pois, só do começo ou do fim, pode-se soltar-nos cegos, tateando aos confins desatados e brandos.
Aliás, nós cegos devemo-nos unir para soltar-mo-nós mais facilmente, sem nos emaranhar e enlouquecer, e finalmente, sermos vistos cegos e entendidos reciprocamente.
Finalmente, uma vez achados os meios de se afrouxar, chegamos aos fins de nós cegos, pois, pelo final da meada - turba enlouquecida - unimos-nos nós.
Aliás desatadas!
Flavio Modesto 0 8/01/05
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 51 a 60 anos
sexo: masculino
Aliás Nós
Para desatar um mal entendido, há de se buscar o fio da meada do que o causou; é de bom tom agir com prudência e delicadeza, p ois, qualquer movimento brusco pode piorar a situação.
Sabendo-se onde se encontram começo, meios e fim, podemos de comum acordo ir afrouxando os meios para se chegar aos fins, ou seja, encontrar a meada para poder afrouxa-la e chegar aos fins - há de se chegar aos dedos para soltar as mãos e depois os membros, assim como, às pernas para separar os corpos - aliás nós não permitimos atitudes bruscas para que não se nos tornem cegos.
Meadas em mãos afrouxadas e separadas facilitam os meios de se alcançar os fins, pois, só do começo ou do fim, pode-se soltar-nos cegos, tateando aos confins desatados e brandos.
Aliás, nós cegos devemo-nos unir para soltar-mo-nós mais facilmente, sem nos emaranhar e enlouquecer, e finalmente, sermos vistos cegos e entendidos reciprocamente.
Finalmente, uma vez achados os meios de se afrouxar, chegamos aos fins de nós cegos, pois, pelo final da meada - turba enlouquecida - unimos-nos nós.
Aliás desatadas!
Flavio Modesto 0 8/01/05
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
1º DE JANEIRO
MARIA AMÉLIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
POESIAS
1º DE JANEIRO
Em todo ano que inicia
Aquela promessa anuncia
Ora é fazer caminhada
Ora atitude não tomada.
De voto não cumprido
No ano que passou
Ora é p essoal, contido
Ou o que parado ficou.
Ora é o adiamento
De decisão não tomada
Ora o que ficou entalado
Na garganta sufocado.
Que logo no começo
Seja resolvido o tropeço
Sejam promessas cumpridas
Afinal, em todas as vidas.
(Maria Amélia Leal)
Em 1º de janeiro de
2016.
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
POESIAS
1º DE JANEIRO
Em todo ano que inicia
Aquela promessa anuncia
Ora é fazer caminhada
Ora atitude não tomada.
De voto não cumprido
No ano que passou
Ora é p essoal, contido
Ou o que parado ficou.
Ora é o adiamento
De decisão não tomada
Ora o que ficou entalado
Na garganta sufocado.
Que logo no começo
Seja resolvido o tropeço
Sejam promessas cumpridas
Afinal, em todas as vidas.
(Maria Amélia Leal)
Em 1º de janeiro de
2016.
2016
MARIA AMELIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
São Paulo
SP
idade: De 61 a 70 anos
POESIAS
A saudação ao Ano Novo
O clamor de todo um povo
Implorando por proteção
Por Pais sem corrupção!
Por honesto planejamento
Para toda vida proteger Sem tragédia, tormento,
Ambição não prevalecer!
Sem filas de desempregados
Rostos tristes, desanimados
Com direito a poder sonhar
Para seus sonhos realizar!
Segurança, saúde, educação
Não sejam palavras em vão
Que reine em todo coração
A certeza de ser cidadão!
Ouça Supremo Construtor
Em forma de canção, louvor
Protegei nossa população
A natureza e nossa Nação!
(Maria Amélia Leal)
Em 28.12.2015
São Paulo
SP
idade: De 61 a 70 anos
POESIAS
A saudação ao Ano Novo
O clamor de todo um povo
Implorando por proteção
Por Pais sem corrupção!
Por honesto planejamento
Para toda vida proteger Sem tragédia, tormento,
Ambição não prevalecer!
Sem filas de desempregados
Rostos tristes, desanimados
Com direito a poder sonhar
Para seus sonhos realizar!
Segurança, saúde, educação
Não sejam palavras em vão
Que reine em todo coração
A certeza de ser cidadão!
Ouça Supremo Construtor
Em forma de canção, louvor
Protegei nossa população
A natureza e nossa Nação!
(Maria Amélia Leal)
Em 28.12.2015
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
ALIÁS A PARANORMALIDADE
Flavio Modesto dos Santos (flavio.modesto@uol.com.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 51 a 60 anos
sexo: masculino
Aliás a Paranormalidade
ALIÁS A PARANORMALIDADE
Certa feita encontrei-me visitando um lindo edifício de vidros azuis, em sua maior parte, e com belíssimos jardins de inverno.
Havia um Senhor muito solícito que fazia de tudo para me mostrar cada detalhe de cada ala (existiam pequenos corredores azulejados que saiam do corredor principal e neles havia vários elevadores panorâmicos que levavam a diversas partes da maravilhosa construção quase translúcida).
A princípio fiquei sem jeito de lhe explicar que já conhecia cada detalhe daquele belo lugar, pois, aparentemente, para ele, era a primeira vez que lá me encontrava, e, sua educação e solicitude me impediam de por fim àquela visita "monitorada".
Já acostumado com tal situação e embevecido com as formas e translucidez da construção pude olhar para mim. Não me espantou em nada que eu estivesse seguindo aquele Senhor com os pés a uns vinte centímetros do solo e as pernas levemente arqueadas para trás, pois, tal leveza no deslocamento combinava perfeitamente com a beleza das formas e dos sentimentos que tal local me trazia.
Doutra feita
Mudando do vinho pa ra a água, há pouco tempo atrás, passei por uma catarse de nervosismo e ansiedade muito forte e sem motivo aparente. Por acaso fui descobrindo que um dos meus irmãos de sangue estava se separando da esposa, provavelmente, pois, estava morando há quase um mês na casa de outro irmão. Todos sabiam, mas, a pedido dele ou, talvez, por sentirem que eu precisasse de proteção contra tal tipo de acontecimento no seio da família nada tinham me dito.
Dizem por aí que a mentira tem perna curta e a omissão é parente direto da mentira; de qualquer forma fiquei ciente do que estava acontecendo. Voltei a casa, deitei e dormi por poucas horas.
Acordei outro, não havia mais nem nervosismo nem ansiedade. Os motivos inexplicáveis para tais atitudes estavam desvendados e a calma voltou a imperar em minha alma.
(São Paulo, 27/10/ 2015)
Flavio Modesto
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 51 a 60 anos
sexo: masculino
Aliás a Paranormalidade
ALIÁS A PARANORMALIDADE
Certa feita encontrei-me visitando um lindo edifício de vidros azuis, em sua maior parte, e com belíssimos jardins de inverno.
Havia um Senhor muito solícito que fazia de tudo para me mostrar cada detalhe de cada ala (existiam pequenos corredores azulejados que saiam do corredor principal e neles havia vários elevadores panorâmicos que levavam a diversas partes da maravilhosa construção quase translúcida).
A princípio fiquei sem jeito de lhe explicar que já conhecia cada detalhe daquele belo lugar, pois, aparentemente, para ele, era a primeira vez que lá me encontrava, e, sua educação e solicitude me impediam de por fim àquela visita "monitorada".
Já acostumado com tal situação e embevecido com as formas e translucidez da construção pude olhar para mim. Não me espantou em nada que eu estivesse seguindo aquele Senhor com os pés a uns vinte centímetros do solo e as pernas levemente arqueadas para trás, pois, tal leveza no deslocamento combinava perfeitamente com a beleza das formas e dos sentimentos que tal local me trazia.
Doutra feita
Mudando do vinho pa ra a água, há pouco tempo atrás, passei por uma catarse de nervosismo e ansiedade muito forte e sem motivo aparente. Por acaso fui descobrindo que um dos meus irmãos de sangue estava se separando da esposa, provavelmente, pois, estava morando há quase um mês na casa de outro irmão. Todos sabiam, mas, a pedido dele ou, talvez, por sentirem que eu precisasse de proteção contra tal tipo de acontecimento no seio da família nada tinham me dito.
Dizem por aí que a mentira tem perna curta e a omissão é parente direto da mentira; de qualquer forma fiquei ciente do que estava acontecendo. Voltei a casa, deitei e dormi por poucas horas.
Acordei outro, não havia mais nem nervosismo nem ansiedade. Os motivos inexplicáveis para tais atitudes estavam desvendados e a calma voltou a imperar em minha alma.
(São Paulo, 27/10/ 2015)
Flavio Modesto
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
MENSAGEM FIM DE ANO
MARIA AMÉLIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
MENSAGEM FIM DE ANO
Que o Espírito Natalino
Seja o sopro Divino
Trazendo luz à humanidade
Para a paz, a tranquilidade.
Que vença a virtude
Para a vida em plenitu de
Entre povos, solidariedade
Mãos dadas, com amizade.
Que a criança sorria
Na esperança e alegria.
O jovem seja guiado
Para futuro realizado.
Que sejam os adultos
Exemplos de proteção
A todos à sua volta
Na vida, na educação.
Que seja dada atenção
Aos idosos e dependentes
Numa atitude sincera
A todos ser, todas a gentes.
(Maria Amélia Leal)
MENSAGEM FIM DE ANO
Que o Espírito Natalino
Seja o sopro Divino
Trazendo luz à humanidade
Para a paz, a tranquilidade.
Que vença a virtude
Para a vida em plenitu de
Entre povos, solidariedade
Mãos dadas, com amizade.
Que a criança sorria
Na esperança e alegria.
O jovem seja guiado
Para futuro realizado.
Que sejam os adultos
Exemplos de proteção
A todos à sua volta
Na vida, na educação.
Que seja dada atenção
Aos idosos e dependentes
Numa atitude sincera
A todos ser, todas a gentes.
(Maria Amélia Leal)
MENSAGEM DE FIM DE ANO
MARIA AMÉLIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
MENSAGEM DE FIM DE ANO
Que o Espírito do Natal
Ilumine almas transtornadas
Pelo ódio, destruição
Na mente, no coração.
Que desastre ambientais
Não se r epitam jamais
Que não haja poluição
E nenhuma devastação.
Que possamos viver
Na esperança de crer
Num mundo melhor
E ao medo vencer.
Que todas as vidas
Sejam protegidas
Nas metas projetadas
Por Deus abençoadas.
(Maria Amélia Leal)
Dezembro 2015.
MENSAGEM DE FIM DE ANO
Que o Espírito do Natal
Ilumine almas transtornadas
Pelo ódio, destruição
Na mente, no coração.
Que desastre ambientais
Não se r epitam jamais
Que não haja poluição
E nenhuma devastação.
Que possamos viver
Na esperança de crer
Num mundo melhor
E ao medo vencer.
Que todas as vidas
Sejam protegidas
Nas metas projetadas
Por Deus abençoadas.
(Maria Amélia Leal)
Dezembro 2015.
1º DE DEZEMBRO
MARIA AMÉLIA LEAL ( amelia.leal@aasp.org.br)
POESIAS
1º DE DEZEMBRO
Último mês do ano
No balanço quotidiano
No dia, mês ligeiro
O passar ano inteiro!
São fatos ocorridos
São momentos sofridos
São sonhos r ealizados
São objetivos alcançados.
É hora de verificar
O que faltou alcançar
O que pode melhorar
No ano a se aproximar.
O importante é ver
Que continua a viver
Que permanece a ter
A fé, para vencer.
(Maria Amélia Leal)
Em 1º de dezembro 2015.
POESIAS
1º DE DEZEMBRO
Último mês do ano
No balanço quotidiano
No dia, mês ligeiro
O passar ano inteiro!
São fatos ocorridos
São momentos sofridos
São sonhos r ealizados
São objetivos alcançados.
É hora de verificar
O que faltou alcançar
O que pode melhorar
No ano a se aproximar.
O importante é ver
Que continua a viver
Que permanece a ter
A fé, para vencer.
(Maria Amélia Leal)
Em 1º de dezembro 2015.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Grupo social
Ivone Boechat (i.boechat@terra.com.br)
cidade: Niterói
estado: RJ
idade: De 71 a 80 anos
sexo: feminino
MENSAGENS
Grupo social
O grupo não é uma simples soma de indivíduos, é um conjunto que nasce, adquire a própria individualidade, evolui. Quanto mais diferentes os indivíduos, mais possibilidades têm de compartilhar uns com os outros das suas experiências. Os iguais podem se atropelar. Quando se tem consciência disto, o grupo sai fortalecido pela troca e pela participação de cada um no crescimento do outro. Do contrário, vão contribuindo para que o ambiente se transforme num palco de "estrelas" e "rejeitados".
Viver em grupo é, fundamentalmente, importante para o homem. Conviver é uma aprendizagem que deve ser desenvolvida, quanto mais cedo melhor!
A postura dos integrantes do grupo deve estar pautada, primeiramente, na humildade, porque a participação de cada um é importante,
A vida em grupo sempre beneficiou a sociedade, ainda mais quando o respeito é incentivado pela educação. Freud concluiu que "aprender a jogar na infância prepara para jogar na vida adulta e principalmente ensina a perder!"
A convivência estimula o conhecimento, colocando erros e acertos a serviço do fortalecimento moral dos integrantes de um grupo, selecionando as atitudes que certamen te darão subsídios necessários à formação de um grupo forte e unido que deve ser a base do crescimento.
Michel Quoist, no seu livro Poemas para rezar, diz que "Em volta dos buracos os arames dão-se as mãos. Para não romper a roda, apertam com muita força o punho do companheiro: e assim é que, com buracos, conseguem fazer uma cerca". Sugere ainda uma oração para o grupo:
"Senhor, na minha vida há uma porção de buracos. Há vazios também na vida dos meus vizinhos, mas se quiserem, vamos dar-nos as mãos, apertar bem com força e, juntos, fazer um belo rolo de tela para arrumar o paraíso".
Ivone Boechat
cidade: Niterói
estado: RJ
idade: De 71 a 80 anos
sexo: feminino
MENSAGENS
Grupo social
O grupo não é uma simples soma de indivíduos, é um conjunto que nasce, adquire a própria individualidade, evolui. Quanto mais diferentes os indivíduos, mais possibilidades têm de compartilhar uns com os outros das suas experiências. Os iguais podem se atropelar. Quando se tem consciência disto, o grupo sai fortalecido pela troca e pela participação de cada um no crescimento do outro. Do contrário, vão contribuindo para que o ambiente se transforme num palco de "estrelas" e "rejeitados".
Viver em grupo é, fundamentalmente, importante para o homem. Conviver é uma aprendizagem que deve ser desenvolvida, quanto mais cedo melhor!
A postura dos integrantes do grupo deve estar pautada, primeiramente, na humildade, porque a participação de cada um é importante,
A vida em grupo sempre beneficiou a sociedade, ainda mais quando o respeito é incentivado pela educação. Freud concluiu que "aprender a jogar na infância prepara para jogar na vida adulta e principalmente ensina a perder!"
A convivência estimula o conhecimento, colocando erros e acertos a serviço do fortalecimento moral dos integrantes de um grupo, selecionando as atitudes que certamen te darão subsídios necessários à formação de um grupo forte e unido que deve ser a base do crescimento.
Michel Quoist, no seu livro Poemas para rezar, diz que "Em volta dos buracos os arames dão-se as mãos. Para não romper a roda, apertam com muita força o punho do companheiro: e assim é que, com buracos, conseguem fazer uma cerca". Sugere ainda uma oração para o grupo:
"Senhor, na minha vida há uma porção de buracos. Há vazios também na vida dos meus vizinhos, mas se quiserem, vamos dar-nos as mãos, apertar bem com força e, juntos, fazer um belo rolo de tela para arrumar o paraíso".
Ivone Boechat
LUTO
MARIA AMELIA LEAL ( amelia.leal@aasp.org.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
POESIAS
LUTO
Como dizem aa Escrituras
Há sinais às criaturas
Quando sombras tenebrosas
Causarão dores horrorosas.
Guerras mais sangrentas
A natureza revoltada
O s ofrimento das gentes
Numa situação desenfreada.
No silêncio da morte
Paris, a cidade luz
Questiona s sorte
Que o mundo conduz.
Hora de conscientização
Hora de retrospecção
Hora de se curvar
A Deus em oração!
Maria Amélia Leal
(Pelos atentados ocor-
ridos em Paris, e tra-
gédia em Mariana-MG
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
POESIAS
LUTO
Como dizem aa Escrituras
Há sinais às criaturas
Quando sombras tenebrosas
Causarão dores horrorosas.
Guerras mais sangrentas
A natureza revoltada
O s ofrimento das gentes
Numa situação desenfreada.
No silêncio da morte
Paris, a cidade luz
Questiona s sorte
Que o mundo conduz.
Hora de conscientização
Hora de retrospecção
Hora de se curvar
A Deus em oração!
Maria Amélia Leal
(Pelos atentados ocor-
ridos em Paris, e tra-
gédia em Mariana-MG
José- modelo de marido
Ivone Boechat (i.boechat@terra.com.br)
cidade: Niterói
estado: RJ
idade: De 71 a 80 anos
sexo: feminino
MENSAGENS
José- modelo de marido
O mundo moderno tem requerido da mulher o exercício de tantas atividades que, para a mulher casada, somente a companhia de um grande homem permite que desafios quas e desumanos sejam enfrentados e vencidos.
Como Maria, mãe de Jesus, poderia submeter-se, plenamente, à vontade de Deus, se não tivesse ao seu lado, José, "homem justo"?
É comovente a participação de "homens justos" que se têm multiplicado, ao redor de mulheres extraordinárias, em comandos fantásticos, ainda hoje.
Precisa-se, urgentemente, de maridos tipo José. Sem sombra de dúvida, eles estão espalhados por todo canto, amparando o ministério para o qual foram chamados e, obedientes à voz do Senhor, cumprem sua missão.
Todavia, sabe-se que carreiras brilhantes, têm sido interrompidas, dentro mesmo das igrejas ou na sociedade, porque, mulheres de grande competência não encontraram o seu "José".
Ser um marido, assim, tão especial, não significa ser um palerma, submisso, subserviente. Deus não criou o lar, onde um fosse estrela e o outro, rejeitado. Não!
É difícil determinar, atualmente, qual é a função feminina ou a masculina, em casa ou lá fora. Na interação do dia-a-dia, quando o pai desempenha, tantas vezes, o papel de mãe e, quando as estatísticas revelam a mulher no patrocínio dos lares, lutando pela sobrevivência da família, só mesmo, a total submissão do casal e dos filhos, uns aos outros, na presença do Senhor.
Quando o Apóstolo Paulo descreveu o perfil da mulher, escrevendo aos Efésios, no capítulo cinco, sua recomendação é clara, mas distorções, ao sabor do machismo, colocam a mulher em posição inferior pelo imperativo: "submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor". Justamente, a palavra Senhor aparece com letra maiúscula e não minúscula, como alguns a lêem, desejando diminuir o status feminino.
Felizmente, quando Cristo é o Senhor dos senhores nos lares, não há escravo nem livre, há pessoas submissas somente a Ele e não importam as diferenças salariais, sociais, de poder, porque "o que se gloriar, glorie-se nisto, em entender, e em me conhecer, que eu sou o Senhor, que faço benevolência, juízo e justiça sobr e a terra".
(Jer. 9:23).
Ivone Boechat
cidade: Niterói
estado: RJ
idade: De 71 a 80 anos
sexo: feminino
MENSAGENS
José- modelo de marido
O mundo moderno tem requerido da mulher o exercício de tantas atividades que, para a mulher casada, somente a companhia de um grande homem permite que desafios quas e desumanos sejam enfrentados e vencidos.
Como Maria, mãe de Jesus, poderia submeter-se, plenamente, à vontade de Deus, se não tivesse ao seu lado, José, "homem justo"?
É comovente a participação de "homens justos" que se têm multiplicado, ao redor de mulheres extraordinárias, em comandos fantásticos, ainda hoje.
Precisa-se, urgentemente, de maridos tipo José. Sem sombra de dúvida, eles estão espalhados por todo canto, amparando o ministério para o qual foram chamados e, obedientes à voz do Senhor, cumprem sua missão.
Todavia, sabe-se que carreiras brilhantes, têm sido interrompidas, dentro mesmo das igrejas ou na sociedade, porque, mulheres de grande competência não encontraram o seu "José".
Ser um marido, assim, tão especial, não significa ser um palerma, submisso, subserviente. Deus não criou o lar, onde um fosse estrela e o outro, rejeitado. Não!
É difícil determinar, atualmente, qual é a função feminina ou a masculina, em casa ou lá fora. Na interação do dia-a-dia, quando o pai desempenha, tantas vezes, o papel de mãe e, quando as estatísticas revelam a mulher no patrocínio dos lares, lutando pela sobrevivência da família, só mesmo, a total submissão do casal e dos filhos, uns aos outros, na presença do Senhor.
Quando o Apóstolo Paulo descreveu o perfil da mulher, escrevendo aos Efésios, no capítulo cinco, sua recomendação é clara, mas distorções, ao sabor do machismo, colocam a mulher em posição inferior pelo imperativo: "submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor". Justamente, a palavra Senhor aparece com letra maiúscula e não minúscula, como alguns a lêem, desejando diminuir o status feminino.
Felizmente, quando Cristo é o Senhor dos senhores nos lares, não há escravo nem livre, há pessoas submissas somente a Ele e não importam as diferenças salariais, sociais, de poder, porque "o que se gloriar, glorie-se nisto, em entender, e em me conhecer, que eu sou o Senhor, que faço benevolência, juízo e justiça sobr e a terra".
(Jer. 9:23).
Ivone Boechat
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Claria Zoom.
Marisa Pais (marisa.pais@claria-vision.com)
estado: 0
idade: Selecione sua Faixa Etária
ac_depto: Assessoria de Imprensa e RP
mensagem: Bom dia,
Gostaria de lhes apresentar um novo aplicativo destinado à s pessoas com baixa visão: o Claria Zoom.
Este aplicativo permite a consulta de SMS, emails com amplificação dos textos, assim como a possibilidade de mudar os contrastes de cores e ativar a vocalização, adaptando-se assim a todo o tipo de visão.
O Claria Zoom também possui uma lupa eletrónica assim como várias funções práticas ao quotidiano e isto tudo numa tela perfeitamente adaptada à baixa visão.
Experimente Claria Zoom, um aplicativo que facilitará o quotidiano das pessoas com baixa visão.
O aplicativo está disponível em português no Google Play Store:
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.telorion.main&hl=pt
Para mais informações visite o nosso website:
http://www.claria-zoom.com/en/
Aguardo o vosso contato para que possamos discutir duma eventual parceria.
Com os melhores cumprimentos,
Marisa Pais
estado: 0
idade: Selecione sua Faixa Etária
ac_depto: Assessoria de Imprensa e RP
mensagem: Bom dia,
Gostaria de lhes apresentar um novo aplicativo destinado à s pessoas com baixa visão: o Claria Zoom.
Este aplicativo permite a consulta de SMS, emails com amplificação dos textos, assim como a possibilidade de mudar os contrastes de cores e ativar a vocalização, adaptando-se assim a todo o tipo de visão.
O Claria Zoom também possui uma lupa eletrónica assim como várias funções práticas ao quotidiano e isto tudo numa tela perfeitamente adaptada à baixa visão.
Experimente Claria Zoom, um aplicativo que facilitará o quotidiano das pessoas com baixa visão.
O aplicativo está disponível em português no Google Play Store:
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.telorion.main&hl=pt
Para mais informações visite o nosso website:
http://www.claria-zoom.com/en/
Aguardo o vosso contato para que possamos discutir duma eventual parceria.
Com os melhores cumprimentos,
Marisa Pais
IN MEMORIAM
MARIA AMELIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
IN MEMORIAM
Aqueles que partiram
A jornada já cumpriram
Deixando na memória
Sua marca, sua história!
Aqueles que na caminhada
Percorreram curta estrada< br>Foram embora bem antes
Vidas pareceram instantes!
Aqueles que nos deixaram
Que nossa vida marcaram
Legaram longos momentos
Profundos agradecimentos!
Recebam nossa homenagem
Lembrando da vida, imagem,
Em forma de saudade, oração
Na eternidade, no coração!
Maria Amélia Leal
Em 02.11 - Dia de Finados.
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
IN MEMORIAM
Aqueles que partiram
A jornada já cumpriram
Deixando na memória
Sua marca, sua história!
Aqueles que na caminhada
Percorreram curta estrada< br>Foram embora bem antes
Vidas pareceram instantes!
Aqueles que nos deixaram
Que nossa vida marcaram
Legaram longos momentos
Profundos agradecimentos!
Recebam nossa homenagem
Lembrando da vida, imagem,
Em forma de saudade, oração
Na eternidade, no coração!
Maria Amélia Leal
Em 02.11 - Dia de Finados.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
SÚPLICA PELO BRASIL
MARIA AMÉLIA LEAL ( amelia.leal@aasp.org.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
SÚPLICA PELO BRASIL
SENHOR!
Protegei as nossas matas
Montanhas, rios, cascatas
Vossa proteção implora
Para nossa fauna e flora!
A nossa área costeiraA gente hospitaleira
Nossa região fronteira
Nossa nação inteira!
Nossa saúde, segurança
Nossa paz e educação
Nossa principal esperança
Criança virar cidadão!
Ao idoso, a proteção
Ao jovem a profissão
Pelo estudo, dedicação
Ao adulto, realização!
E finalmente Senhor,
A súplica do coração
Ouça o nosso clamor
Livra-nos da corrupção!
Amém.
(Maria Amélia Leal)
Em 28.10.2015
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
SÚPLICA PELO BRASIL
SENHOR!
Protegei as nossas matas
Montanhas, rios, cascatas
Vossa proteção implora
Para nossa fauna e flora!
A nossa área costeiraA gente hospitaleira
Nossa região fronteira
Nossa nação inteira!
Nossa saúde, segurança
Nossa paz e educação
Nossa principal esperança
Criança virar cidadão!
Ao idoso, a proteção
Ao jovem a profissão
Pelo estudo, dedicação
Ao adulto, realização!
E finalmente Senhor,
A súplica do coração
Ouça o nosso clamor
Livra-nos da corrupção!
Amém.
(Maria Amélia Leal)
Em 28.10.2015
PROFESSOR
(amelia.leal@aasp.org.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
PROFESSOR
A figura lendária
Do fundo da imaginação
A professora primária
Em sua dedicação!
Os anos passando
Ensino modificando
Mestre desmotivado
Salário desvaloriz ado!
A violência é reflexo
Da má administração
Havendo estreito nexo
Com a saúde e educação!
O povo educado
E bem orientado
Sabendo discernir
Para poder evoluir!
Professor incentivado
É arma sem destruir
É o poder controlado
Para poder progredir!
A todo professor
Herói por excelência
Todo nosso amor
E nossa reverência!
(Maria Amélia Leal
Salve 15.10
Dia do Professor
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
sexo: feminino
PROFESSOR
A figura lendária
Do fundo da imaginação
A professora primária
Em sua dedicação!
Os anos passando
Ensino modificando
Mestre desmotivado
Salário desvaloriz ado!
A violência é reflexo
Da má administração
Havendo estreito nexo
Com a saúde e educação!
O povo educado
E bem orientado
Sabendo discernir
Para poder evoluir!
Professor incentivado
É arma sem destruir
É o poder controlado
Para poder progredir!
A todo professor
Herói por excelência
Todo nosso amor
E nossa reverência!
(Maria Amélia Leal
Salve 15.10
Dia do Professor
A CASA QUE EU MESMO CONSTRUÍ.
GERALDO EUSTAQUIO RIBEIRO (geraldo@tremnet.com.br)
cidade: Betim
estado: MG
idade: De 61 a 70 anos
A CASA QUE EU MESMO CONSTRUÍ.
Estou sentado na varanda da casa que eu mesmo construí com muito suor e sacrifício, te ndo que dividir meu tempo com o trabalho e os meus filhos para quem eu construía.
E agora ela não é mais minha.
Perdi as forças para governar meu próprio corpo.
E preciso de ajuda.
No começo parecia que alguém me amava e não se importava em cuidar de um fardo sem utilidade, em pouco tempo a paciência pediu licença e foi embora levando consigo o amor e o carinho.
E comecei a me sentir um estranho dentro da própria casa que eu mesmo construí.
Até que um dia dois estranhos vieram me visitar e sem dúvida eram pessoas caridosas.
E depois de conversar com as pessoas que eu achava ser minha família, me fizeram a pergunta que eu nunca imaginara ouvir: O senhor sabe que estão querendo colocá-lo em um asilo?
Eu sabia, mas disse não saber.
A segunda pergunta foi ainda mais dolorosa: O senhor quer ir?
Até parece que eu tinha querer!
E sem ação, um não ficou entalado na garganta e percebi que teria de abandonar a casa que eu mesmo construíra e que o carinho e atenção que preciso tem que vir de fora desta mesma casa.
Fui para o asilo.
Os primeiros dias foram de dor e agora eu não ouvia mais a algazarra de crianças e os meus parentes são pessoas com o mesmo problema.
Durmo até a hora que o corpo pede para levantar.
Tem alguém que me leva para o banho.
Tomo o café da manhã e sento-me em uma poltrona e fico olhando para o mundo que agora termina em um muro alto intransponível para mim.
Tem hora para almoçar, estando ou não com fome.
Ainda não me acostumei com os gritos e gemidos, mas posso me deitar e levantar quantas vezes quiser e dormir ou fingir para que o tempo passe mais rápido.
Sou escravo de mim mesmo, do tempo e do tempo dos outros.
De vez em quando pessoas simpáticas aparecem para conversar parecendo querer substituir alguém que não deveria querer ser substituído.
E fico esperando não sei o quê.
Porque não sei se um filho que visita um pai ou uma mãe num asilo aind a é filho ou só mais um visitante, e também não sei se um pai ou uma mãe colocada em um asilo podem ou merecem ser chamados de pais.
Meus filhos agora são pessoas que não gerei e que cuidam de mim.
Dizem até que se alguém quiser pode me levar para passear, dormir uma noite ou outra, mas eu não tenho mais a casa eu mesmo construí, agora é propriedade dos herdeiros que eu gerei.
Não quero ficar indo e vindo.
Preciso me desligar do passado e esquecer o sorriso dos netos e os acertos e desacertos na criação dos meus filhos.
Agora só restam lembranças.
Inclusive da casa que eu mesmo construí.
cidade: Betim
estado: MG
idade: De 61 a 70 anos
A CASA QUE EU MESMO CONSTRUÍ.
Estou sentado na varanda da casa que eu mesmo construí com muito suor e sacrifício, te ndo que dividir meu tempo com o trabalho e os meus filhos para quem eu construía.
E agora ela não é mais minha.
Perdi as forças para governar meu próprio corpo.
E preciso de ajuda.
No começo parecia que alguém me amava e não se importava em cuidar de um fardo sem utilidade, em pouco tempo a paciência pediu licença e foi embora levando consigo o amor e o carinho.
E comecei a me sentir um estranho dentro da própria casa que eu mesmo construí.
Até que um dia dois estranhos vieram me visitar e sem dúvida eram pessoas caridosas.
E depois de conversar com as pessoas que eu achava ser minha família, me fizeram a pergunta que eu nunca imaginara ouvir: O senhor sabe que estão querendo colocá-lo em um asilo?
Eu sabia, mas disse não saber.
A segunda pergunta foi ainda mais dolorosa: O senhor quer ir?
Até parece que eu tinha querer!
E sem ação, um não ficou entalado na garganta e percebi que teria de abandonar a casa que eu mesmo construíra e que o carinho e atenção que preciso tem que vir de fora desta mesma casa.
Fui para o asilo.
Os primeiros dias foram de dor e agora eu não ouvia mais a algazarra de crianças e os meus parentes são pessoas com o mesmo problema.
Durmo até a hora que o corpo pede para levantar.
Tem alguém que me leva para o banho.
Tomo o café da manhã e sento-me em uma poltrona e fico olhando para o mundo que agora termina em um muro alto intransponível para mim.
Tem hora para almoçar, estando ou não com fome.
Ainda não me acostumei com os gritos e gemidos, mas posso me deitar e levantar quantas vezes quiser e dormir ou fingir para que o tempo passe mais rápido.
Sou escravo de mim mesmo, do tempo e do tempo dos outros.
De vez em quando pessoas simpáticas aparecem para conversar parecendo querer substituir alguém que não deveria querer ser substituído.
E fico esperando não sei o quê.
Porque não sei se um filho que visita um pai ou uma mãe num asilo aind a é filho ou só mais um visitante, e também não sei se um pai ou uma mãe colocada em um asilo podem ou merecem ser chamados de pais.
Meus filhos agora são pessoas que não gerei e que cuidam de mim.
Dizem até que se alguém quiser pode me levar para passear, dormir uma noite ou outra, mas eu não tenho mais a casa eu mesmo construí, agora é propriedade dos herdeiros que eu gerei.
Não quero ficar indo e vindo.
Preciso me desligar do passado e esquecer o sorriso dos netos e os acertos e desacertos na criação dos meus filhos.
Agora só restam lembranças.
Inclusive da casa que eu mesmo construí.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
CRIANÇA
Maria Amélia Leal (amelia.leal@aasp.org.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
CRIANÇA
Que teu futuro sorria
Que teu canto: alegria
Que seja realizada
Que seja respeitada!
Que seja o acalanto
Do colo materno
Da vida o canto
O orgulho fraterno!
De todos sentimentos
Em todos os momentos
Quem as sente, e ama
Sua bênção derrama!
A única época
Por todos vivida]
Em todo adulto
A criança escondida!
A todas as crianças
Realizações, esperanças
Que Deus as proteja
Na paz benfazeja!
(Maria Amélia Leal)
Pelo dia 12.10
Dia das crianças.
cidade: São Paulo
estado: SP
CRIANÇA
Que teu futuro sorria
Que teu canto: alegria
Que seja realizada
Que seja respeitada!
Que seja o acalanto
Do colo materno
Da vida o canto
O orgulho fraterno!
De todos sentimentos
Em todos os momentos
Quem as sente, e ama
Sua bênção derrama!
A única época
Por todos vivida]
Em todo adulto
A criança escondida!
A todas as crianças
Realizações, esperanças
Que Deus as proteja
Na paz benfazeja!
(Maria Amélia Leal)
Pelo dia 12.10
Dia das crianças.
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
IDOSO
MARIA AMELIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
IDOSO
O tempo lança
A marca da vida
Desapareceu a criança
O adulto, a lida!
O respeito à idade
Nem sempre atendido
O idoso muitas vezes
Nem sempre é ouvid o!
Cumpriram a participação
Chegaram à aposentadoria
Nada mais do que justo
Que vivam com alegria!
A saúde e a atenção
Com cuidados do cidadão
Ao idoso, a reverência
Pelo exemplo e vivência!
(Maria Amélia Leal)
Pelo dia 01.10-
Dia do Idoso.
IDOSO
O tempo lança
A marca da vida
Desapareceu a criança
O adulto, a lida!
O respeito à idade
Nem sempre atendido
O idoso muitas vezes
Nem sempre é ouvid o!
Cumpriram a participação
Chegaram à aposentadoria
Nada mais do que justo
Que vivam com alegria!
A saúde e a atenção
Com cuidados do cidadão
Ao idoso, a reverência
Pelo exemplo e vivência!
(Maria Amélia Leal)
Pelo dia 01.10-
Dia do Idoso.
sábado, 10 de outubro de 2015
PRIMAVERA
MARIA AMÉLIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
POESIAS
PRIMAVERA
É primavera, é juventude
É vida em plenitude
É o colorido das flores
É o celebrar de amores!
É momento de instrospecção
É momento de indagação
É tempo de meditação
É hora de constatação!
O homem já alterou
A marcha das estações
A destruição modificou
O mapa das nações!
O inverno está quente
O termômetro não mente
O sol está escaldante
O calor é dominante!
Ainda há tempo
Para estação saudar
Com perfume, vento
E natureza respeitar!
E que haja primavera
No espírito das Nações
Marcando nova era:
Paz, confraternizações!
(Maria Amélia Leal)
23 de setembro
Primavera.
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
POESIAS
PRIMAVERA
É primavera, é juventude
É vida em plenitude
É o colorido das flores
É o celebrar de amores!
É momento de instrospecção
É momento de indagação
É tempo de meditação
É hora de constatação!
O homem já alterou
A marcha das estações
A destruição modificou
O mapa das nações!
O inverno está quente
O termômetro não mente
O sol está escaldante
O calor é dominante!
Ainda há tempo
Para estação saudar
Com perfume, vento
E natureza respeitar!
E que haja primavera
No espírito das Nações
Marcando nova era:
Paz, confraternizações!
(Maria Amélia Leal)
23 de setembro
Primavera.
ÁRVORE
MARIA AMÉLIA LEAL (amelia.leal@aasp.org.br)
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
POESIAS
ÁRVORE
Símbolo de esperança
Como é toda criança
É da mãe natureza
Expressão de beleza!
Do mundo, pulmão
Da vida, manutenção
Equilíbrio da chuva, ar
As florestas a respirar!
Os frutos apreciados
Na função alimentar
Abrigo da passarada
E sombra abençoada!
Um não às queimadas
O respeito do cidadão
Ás mentes ilustradas
Vida sem destruição!
(Maria Amélia Leal)
Em 21 de setembro
Dia da Árvore
cidade: São Paulo
estado: SP
idade: De 61 a 70 anos
POESIAS
ÁRVORE
Símbolo de esperança
Como é toda criança
É da mãe natureza
Expressão de beleza!
Do mundo, pulmão
Da vida, manutenção
Equilíbrio da chuva, ar
As florestas a respirar!
Os frutos apreciados
Na função alimentar
Abrigo da passarada
E sombra abençoada!
Um não às queimadas
O respeito do cidadão
Ás mentes ilustradas
Vida sem destruição!
(Maria Amélia Leal)
Em 21 de setembro
Dia da Árvore
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
DIA MUNDIAL DO IDOSO---- SOLTE SUA IMAGINAÇÃO.....VENHA VER E SENTIR.
| Portal irá comemorar o Dia do Idoso com Trio Elétrico na Avenida Paulista! |
| No próximo domingo, dia 4 de outubro, o Portal Terceira Idade estará celebrando o Dia Mundial do Idoso com um Trio Elétrico em frente ao MASP, com a presença do Coral Sintonia Plena e do grupo Pago DI, formado por idosos com deficiência intelectual da APAE de São Paulo |
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| O Trio Elétrico, com mais 15 metros de comprimento e capacidade para 90 pessoas, servirá de palco para as apresentações (figura ilustrativa) |
Somos jovens há mais tempo!
Uma apresentação de samba do grupo Pago DI, composto por idosos com deficiência intelectual do Serviço de Apoio ao Envelhecimento da APAE de São Paulo, completará o show.
Informação é cidadania
Serão distribuídas, gratuitamente, cartilhas de direitos do idoso, fornecidas pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo. A Associação Brasileira de Gerontologia (ABG) também estará presente ao evento.
Vamos homenagear, mais uma vez, a “moçada” do Brasil e do mundo no próximo domingo! Estaremos esperando por você! A participação é gratuita.
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